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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; taxas de juro</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Taxas Euribor em queda há 15 sessões</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 11:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas Euribor</strong> voltaram hoje a recuar nos prazos mais utilizados como indexantes nos <strong>créditos à habitação</strong> dos portugueses, com a <strong>taxa</strong> a 3 meses a descer pela 15ª sessão consecutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> três meses reforçou o mínimo histórico ao ceder 0,1 pontos base para 0,669%. A <strong>taxa Euribor</strong> seis meses, que é a principal indexante no <strong>crédito à habitação</strong>, também voltou a reforçar o seu mínimo histórico nos 0,965%, registando também uma queda de 0,1 pontos base.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa a 12 meses ficou estável nos 1,222% e no prazo de 9 meses a Euribor permaneceu nos 1,094%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas Euribor</strong> voltaram hoje a recuar nos prazos mais utilizados como indexantes nos <strong>créditos à habitação</strong> dos portugueses, com a <strong>taxa</strong> a 3 meses a descer pela 15ª sessão consecutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> três meses reforçou o mínimo histórico ao ceder 0,1 pontos base para 0,669%. A <strong>taxa Euribor</strong> seis meses, que é a principal indexante no <strong>crédito à habitação</strong>, também voltou a reforçar o seu mínimo histórico nos 0,965%, registando também uma queda de 0,1 pontos base.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa a 12 meses ficou estável nos 1,222% e no prazo de 9 meses a Euribor permaneceu nos 1,094%.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas Euribor têm evoluído em tendência de queda, com o presidente da autoridade da monetária a sinalizar que a taxa de juro de referência iria permanecer inalterada nos próximos meses, uma vez que a recuperação da economia continuará a ser moderada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os economistas esperam que as taxas juro de referência do Banco Central Europeu comecem a subir a partir do início da segunda metade do ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Bancos usam mudanças nos contratos para aumentar &#8220;spread&#8221;</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bancos-usam-mudancas-nos-contratos-para-aumentar-spread/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 09:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Rute Braga, nome fictício, divorciou-se e decidiu ficar com a <strong>habitação</strong> do casal. Como a casa tinha uma <strong>hipoteca</strong>, teve de alterar o contrato. O banco quadruplicou-lhe o "<strong>spread</strong>" do <strong>empréstimo</strong>, aumentando-lhe a prestação.</p>
<p style="text-align: justify;">O divórcio é apenas uma das situações que estão a levar a um aumento da margem que os bancos cobram sobre as <strong>taxas de juro</strong> dos <strong>créditos</strong>. Alargar o prazo do contrato ou mudar para <strong>taxa fixa</strong> são outras alterações que são aproveitadas para exigir um "<strong>spread</strong>" mais elevado.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Rute Braga, nome fictício, divorciou-se e decidiu ficar com a <strong>habitação</strong> do casal. Como a casa tinha uma <strong>hipoteca</strong>, teve de alterar o contrato. O banco quadruplicou-lhe o &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; do <strong>empréstimo</strong>, aumentando-lhe a prestação.</p>
<p style="text-align: justify;">O divórcio é apenas uma das situações que estão a levar a um aumento da margem que os bancos cobram sobre as <strong>taxas de juro</strong> dos <strong>créditos</strong>. Alargar o prazo do contrato ou mudar para <strong>taxa fixa</strong> são outras alterações que são aproveitadas para exigir um &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; mais elevado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar a renegociação, o Governo aprovou em 2008 nova legislação a impedir a cobrança de comissões. Renegociar um contrato de crédito nunca foi tão fácil, depois das comissões de negociação terem sido abolidas pelo Governo. Mas, com a crise financeira, os bancos estão agora a praticar condições de financiamento mais exigentes. O que acaba por travar as negociações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<item>
		<title>BCE não deve mexer nas taxas de juro</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bce-nao-deve-mexer-nas-taxas-de-juro/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/bce-nao-deve-mexer-nas-taxas-de-juro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 08:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>FMI</strong> concorda com a estratégia que tem sido seguida pelo <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) e com os sinais de que não tenciona mexer nas <strong>taxas de juro</strong>. Não é tempo de encarecer o <strong>crédito</strong>, frisa o economista-chefe da instituição para a Europa, até porque no horizonte não há nada que possa ser interpretado como uma ameaça à estabilidade dos preços.</p>
<p style="text-align: justify;">Na gestão da política monetária, BCE “tem sido prudente, como sempre. Não tem sinalizado que irá retirar em breve flexibilidade à sua política monetária, e é assim que deve ser”, diz Marek Belka, referindo-se às taxas de juro de referências, que estão, desde Maio, fixadas no mínimo histórico de 1%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>FMI</strong> concorda com a estratégia que tem sido seguida pelo <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) e com os sinais de que não tenciona mexer nas <strong>taxas de juro</strong>. Não é tempo de encarecer o <strong>crédito</strong>, frisa o economista-chefe da instituição para a Europa, até porque no horizonte não há nada que possa ser interpretado como uma ameaça à estabilidade dos preços.</p>
<p style="text-align: justify;">Na gestão da política monetária, BCE “tem sido prudente, como sempre. Não tem sinalizado que irá retirar em breve flexibilidade à sua política monetária, e é assim que deve ser”, diz Marek Belka, referindo-se às taxas de juro de referências, que estão, desde Maio, fixadas no mínimo histórico de 1%.</p>
<p style="text-align: justify;">O que é de esperar é a “retirada de algumas medidas monetárias não-convencionais quando a economia o permitir”, precisa o responsável do FMI, em alusão à flexibilidade extraordinária oferecida pelo BCE aos bancos em termos de prazos (mais longos) de empréstimos e de alargamento dos activos passíveis de serem concedidos como contragarantia.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Prepare-se para a subida das taxas de juro</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/prepare-se-para-a-subida-das-taxas-de-juro/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/prepare-se-para-a-subida-das-taxas-de-juro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 10:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas de juro</strong> estão em mínimos históricos, mas esta realidade está próxima de conhecer o seu fim. Apesar de se prever que o <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) só volte a subir os juros no segundo semestre do ano, a verdade é que as <strong>Euribor</strong>, os indexantes mais usados no <strong>crédito à habitação</strong>, vão começar a subir antes. E, no final de 2010, deverão estar muito próximas dos 2%, o dobro do actual nível.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas de juro</strong> estão em mínimos históricos, mas esta realidade está próxima de conhecer o seu fim. Apesar de se prever que o <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) só volte a subir os juros no segundo semestre do ano, a verdade é que as <strong>Euribor</strong>, os indexantes mais usados no <strong>crédito à habitação</strong>, vão começar a subir antes. E, no final de 2010, deverão estar muito próximas dos 2%, o dobro do actual nível.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é, pelo menos, o cenário que está a ser traçado pelos próprios bancos. De acordo com as Forward Rate Agreement (FRA), que não são mais do que taxas de juro negociadas pela banca entre si para o futuro, a Euribor a seis meses deverá situar-se em torno dos 1,95%, em Dezembro de 2010. Este valor compara com o actual nível de juros, que se encontra em 0,9%. E qual é o impacto real desta evolução? São quase 50 euros por mês para um empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, com um &#8220;spread&#8221; de 0,7%.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Taxas de juro implícitas nos créditos à habitação caem para novos mínimos</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/taxas-de-juro-implicitas-nos-creditos-a-habitacao-caem-para-novos-minimos/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/taxas-de-juro-implicitas-nos-creditos-a-habitacao-caem-para-novos-minimos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 20:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas de juro</strong> implícitas nos contratos de <strong>crédito à habitação</strong> voltaram a cair, em Outubro, atingindo novos mínimos históricos. A descida destas taxas está a reflectir a queda das <strong>taxas Euribor</strong>, os indexantes mais usados no <strong>crédito à habitação</strong> em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em Outubro de 2009, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de <strong>crédito à habitação</strong> situou-se em 2,211%, inferior em 0,149 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior e menos 3,765 p.p. que no início do ano, correspondendo ao 10º mês consecutivo de redução”, realça o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p style="text-align: justify;">A tendência de queda foi registada no conjunto dos prazos. Os contratos celebrados nos últimos três meses registaram uma descida de 0,094 p.p., para 2,277%, os celebrados nos últimos seis meses reduziram a taxa em 0,120 p.p. para 2,195% e os realizados nos últimos 12 meses viram os juros recuar 0,142 p.p. para 2,215%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas de juro</strong> implícitas nos contratos de <strong>crédito à habitação</strong> voltaram a cair, em Outubro, atingindo novos mínimos históricos. A descida destas taxas está a reflectir a queda das <strong>taxas Euribor</strong>, os indexantes mais usados no <strong>crédito à habitação</strong> em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em Outubro de 2009, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de <strong>crédito à habitação</strong> situou-se em 2,211%, inferior em 0,149 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior e menos 3,765 p.p. que no início do ano, correspondendo ao 10º mês consecutivo de redução”, realça o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p style="text-align: justify;">A tendência de queda foi registada no conjunto dos prazos. Os contratos celebrados nos últimos três meses registaram uma descida de 0,094 p.p., para 2,277%, os celebrados nos últimos seis meses reduziram a taxa em 0,120 p.p. para 2,195% e os realizados nos últimos 12 meses viram os juros recuar 0,142 p.p. para 2,215%.</p>
<p><span id="more-461"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A descida estendeu-se ainda a todos os destinos de financiamento: aquisição de terreno para construção de habitação, a construção de habitação e a aquisição de habitação.</p>
<p style="text-align: justify;">“No mês de Outubro, o valor médio do capital em dívida no total dos contratos de crédito à habitação em vigor fixou-se em 55.801 euros, mais 90 euros que no mês anterior”, revela a mesma fonte.</p>
<p style="text-align: justify;">“O valor médio do capital em dívida nos contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos 3 meses foi de 93.361 euros, correspondendo a uma redução de 793 euros face ao mês anterior. Nos contratos celebrados nos últimos 6 meses registou-se um aumento mensal de 934 euros, para um valor médio de 93.632 euros e nos contratos celebrados nos últimos 12 meses também se verificou um acréscimo, de 487 euros, com o valor médio do capital a situar-se em 91.857 euros”.</p>
<p style="text-align: justify;">“O valor médio da prestação vencida dos contratos em vigor, que se fixou como mínimo de toda a série disponibilizada, situou-se em 259 euros (menos 4 euros que no mês anterior). Desde o início do ano a prestação média reduziu-se em 110 euros, correspondendo a 29,8% do valor de Dezembro de 2008”, adianta o INE.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Euribor a 6 meses inalterada em vésperas de reunião do BCE</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/euribor-a-6-meses-inalterada-em-vesperas-de-reuniao-do-bce/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/euribor-a-6-meses-inalterada-em-vesperas-de-reuniao-do-bce/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 14:01:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> a 6 meses, o indexante mais utilizado pelos portugueses no <strong>crédito à habitação</strong>, manteve-se hoje inalterada no mínimo histórico de 1,010 euros, na véspera da reunião dos membros do conselho de governadores do <strong>BCE</strong> para decisão dos <strong>juros</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">As restantes taxas de juro que servem de referência aos empréstimos contraídos junto da banca, a Euribor a 3 meses e a 12 meses, voltaram a recuar na sessão de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">A Euribor a 6 meses manteve-se nos 1,010 euros, enquanto a Euribor com maturidade mais curta, de 3 meses, desceu para os 0,740 euros, o nível mais baixo de sempre. Também a fixar um novo mínimo histórico esteve a Euribor a 12 meses, ao cair para 1,225 euros.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> a 6 meses, o indexante mais utilizado pelos portugueses no <strong>crédito à habitação</strong>, manteve-se hoje inalterada no mínimo histórico de 1,010 euros, na véspera da reunião dos membros do conselho de governadores do <strong>BCE</strong> para decisão dos <strong>juros</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">As restantes taxas de juro que servem de referência aos empréstimos contraídos junto da banca, a Euribor a 3 meses e a 12 meses, voltaram a recuar na sessão de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">A Euribor a 6 meses manteve-se nos 1,010 euros, enquanto a Euribor com maturidade mais curta, de 3 meses, desceu para os 0,740 euros, o nível mais baixo de sempre. Também a fixar um novo mínimo histórico esteve a Euribor a 12 meses, ao cair para 1,225 euros.</p>
<p><span id="more-423"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não é expectável que da reunião de amanhã dos membros do conselho de governadores do BCE saiam alterações de peso em termos de política monetária. As taxas de juro de referência deverão manter-se inalteradas nos 1%.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto a julgar pelas declarações de diversos governadores de bancos centrais da Zona Euro, e do próprio presidente do BCE Jean-Claude Trichet, nos encontros anuais entre o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial realizados no passado fim-de-semana em Istambul.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os responsáveis, as diversas economias da área do euro ainda estão frágeis, não existem por enquanto pressões inflacionistas e, por isso, ainda é cedo para retirar os estímulos à economia e drenar a liquidez injectada pelo BCE desde o início da crise financeira, em meados de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Limite dos juros no consumo só em 2010</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/limite-dos-juros-no-consumo-so-em-2010/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/limite-dos-juros-no-consumo-so-em-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 07:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito ao consumo]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entra hoje em vigor a legislação que vai permitir ao <strong>Banco de Portugal</strong> regular as <strong>taxas de juro</strong> praticadas no <strong>crédito ao consumo</strong>. Contudo, só mais tarde, no final deste último trimestre, se saberão quais serão os limites dos <strong>juros</strong> praticados neste segmento. Mas só os contratos de <strong>crédito</strong> que forem celebrados a partir de Janeiro de 2010 é que vão beneficiar desta medida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Junho foi publicado o Decreto-Lei nº 133/2009, que definiu que o Banco de Portugal passaria, a partir de 1 de Outubro, a divulgar a média das taxas de juro praticadas nos vários segmentos do crédito ao consumo, valores a partir dos quais seriam determinadas as taxas máximas que poderiam ser aplicadas pelas instituições. Sendo que as entidades financeiras só poderão praticar juros, no máximo, correspondentes a um terço das médias trimestrais, divulgadas pela entidade presidida por Vítor Constâncio.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entra hoje em vigor a legislação que vai permitir ao <strong>Banco de Portugal</strong> regular as <strong>taxas de juro</strong> praticadas no <strong>crédito ao consumo</strong>. Contudo, só mais tarde, no final deste último trimestre, se saberão quais serão os limites dos <strong>juros</strong> praticados neste segmento. Mas só os contratos de <strong>crédito</strong> que forem celebrados a partir de Janeiro de 2010 é que vão beneficiar desta medida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Junho foi publicado o Decreto-Lei nº 133/2009, que definiu que o Banco de Portugal passaria, a partir de 1 de Outubro, a divulgar a média das taxas de juro praticadas nos vários segmentos do crédito ao consumo, valores a partir dos quais seriam determinadas as taxas máximas que poderiam ser aplicadas pelas instituições. Sendo que as entidades financeiras só poderão praticar juros, no máximo, correspondentes a um terço das médias trimestrais, divulgadas pela entidade presidida por Vítor Constâncio.</p>
<p><span id="more-421"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a divulgação trimestral só &#8220;deverá ocorrer no final do último trimestre do ano de 2009&#8243;, revelou o Banco de Portugal.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Empresas com crédito em vários bancos conseguem condições mais vantajosas</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/empresas-com-credito-em-varios-bancos-conseguem-condicoes-mais-vantajosas/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 08:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quanto mais variadas forem as relações bancárias de uma empresa, mais baixos serão os custos do <strong>crédito</strong> contraído, conclui um estudo divulgado hoje pelo <strong>Banco de Portugal</strong>. A mesma fonte revela que essa relação é tão mais acentuada quanto mais competitivo for o ambiente em que os bancos operam.</p>
<p style="text-align: justify;">Se adicionar um banco às suas relações financeiras, uma empresa pode conseguir baixar a sua <strong>taxa de juro</strong> no <strong>crédito</strong> bancário entre 9 e 20 pontos base, em média, uma “magnitude significativa tanto económica como estatisticamente”, segundo os autores do estudo que ressalvam o facto deste efeito não existir quando se tratam de micro ou novas empresas.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quanto mais variadas forem as relações bancárias de uma empresa, mais baixos serão os custos do <strong>crédito</strong> contraído, conclui um estudo divulgado hoje pelo <strong>Banco de Portugal</strong>. A mesma fonte revela que essa relação é tão mais acentuada quanto mais competitivo for o ambiente em que os bancos operam.</p>
<p style="text-align: justify;">Se adicionar um banco às suas relações financeiras, uma empresa pode conseguir baixar a sua <strong>taxa de juro</strong> no <strong>crédito</strong> bancário entre 9 e 20 pontos base, em média, uma “magnitude significativa tanto económica como estatisticamente”, segundo os autores do estudo que ressalvam o facto deste efeito não existir quando se tratam de micro ou novas empresas.</p>
<p><span id="more-313"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O estudo incide também sobre como a competitividade bancária afecta a interacção existente entre o número de relações bancárias e as taxas de juro. E conclui que as empresas que operam em mercados com elevada competição bancária ainda beneficiam mais da diversificação de relações quando vão contrair empréstimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diana Bonfim, Qinglei Dai, Francesco Franco, autores do “working paper” explicam que a diferença de resultados entre micro e novas empresas e o resto da amostra, se deve a vários factores, como os riscos mais elevados, a informação mais opaca e a menor credibilidade da possibilidade de irem para outro bancos, características que reduzem o poder negocial.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os nossos resultados sugerem que as empresas podem melhorar as suas condições de financiamento quando pedem empréstimos a vários bancos ao mesmo tempo, resultando num maior poder negocial no mercado de crédito”, concluem os autores.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo foi feito assumindo um mercado de crédito com “reduzida assimetria na informação”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Euribor reduzem ritmo de descida</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/euribor-reduzem-ritmo-de-descida/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 19:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[euribor]]></category>
		<category><![CDATA[taxas]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas Euribor</strong> caíram hoje pela 20ª sessão consecutiva, mas atenuaram o ritmo de descida, com o indexante a três meses, um dos mais utilizados no <strong>crédito à habitação</strong> em Portugal, cada vez mais perto da <strong>taxa de juro</strong> de referência do <strong>Banco Central Europeu</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> três meses desceu 0,4 pontos base para 1,044%, atenuando o ritmo de descida registado nas últimas sessões. Ontem este indexante desceu 1,1 pontos base.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> seis meses desceu 0,7 pontos base para 1,261% e no prazo mais longo o indexante a 12 meses recuou 0,4 pontos base para 1,452%. No prazo mais curto a <strong>Euribor</strong> a 1 mês baixou 0,9 pontos base para 0,675%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas Euribor</strong> caíram hoje pela 20ª sessão consecutiva, mas atenuaram o ritmo de descida, com o indexante a três meses, um dos mais utilizados no <strong>crédito à habitação</strong> em Portugal, cada vez mais perto da <strong>taxa de juro</strong> de referência do <strong>Banco Central Europeu</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> três meses desceu 0,4 pontos base para 1,044%, atenuando o ritmo de descida registado nas últimas sessões. Ontem este indexante desceu 1,1 pontos base.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> seis meses desceu 0,7 pontos base para 1,261% e no prazo mais longo o indexante a 12 meses recuou 0,4 pontos base para 1,452%. No prazo mais curto a <strong>Euribor</strong> a 1 mês baixou 0,9 pontos base para 0,675%.</p>
<p><span id="more-310"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esta é já a 20ª sessão consecutiva de quedas nas taxas Euribor, reflectindo sobretudo o leilão recorde de mais de 400 mil milhões de dólares que o BCE efectuou juntos de mais de mil bancos comerciais da Zona Euro.</p>
<p style="text-align: justify;">Jean-Claude Trichet tem vindo a assinalar que o Banco Central Europeu deverá manter as taxas de juro inalteradas ao longo dos próximos meses, até que a economia dê sinais mais firmes de recuperação.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Juros serão limitados a partir de Outubro</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/juros-serao-limitados-a-partir-de-outubro/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 10:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito ao consumo]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[TAEG]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das medidas que mais se destaca na nova legislação do <strong>crédito ao consumo</strong> é a <strong>limitação do tecto máximo das taxas de juro</strong>. Mas só em Outubro entrará em vigor, após o <strong>Banco de Portugal</strong> divulgar as <strong>taxas</strong> médias praticadas em cada segmento deste tipo de <strong>empréstimos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">"Usura" é uma definição que foi incluída na legislação que entra em vigor. Esta determina que os juros praticados pelas instituições financeiras não superem em "um terço a <strong>TAEG</strong> média praticada no mercado". Caso sejam praticados juros superiores àquele patamar é considerada "usura". Contudo, esta medida não entra já em vigor. Apenas em Outubro haverá novidades sobre esta matéria.</p>
<p style="text-align: justify;">E será o Banco de Portugal a estabelecer os limites. Como? Divulgando as médias trimestrais dos juros praticados em cada segmento. Por exemplo, nos cartões de crédito a taxa de juro será diferente da praticada nos empréstimos para férias. O supervisor deverá assim publicar as médias das taxas de juro e serão estas que vão servir de referência nos três meses seguintes, de acordo com o Decreto-Lei n.º133/2009.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das medidas que mais se destaca na nova legislação do <strong>crédito ao consumo</strong> é a <strong>limitação do tecto máximo das taxas de juro</strong>. Mas só em Outubro entrará em vigor, após o <strong>Banco de Portugal</strong> divulgar as <strong>taxas</strong> médias praticadas em cada segmento deste tipo de <strong>empréstimos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Usura&#8221; é uma definição que foi incluída na legislação que entra em vigor. Esta determina que os juros praticados pelas instituições financeiras não superem em &#8220;um terço a <strong>TAEG</strong> média praticada no mercado&#8221;. Caso sejam praticados juros superiores àquele patamar é considerada &#8220;usura&#8221;. Contudo, esta medida não entra já em vigor. Apenas em Outubro haverá novidades sobre esta matéria.</p>
<p style="text-align: justify;">E será o Banco de Portugal a estabelecer os limites. Como? Divulgando as médias trimestrais dos juros praticados em cada segmento. Por exemplo, nos cartões de crédito a taxa de juro será diferente da praticada nos empréstimos para férias. O supervisor deverá assim publicar as médias das taxas de juro e serão estas que vão servir de referência nos três meses seguintes, de acordo com o Decreto-Lei n.º133/2009.</p>
<p><span id="more-304"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se fosse considerada a média de juros praticada no crédito ao consumo no primeiro trimestre deste ano (11,98%), no máximo as instituições poderiam cobrar 15,97% (média trimestral mais um terço). Mas os juros praticados vão depender dos vários segmentos. Até porque, dependendo da finalidade do crédito, os juros praticados são muito diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do anúncio desta legislação especulou-se sobre o fim das taxas de juro de 30% praticadas em alguns segmentos de crédito e por algumas instituições. Mas a verdade é que ainda não se sabe qual será o impacto real desta medida. Se as instituições financeiras praticarem, em média, juros de 30% para certos contratos, então, manter-se-ão estes níveis de juro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JUROS EM FRANÇA ESTÁVEIS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda é cedo para antever o impacto da medida, mas certo é que este modelo é semelhante ao aplicado em França. E naquele país os juros são mais baixos, e apresentam oscilações menos acentuadas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados do Banco Central Europeu (BCE), a taxa média de juros praticada em Portugal nos empréstimos ao consumo, em Abril deste ano, era de 13,45% (para créditos ao consumo até cinco anos de taxa fixa). Em França era de 7,24%. Portugal tem mesmo a segunda taxa mais alta entre os 12 membros que já disponibilizaram estes dados ao BCE, só superado pela Eslováquia, cuja taxa ascende aos 14%.</p>
<p style="text-align: justify;">É de realçar a diferença nos juros, mas também a evolução da taxa, que é muito diferente. Em Janeiro de 2003, a taxa média, em Portugal, era de 10,26%. Em França encontrava-se nos 6,96%. O mesmo é dizer que, nos últimos cinco anos em Portugal a taxa média aumentou em mais de 3 pontos. Em França, o acréscimo foi de 0,3 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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