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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; spread</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Bancos já começaram a subir &#8220;spreads&#8221;</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bancos-ja-comecaram-a-subir-spreads/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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<p style="text-align: justify;">O BPI já subiu o limite mínimo e máximo dos "<strong>spreads</strong>" cobrados nos novos contratos de <strong>créditos à habitação</strong>. Para já, é a única instituição onde se observa um aperto das condições na cedência de novos <strong>empréstimos</strong>. Mas a Associação Portuguesa de Bancos admitiu este fim-de-semana a possibilidade de um agravamento mais generalizado.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O BPI já subiu o limite mínimo e máximo dos &#8220;<strong>spreads</strong>&#8221; cobrados nos novos contratos de <strong>créditos à habitação</strong>. Para já, é a única instituição onde se observa um aperto das condições na cedência de novos <strong>empréstimos</strong>. Mas a Associação Portuguesa de Bancos admitiu este fim-de-semana a possibilidade de um agravamento mais generalizado.</p>
<p><span id="more-520"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Um cliente que se dirija ao BPI, verá agora ser-lhe oferecido, na melhor das hipóteses, um &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; de 1%. Isto de acordo com o preçário actualizado este sábado. Antes era possível conseguir uma margem de 0,8%. Os limites máximos também sofreram um agravamento. Agora, o &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; pode chegar aos 2,45%, mais 20 pontos base que até ao final da semana passada.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Maior contenção no crédito à habitação</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/maior-contencao-no-credito-a-habitacao/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/maior-contencao-no-credito-a-habitacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[concessão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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<p style="text-align: justify;">Os critérios de <strong>concessão de crédito</strong> tornaram-se  mais restritivos no final de 2009 e irão continuar ainda mais exigentes no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há dúvida de que para quem anda actualmente à procura de casa a vida não está nada fácil. Após vários anos em que os bancos se atropelavam uns aos outros para não deixar escapar um cliente e foram baixando o <strong>spread</strong> até ele não poder baixar mais, chegando inclusivamente a zero, agora passaram para o pólo oposto. Mês após mês, os bancos vão subindo os <strong>spreads</strong> praticados, sem grandes preocupações com a concorrência, pois rapidamente os bancos com melhores condições também acompanham essas subidas.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<p style="text-align: justify;">Os critérios de <strong>concessão de crédito</strong> tornaram-se  mais restritivos no final de 2009 e irão continuar ainda mais exigentes no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há dúvida de que para quem anda actualmente à procura de casa a vida não está nada fácil. Após vários anos em que os bancos se atropelavam uns aos outros para não deixar escapar um cliente e foram baixando o <strong>spread</strong> até ele não poder baixar mais, chegando inclusivamente a zero, agora passaram para o pólo oposto. Mês após mês, os bancos vão subindo os <strong>spreads</strong> praticados, sem grandes preocupações com a concorrência, pois rapidamente os bancos com melhores condições também acompanham essas subidas.</p>
<p><span id="more-517"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito à habitação</strong> não está entre os produtos prioritários a vender aos clientes e, apesar de alguma melhoria nas perspectivas da economia, os bancos continuam a olhar com muita desconfiança para a evolução do desemprego e do mercado imobiliário, pelo que é natural que se tornem cada vez mais conservadores na concessão de crédito à habitação.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto fica bem patente nas respostas dadas no inquérito do Banco de Portugal sobre o mercado de crédito à habitação, em que 60% da amostra revelam que se tinham tornado ligeiramente mais restritivos na aprovação de empréstimos à habitação no quarto trimestre de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">É interessante notar que os bancos confessaram ter aumentado ligeiramente os spreads aos clientes de risco médio e consideravelmente aos clientes de maior risco. Para além disso, 40% dos bancos inquiridos revelaram que aumentaram ligeiramente o rácio entre o valor do empréstimo e o valor da habitação.</p>
<p style="text-align: justify;">E as perspectivas para o primeiro trimestre de 2010 ainda são piores, pois 40% dos bancos inquiridos revelaram que irão tornar-se ligeiramente mais restritivos neste trimestre.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas este comportamento dos bancos, apesar de poder parecer injusto e calculista, é perfeitamente justificável pelos níveis de incumprimento no crédito à habitação, que estão a atingir os máximos históricos. Nunca, desde que a informação começou a ser publicada pelo Banco de Portugal, se tinha atingido um valor tão elevado como o actual: 1,8%, o que, só por si, legitima o aumento dos spreads que tem ocorrido.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além de os bancos se terem tornado mais restritivos na aprovação de crédito e de terem aumentado as suas margens, também têm desincentivado a própria procura de crédito à habitação, quer através da redução do montante máximo financiado, obrigando os clientes a dar valores mais elevados de entrada e mesmo inviabilizando a compra a todos aqueles que não possuem dinheiro suficiente para dar de entrada, quer através de avaliações mais conservadoras dos imóveis.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, para as pessoas que, apesar de tudo, consideram que actualmente é uma boa altura para comprar uma nova casa, apresentamos no quadro abaixo o resumo das ofertas actuais de crédito à habitação dos principais bancos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In dn.sapo.pt</em></p>
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		<item>
		<title>Bancos usam mudanças nos contratos para aumentar &#8220;spread&#8221;</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bancos-usam-mudancas-nos-contratos-para-aumentar-spread/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/bancos-usam-mudancas-nos-contratos-para-aumentar-spread/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 09:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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<p style="text-align: justify;">Rute Braga, nome fictício, divorciou-se e decidiu ficar com a <strong>habitação</strong> do casal. Como a casa tinha uma <strong>hipoteca</strong>, teve de alterar o contrato. O banco quadruplicou-lhe o "<strong>spread</strong>" do <strong>empréstimo</strong>, aumentando-lhe a prestação.</p>
<p style="text-align: justify;">O divórcio é apenas uma das situações que estão a levar a um aumento da margem que os bancos cobram sobre as <strong>taxas de juro</strong> dos <strong>créditos</strong>. Alargar o prazo do contrato ou mudar para <strong>taxa fixa</strong> são outras alterações que são aproveitadas para exigir um "<strong>spread</strong>" mais elevado.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Rute Braga, nome fictício, divorciou-se e decidiu ficar com a <strong>habitação</strong> do casal. Como a casa tinha uma <strong>hipoteca</strong>, teve de alterar o contrato. O banco quadruplicou-lhe o &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; do <strong>empréstimo</strong>, aumentando-lhe a prestação.</p>
<p style="text-align: justify;">O divórcio é apenas uma das situações que estão a levar a um aumento da margem que os bancos cobram sobre as <strong>taxas de juro</strong> dos <strong>créditos</strong>. Alargar o prazo do contrato ou mudar para <strong>taxa fixa</strong> são outras alterações que são aproveitadas para exigir um &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; mais elevado.</p>
<p><span id="more-501"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar a renegociação, o Governo aprovou em 2008 nova legislação a impedir a cobrança de comissões. Renegociar um contrato de crédito nunca foi tão fácil, depois das comissões de negociação terem sido abolidas pelo Governo. Mas, com a crise financeira, os bancos estão agora a praticar condições de financiamento mais exigentes. O que acaba por travar as negociações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>CGD não aumentou &#8220;spreads&#8221; às empresas pois o crédito &#8220;é a primeira prioridade&#8221;</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/cgd-nao-aumentou-spreads-empresas-credito-primeira-prioridade/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/cgd-nao-aumentou-spreads-empresas-credito-primeira-prioridade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 12:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CGD]]></category>
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<p style="text-align: justify;">O presidente da <strong>CGD</strong>, Fernando Faria de Oliveira, garantiu hoje que, neste momento, o <strong>crédito</strong> a empresas, designadamente às pequenas médias empresas (PME), “é a primeira prioridade da Caixa”, sendo por isso que, nos últimos meses, decidiu não aumentar os “<strong>spreads</strong>” neste segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi por isso mesmo que, nos últimos meses, o banco público optou por não aumentar os “<strong>spreads</strong>”, mesmo que isso implicasse prescindir de uma fatia de receitas de margem financeira.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O presidente da <strong>CGD</strong>, Fernando Faria de Oliveira, garantiu hoje que, neste momento, o <strong>crédito</strong> a empresas, designadamente às pequenas médias empresas (PME), “é a primeira prioridade da Caixa”, sendo por isso que, nos últimos meses, decidiu não aumentar os “<strong>spreads</strong>” neste segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi por isso mesmo que, nos últimos meses, o banco público optou por não aumentar os “<strong>spreads</strong>”, mesmo que isso implicasse prescindir de uma fatia de receitas de margem financeira.</p>
<p><span id="more-472"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente, a CGD tem quase 15% de quota de mercado no crédito às empresas, percentagem que o banco pretende reforçar. “Estamos em condições de crescer neste domínio”, disse, na conferência “O Papel da Banca na Recuperação da Economia Portuguesa”, promovida pela Reuters e pela TSF.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Novas regras no crédito à habitação representam custos adicionais para os clientes</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/novas-regras-no-credito-a-habitacao-representam-custos-adicionais-para-os-clientes/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/novas-regras-no-credito-a-habitacao-representam-custos-adicionais-para-os-clientes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 18:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
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<p style="text-align: justify;">O mediador do <strong>Crédito</strong>, João Amaral Tomaz, admitiu hoje que as novas regras do <strong>crédito à habitação</strong> possam implicar custos adicionais para os bancos e consequentemente para os clientes, mas considerou que isso não é da sua competência.</p>
<p style="text-align: justify;">"Não tenciono estar particularmente atento a essa possibilidade", disse Amaral Tomaz aos jornalistas à saída de uma audiência com o Presidente da República acrescentando que essa área "transcende o papel do mediador, que é o de facilitar o acesso ao <strong>crédito</strong>".</p>
<p style="text-align: justify;">O mediador reconheceu que a nova legislação obriga os bancos a uma maior exigência de informação aos clientes e que isso tem custos acrescidos, que podem vir a ser pagos pelos próprios clientes.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<p style="text-align: justify;">O mediador do <strong>Crédito</strong>, João Amaral Tomaz, admitiu hoje que as novas regras do <strong>crédito à habitação</strong> possam implicar custos adicionais para os bancos e consequentemente para os clientes, mas considerou que isso não é da sua competência.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não tenciono estar particularmente atento a essa possibilidade&#8221;, disse Amaral Tomaz aos jornalistas à saída de uma audiência com o Presidente da República acrescentando que essa área &#8220;transcende o papel do mediador, que é o de facilitar o acesso ao <strong>crédito</strong>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">O mediador reconheceu que a nova legislação obriga os bancos a uma maior exigência de informação aos clientes e que isso tem custos acrescidos, que podem vir a ser pagos pelos próprios clientes.</p>
<p><span id="more-433"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, em declarações à TSF, o presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), António de Sousa, avisou que os clientes vão pagar a factura das alterações que entraram hoje em vigor, dado terem implicado custos para os bancos, nomeadamente ao nível informático.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;São as regras do jogo, em termos comerciais, mas são regras que transcendem o papel do mediador&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Amaral Tomaz considerou que as novas regras relativas ao crédito à habitação são positivas, algumas das quais já estavam em vigor, e que estão a gerar &#8220;uma mudança de atitude&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O mediador do Crédito deslocou-se ao Palácio de Belém para dar conta ao Presidente Cavaco Silva da actividade desenvolvida pelo Conselho Provedor do Crédito, que entrou em vigor há cerca de 3 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste período de tempo foram recebidos 80 pedidos de intervenção, dos quais cerca de metade não se enquadravam na mediação.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos restantes 40 pedidos, 10 por cento eram relativos a situações de sobreendividamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Amaral Tomaz uma parte dos 40 pedidos de mediação aguarda resposta e outra parte já foi respondida.</p>
<p style="text-align: justify;">A mediação obteve sucesso, parcial ou total, em 60 por cento dos casos a que respondeu.</p>
<p style="text-align: justify;">O Presidente da República, Cavaco Silva, aproveitou a audiência para trocar algumas impressões com o Mediador sobre sobre-endividamento e dificuldades de acesso ao crédito, informou Amaral Tomaz.</p>
<p style="text-align: justify;">O mediador do Crédito foi criado por decreto-lei e tem como competência tentar facilitar o acesso por parte dos cidadãos individuais e também das empresas ao crédito bancário e servir de provedor dos clientes bancários junto das instituições financeiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje entrou em vigor uma lei que obriga os bancos a aplicar as regras do crédito à habitação aos outros empréstimos associados, conhecidos por multi-opções.</p>
<p style="text-align: justify;">Passam também a ter um prazo máximo de um ano para poderem subir o spread [margem de lucro dos bancos] &#8211; com a justificação que o cliente não cumpre com o pacote de produtos e serviços financeiros contratados &#8211; e, por último, terão que passar a apresentar a Taxa Anual Efectiva Revista (TAER) sempre que seja proposto uma redução do spread à custa da aquisição ou adesão de outros produtos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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