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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; poupanças</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Crédito Automóvel &#8211; Mudar ajuda a poupar</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 08:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ter um <strong>automóvel</strong> significa na maior parte das vezes ter um financiamento ou <strong>crédito automóvel</strong>. Com as novas regras do <strong>crédito ao consumo</strong> que entram em vigor em Janeiro, significa também a possibilidade de ter acesso a <strong>juros</strong> mais atractivos e com isso ter <strong>poupanças consideráveis</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal definiu as taxas de juros máximas que poderão ser aplicadas nos empréstimos automóveis a partir de Janeiro. Estas taxas variam entre 8% e 16,10%, dependendo do tipo de contrato e de se é um veículo novo ou usado.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas máximas que estarão em vigor em Janeiro disponíveis durante o primeiro trimestre:</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ter um <strong>automóvel</strong> significa na maior parte das vezes ter um financiamento ou <strong>crédito automóvel</strong>. Com as novas regras do <strong>crédito ao consumo</strong> que entram em vigor em Janeiro, significa também a possibilidade de ter acesso a <strong>juros</strong> mais atractivos e com isso ter <strong>poupanças consideráveis</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal definiu as taxas de juros máximas que poderão ser aplicadas nos empréstimos automóveis a partir de Janeiro. Estas taxas variam entre 8% e 16,10%, dependendo do tipo de contrato e de se é um veículo novo ou usado.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas máximas que estarão em vigor em Janeiro disponíveis durante o primeiro trimestre:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>ALD carros novos:</strong> TAEG média 6%; TAEG máxima 8%</li>
<li><strong>ALD carros usados:</strong> TAEG média 7,70%; TAEG máxima 10,30%</li>
<li><strong>Crédito com reserva de propriedade carros novos:</strong> TAEG média 8,60%; TAEG máxima 11,50%</li>
<li><strong>Crédito com reserva de propriedade carros usados:</strong> TAEG média 12,10%; TAEG máxima 16,10%</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Com as novas taxas em vigor e esta nova legislação, poderá obter poupança no seu crédito. O melhor mesmo será mesmo analisar o contrato actual e saber qual a comissão de amortização e quais os juros que lhe estão a cobrar para tentar encontrar uma solução menos dispendiosa. Poderá conseguir uma poupança no crédito transferindo o seu crédito para uma nova instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">Atenção que transferir um empréstimo para outra instituição implica que se ponha fim ao contrato já existente. Para conseguir um financiamento noutra instituição terá de pagar, pelo menos, uma comissão de abertura do processo e o imposto de selo, para os empréstimos que estiverem indexados a uma taxa fixa. Porque para financiamentos que estejam associados a uma taxa variável, a poupança poderá ser maior, já que só são descontados a comissão de abertura de processo e os impostos.</p>
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		<title>Juros da habitação sofrem maior queda de sempre em Maio</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 12:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o fim do mês à porta, as boas notícias no <strong>crédito</strong> chegam a mais famílias. As <strong>taxas Euribor</strong> estão em queda desde Outubro, mas há ainda muitos agregados que não sentiram os efeitos da descida no empréstimo da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a média da taxa a seis meses a recuar para 1,78%, em Março, as famílias vão sentir a maior redução de sempre nos encargos. A prestação vai recuar 33% a partir de Maio. Uma poupança mensal de 200 euros, para um <strong>crédito</strong> de 100 mil euros.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o fim do mês à porta, as boas notícias no <strong>crédito</strong> chegam a mais famílias. As <strong>taxas Euribor</strong> estão em queda desde Outubro, mas há ainda muitos agregados que não sentiram os efeitos da descida no empréstimo da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a média da taxa a seis meses a recuar para 1,78%, em Março, as famílias vão sentir a maior redução de sempre nos encargos. A prestação vai recuar 33% a partir de Maio. Uma poupança mensal de 200 euros, para um <strong>crédito</strong> de 100 mil euros.</p>
<p style="text-align: justify;">O Negócios fez as contas e, uma família com um empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses, com um &#8220;spread&#8221; de 0,7%, e revisão em Abril, vai sentir uma redução na prestação no valor de 199,76 euros. Esta será a primeira vez que uma família com um empréstimo nestas condições beneficiará de uma descida na prestação. Mas esta será elevada: 33,64%, de uma só vez, a maior de sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">A prestação do empréstimo em análise foi fixada nos 593,84 euros, na última revisão, efectuada com base na média mais elevada das Euribor, em Setembro. Com a descida das taxas, a prestação cai para 394,08 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo esta redução não será imediata. As famílias só vão sentir esta descida em Maio. E porquê? Porque os contratos revistos em Abril, são calculados com base na média da Euribor do mês anterior (Março), mas a nova prestação só tem efeitos em Maio. Esta descida vai ditar uma poupança de quase 1.200 euros nos seis meses seguintes.</p>
<p style="text-align: justify;">Falta um mês para que todas as famílias com créditos indexados à taxa a seis meses sintam a descida dos encargos, já que em Outubro a média da Euribor estava ainda nos 4,44%.</p>
<p style="text-align: justify;">Os contratos indexados à Euribor a seis meses não são os únicos beneficiados. Os créditos associados à taxa a três meses também vão sentir uma descida pronunciada, de quase 19%, sendo que esta será já a segunda vez que estas famílias sentem uma redução com as prestações da habitação.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando um crédito nas condições descritas anteriormente, a prestação mensal é agora de 477,01 euros. Com a actualização dos juros passará para 386,90 euros, em Maio. São menos 270 euros de encargos nos próximos três meses, numa altura em que já está a poupar mais de 100 euros por mês devido à última revisão.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões para os próximos meses apontam para novas reduções. Os economistas acreditam que o Banco Central Europeu (BCE) vai cortar a taxa de juro para 1% na próxima quinta-feira, e há mesmo casas de investimento que consideram que a autoridade monetária terá de ir mais longe. Como as Euribor acompanham a taxa do BCE, a tendência será para novas reduções nas prestações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Baixa histórica de juros</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/baixa-historica-de-juros/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 09:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[juros]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>TAXAS EURIBOR RENOVAM MÍNIMOS ABAIXO DOS DOIS POR CENTO EM VÉSPERA DE DECISÃO DO BCE.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mercado antecipou a reunião de hoje do <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>), na qual se prevê novo corte nos <strong>juros</strong>, e as <strong>taxas Euribor</strong> renovaram mínimos, abaixo dos dois por cento em todos os prazos. Segundo as previsões da maioria dos analistas, a descida da taxa de referência deverá ser de 0,5 por cento, o que vai aliviar as prestações do <strong>crédito</strong> das famílias mas, de acordo com a <strong>DECO</strong>, prejudicar as <strong>poupanças</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A concretizar-se a descida prevista, o conselho de governadores do BCE desce pela quinta vez desde Outubro, o preço do dinheiro, para 1,5 por cento, o valor mais baixo de sempre. Os analistas acreditam que os cortes não ficarão por aqui, devido ao enfraquecimento da actividade económica. Há ainda quem preveja que o corte seja de cem pontos-base, atirando a taxa para um por cento.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>TAXAS EURIBOR RENOVAM MÍNIMOS ABAIXO DOS DOIS POR CENTO EM VÉSPERA DE DECISÃO DO BCE.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mercado antecipou a reunião de hoje do <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>), na qual se prevê novo corte nos <strong>juros</strong>, e as <strong>taxas Euribor</strong> renovaram mínimos, abaixo dos dois por cento em todos os prazos. Segundo as previsões da maioria dos analistas, a descida da taxa de referência deverá ser de 0,5 por cento, o que vai aliviar as prestações do <strong>crédito</strong> das famílias mas, de acordo com a <strong>DECO</strong>, prejudicar as <strong>poupanças</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A concretizar-se a descida prevista, o conselho de governadores do BCE desce pela quinta vez desde Outubro, o preço do dinheiro, para 1,5 por cento, o valor mais baixo de sempre. Os analistas acreditam que os cortes não ficarão por aqui, devido ao enfraquecimento da actividade económica. Há ainda quem preveja que o corte seja de cem pontos-base, atirando a taxa para um por cento.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a taxa do BCE serve de referência para as taxas de juro de mercado, as Euribor, é de esperar que a decisão tenha efeitos na descida na prestação da casa. Os contratos com taxa variável que forem revistos em Abril já beneficiam do impacto do corte dos juros. Os que forem revistos neste mês de Março ainda não serão beneficiados com este corte, apesar de já poder haver descidas no empréstimo bancário devido a cortes anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem tem depósitos e outros produtos de poupança as notícias já não são tão agradáveis, dado que as Euribor que estão a antecipar o corte do BCE, também estão indexadas a esses produtos, o que os torna menos atractivos. De qualquer modo, com o corte na prestação da casa, o rendimento disponível das famílias aumenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In CorreiodaManha.pt</em></p>
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		<title>Regras mais apertadas nos empréstimos</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/regras-mais-apertadas-nos-emprestimos/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 09:56:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>CRÉDITO PARA CASAS SÓ COM POUPANÇAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os bancos estão a apertar as regras para o acesso ao <strong>crédito à habitação</strong>, mesmo num contexto em que as <strong>taxas de juro (Euribor) continuam a baixar</strong>. E não são só os <strong>spreads que estão mais elevados</strong>, já exigem mesmo que quem queira comprar casa tenha um pé-de-meia: entre dez e 15 por cento do valor do imóvel.</p>
<p style="text-align: justify;">Os bancos já não financiam a cem ou mesmo a 110 por cento a compra de imóveis, como acontecia nos anos 90. As precauções na concessão de <strong>crédito</strong> não são de agora, mas começaram a agravar-se no início de 2008 e foram-se acentuando ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">"Actualmente, já exigem um capital inicial entre dez e 15 por cento", explicou ontem Manuel Alvarez, responsável da Remax, valores confirmados ao Correio da Manhã por outras fontes do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Além desta restrição, o Banco de Portugal enumera um vasto conjunto de meios que reflectem esse agravamento: encurtamento da maturidade dos novos contratos, a redução dos montantes concedidos e do rácio entre o valor do empréstimo e da garantia, uma maior exigência quanto às garantias solicitadas, maiores comissões e outros encargos não-relacionados com as taxas de juro e a imposição de outras condições contratuais não-pecuniárias (covenants) mais apertadas.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>CRÉDITO PARA CASAS SÓ COM POUPANÇAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os bancos estão a apertar as regras para o acesso ao <strong>crédito à habitação</strong>, mesmo num contexto em que as <strong>taxas de juro (Euribor) continuam a baixar</strong>. E não são só os <strong>spreads que estão mais elevados</strong>, já exigem mesmo que quem queira comprar casa tenha um pé-de-meia: entre dez e 15 por cento do valor do imóvel.</p>
<p style="text-align: justify;">Os bancos já não financiam a cem ou mesmo a 110 por cento a compra de imóveis, como acontecia nos anos 90. As precauções na concessão de <strong>crédito</strong> não são de agora, mas começaram a agravar-se no início de 2008 e foram-se acentuando ao longo do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Actualmente, já exigem um capital inicial entre dez e 15 por cento&#8221;, explicou ontem Manuel Alvarez, responsável da Remax, valores confirmados ao Correio da Manhã por outras fontes do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Além desta restrição, o Banco de Portugal enumera um vasto conjunto de meios que reflectem esse agravamento: encurtamento da maturidade dos novos contratos, a redução dos montantes concedidos e do rácio entre o valor do empréstimo e da garantia, uma maior exigência quanto às garantias solicitadas, maiores comissões e outros encargos não-relacionados com as taxas de juro e a imposição de outras condições contratuais não-pecuniárias (covenants) mais apertadas.</p>
<p style="text-align: justify;">As razões para esta situação são várias: por um lado, porque não há expectativa de valorizações rápidas, por outro, devido à crise financeira internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O dinheiro que os bancos emprestam não é seu, vão buscá-lo a fundos espalhados pelo Mundo. Essas entidades só emprestam se houver um diferencial entre o valor da avaliação e do empréstimo que ronde os 15 a 20 por cento&#8221;, sublinha José Eduardo Macedo, presidente da APEMIP.</p>
<p style="text-align: justify;">Face a este agravamento nas condições de acesso ao crédito, quem precisa de uma habitação está a voltar-se para o mercado de arrendamento. A maior cadeia de imobiliárias em Portugal, a Remax, registou um crescimento de 48 por cento nos arrendamentos, o que representou cerca de sete por cento na facturação da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REGISTOS SIMPLIFICADOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O registo de imóveis já pode ser feito em qualquer conservatória do registo predial, independentemente da sua localização. Trata-se de uma das três novas medidas de simplificação no registo predial que entraram em vigor no passado dia 1 de Janeiro. Outra das medidas, prende-se com a possibilidade de os advogados, câmaras de comércio e indústria, notários e solicitadores prestarem, em regime de ‘balcão único’, serviços no âmbito de transacções de bens imóveis. Por outro lado, e ainda no âmbito do Simplex, passa a existir uma &#8220;certidão permanente de registo predial&#8221;, que permite o acesso à informação, permanentemente actualizada, e através da internet dos registos em vigor e das apresentações pendentes, respeitantes ao prédio descrito, de acordo com o diploma já publicado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;HOUVE UMA DESCIDA DE 10% NAS TRANSACÇÕES&#8221;:  José Eduardo Macedo, Presidente da APEMIP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Correio da Manhã – Que balanço faz de 2008 neste sector?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>José Eduardo Macedo</strong> – Reflectiu um decréscimo de 10% no número de transacções. A descida tem que ver com o abrandamento da economia, mas também com a satisfação dos consumidores. Ninguém compra casa todos os anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>– Qual a evolução dos preços?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">– Estão no limite mínimo. Não há descida, têm ocorrido acertos na negociação. Nas relações preço&#8211;custo e preço-venda as margem estão bastante reduzidas. Só tem havido descida nos imóveis usados, pois o preço inicial de venda estava muito inflacionado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>– As dificuldades no crédito e a falta de oferta no arrendamento prejudicam o sector?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">– Prejudicam o sector e o País. Os jovens que precisam de comprar casa são quem vai pagar a factura. Não tendo acesso ao crédito, são obrigados a arrendar casa a preços muito elevados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>– E expectativas para este ano?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">– A poeira está a começar a assentar. Acredito que se vai registar ligeira recuperação. Muita gente vai perceber que estamos a viver um momento perfeito para investir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SALDOS CHEGAM AO ARRENDAMENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">n Os saldos já tinham chegado às casas, mas neste ano também vai haver descontos nos contratos de arrendamento. A Remax, que lança uma campanha de saldos de imóveis, pelo terceiro ano consecutivo, decidiu incluir descontos nas habitações para arrendar. Ao todo, dispõe de 55 imóveis para arrendamentos com um desconto médio de 13 por cento.</p>
<p style="text-align: justify;">A Remax tem, até final de Fevereiro, 5900 imóveis em saldos, com descontos que variam entre os cinco e os 42 por cento. O imóvel mais caro, um terreno em Santa Maria da Feira, tem um custo de 7,5 milhões de euros, o que inclui um desconto de seis por cento. A casa mais barata, para reconstrução, localiza-se em Portalegre e está à venda por 18 mil euros, preço que inclui um desconto de 10 por cento.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos imóveis (57 por cento) localiza-se em Lisboa, Porto e Faro. Lisboa apresenta um total de 1963 imóveis, Porto 835 e Faro 577. Os restantes estão distribuídos por todo o País.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez, aparecem associados brindes aos saldos, ou seja, quem compra tem direito a uma oferta. A mais significativa é uma casa no Funchal, em que é oferecido um T2.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EURIBOR DESDE ABAIXO DOS 3%</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal, especialmente nos contratos de crédito à habitação, desceu ontem abaixo dos três por cento. Aliás, todas as taxas Euribor, a descer há 59 sessões consecutivas, fixavam-se ontem abaixo do patamar dos três por cento. Recorde-se que esta queda no preço a que os bancos emprestam dinheiro entre si tem-se registado na sequências das reduções decididas pelo Banco Central Europeu (BCE).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VENDA COM CERTIFICADO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os edifícios que sejam vendidos ou arrendados têm de possuir um certificado energético, sem o qual a transacção não ficará concluída, de acordo com o estabelecido pelo Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE). Os certificados , que rondam os 500 euros, têm de ser emitidos por peritos qualificados, supervisionados pela Agência para a Energia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MERCADO SATURADO ATÉ 2050</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma tese de Mestrado desenvolvida pela técnica do Instituto Nacional de Estatística Fátima Moreira mostra que em 2006 já existiam casas suficientes para albergar as famílias portuguesas, noticiou ontem o ‘Público’. Segundo o trabalho, o excedente na oferta de imóveis irá manter-se até 2050.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MAIS DADOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">RENDAS SOBEM 2,8%</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento anual da renda para 2008 foi definido nos 2,8%.</p>
<p style="text-align: justify;">ENCARGOS CRESCEM</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o INE, os gastos com a habitação eram, em 1990, cerca de 12,4%. Em 2006, o peso no orçamento das famílias portuguesas subiu para os 26,6%.</p>
<p style="text-align: justify;">RENDA PASSOU DE MODA</p>
<p style="text-align: justify;">O arrendamento foi uma opção que as famílias nos anos 90 foram preterindo face à possibilidade de compra de habitação: as casas arrendadas reduziram de um milhão para 740 mil entre 1981 e 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">FUNDO IMOBILIÁRIO</p>
<p style="text-align: justify;">O Fundo de Arrendamento Imobiliário, criado pelo Governo, permite às famílias com dificuldades trocar o empréstimo por uma renda 25% mais barata. A pessoa tem opção de recompra do imóvel ao banco após dez anos.</p>
<p style="text-align: justify;">CAIXA JÁ AVANÇOU</p>
<p style="text-align: justify;">A Caixa Geral de Depósitos, o primeiro banco a apostar neste fundo de arrendamento, tinha, no início de Novembro, cerca de 3500 imóveis com o regime de opção de compra.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In CorreiodaManha.pt</em></p>
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