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Crédito Automóvel – Mudar ajuda a poupar

Ter um automóvel significa na maior parte das vezes ter um financiamento ou crédito automóvel. Com as novas regras do crédito ao consumo que entram em vigor em Janeiro, significa também a possibilidade de ter acesso a juros mais atractivos e com isso ter poupanças consideráveis.

O Banco de Portugal definiu as taxas de juros máximas que poderão ser aplicadas nos empréstimos automóveis a partir de Janeiro. Estas taxas variam entre 8% e 16,10%, dependendo do tipo de contrato e de se é um veículo novo ou usado.

As taxas máximas que estarão em vigor em Janeiro disponíveis durante o primeiro trimestre:

Juros da habitação sofrem maior queda de sempre em Maio

Com o fim do mês à porta, as boas notícias no crédito chegam a mais famílias. As taxas Euribor estão em queda desde Outubro, mas há ainda muitos agregados que não sentiram os efeitos da descida no empréstimo da casa.

Com a média da taxa a seis meses a recuar para 1,78%, em Março, as famílias vão sentir a maior redução de sempre nos encargos. A prestação vai recuar 33% a partir de Maio. Uma poupança mensal de 200 euros, para um crédito de 100 mil euros.

Baixa histórica de juros

TAXAS EURIBOR RENOVAM MÍNIMOS ABAIXO DOS DOIS POR CENTO EM VÉSPERA DE DECISÃO DO BCE.

O mercado antecipou a reunião de hoje do Banco Central Europeu (BCE), na qual se prevê novo corte nos juros, e as taxas Euribor renovaram mínimos, abaixo dos dois por cento em todos os prazos. Segundo as previsões da maioria dos analistas, a descida da taxa de referência deverá ser de 0,5 por cento, o que vai aliviar as prestações do crédito das famílias mas, de acordo com a DECO, prejudicar as poupanças.

A concretizar-se a descida prevista, o conselho de governadores do BCE desce pela quinta vez desde Outubro, o preço do dinheiro, para 1,5 por cento, o valor mais baixo de sempre. Os analistas acreditam que os cortes não ficarão por aqui, devido ao enfraquecimento da actividade económica. Há ainda quem preveja que o corte seja de cem pontos-base, atirando a taxa para um por cento.

Regras mais apertadas nos empréstimos

CRÉDITO PARA CASAS SÓ COM POUPANÇAS

Os bancos estão a apertar as regras para o acesso ao crédito à habitação, mesmo num contexto em que as taxas de juro (Euribor) continuam a baixar. E não são só os spreads que estão mais elevados, já exigem mesmo que quem queira comprar casa tenha um pé-de-meia: entre dez e 15 por cento do valor do imóvel.

Os bancos já não financiam a cem ou mesmo a 110 por cento a compra de imóveis, como acontecia nos anos 90. As precauções na concessão de crédito não são de agora, mas começaram a agravar-se no início de 2008 e foram-se acentuando ao longo do ano.

“Actualmente, já exigem um capital inicial entre dez e 15 por cento”, explicou ontem Manuel Alvarez, responsável da Remax, valores confirmados ao Correio da Manhã por outras fontes do mercado.

Além desta restrição, o Banco de Portugal enumera um vasto conjunto de meios que reflectem esse agravamento: encurtamento da maturidade dos novos contratos, a redução dos montantes concedidos e do rácio entre o valor do empréstimo e da garantia, uma maior exigência quanto às garantias solicitadas, maiores comissões e outros encargos não-relacionados com as taxas de juro e a imposição de outras condições contratuais não-pecuniárias (covenants) mais apertadas.

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