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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; particulares</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Empresas e particulares têm mais dificuldades em pagar</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 13:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>
		<category><![CDATA[particulares]]></category>

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<p style="text-align: justify;"><strong>MALPARADO SOBE 39,8 POR CENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito</strong> de cobrança duvidosa das famílias e das empresas atingiu o valor recorde de 5,46 mil milhões de euros no passado mês de Outubro. Uma subida de 39,8 por cento face a igual período do ano anterior que mostra como famílias e empresas têm cada vez mais dificuldade em pagar as dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro último o <strong>crédito malparado</strong> das famílias ascendia aos 2,93 mil milhões de euros – o valor mais alto de sempre – o que representa um aumento de 31 por cento face a igual mês do ano anterior, de acordo com os dados constantes no Boletim Estatístico do Banco de Portugal ontem divulgado. O malparado das famílias tem agora um peso de 2,2 por cento no total de empréstimos concedidos. Do lado das empresas, a subida na cobrança duvidosa foi de 50 por cento, ou 845 milhões de euros, no espaço de um ano, fixando-se nos 2,5 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo período a concessão de empréstimos às empresas aumentou 11%, para os 110,75 mil milhões de euros, enquanto no caso das famílias a subida foi de 5,9 por cento, para 132, 48 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No crédito à habitação o malparado também atingiu um recorde, ao ascender a 1,56 mil milhões de euros. O crescimento foi de 25,3 por cento face a Outubro de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, esta subida não se compara com a verificada no crédito ao consumo, onde o crédito malparado disparou 75 por cento, alcançando os 755 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">"Não são valores que surpreendam no cenário actual de crise. E se as condições no mercado de trabalho não melhorarem, as condições de risco de agravamento da situação também serão superiores", declarou ao Correio da Manhã Catarina Frade, do Observatório do Endividamento.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><strong>MALPARADO SOBE 39,8 POR CENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito</strong> de cobrança duvidosa das famílias e das empresas atingiu o valor recorde de 5,46 mil milhões de euros no passado mês de Outubro. Uma subida de 39,8 por cento face a igual período do ano anterior que mostra como famílias e empresas têm cada vez mais dificuldade em pagar as dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro último o <strong>crédito malparado</strong> das famílias ascendia aos 2,93 mil milhões de euros – o valor mais alto de sempre – o que representa um aumento de 31 por cento face a igual mês do ano anterior, de acordo com os dados constantes no Boletim Estatístico do Banco de Portugal ontem divulgado. O malparado das famílias tem agora um peso de 2,2 por cento no total de empréstimos concedidos. Do lado das empresas, a subida na cobrança duvidosa foi de 50 por cento, ou 845 milhões de euros, no espaço de um ano, fixando-se nos 2,5 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo período a concessão de empréstimos às empresas aumentou 11%, para os 110,75 mil milhões de euros, enquanto no caso das famílias a subida foi de 5,9 por cento, para 132, 48 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No crédito à habitação o malparado também atingiu um recorde, ao ascender a 1,56 mil milhões de euros. O crescimento foi de 25,3 por cento face a Outubro de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, esta subida não se compara com a verificada no crédito ao consumo, onde o crédito malparado disparou 75 por cento, alcançando os 755 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não são valores que surpreendam no cenário actual de crise. E se as condições no mercado de trabalho não melhorarem, as condições de risco de agravamento da situação também serão superiores&#8221;, declarou ao Correio da Manhã Catarina Frade, do Observatório do Endividamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PORTUGUESES DEPOSITAM 111,9 MIL MILHÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os depósitos das famílias nos bancos aumentaram mais de dois mil milhões de euros em Outubro quando comparados com o mês anterior, fixando-se nos 111,9 mil milhões de euros, o que corresponde ao valor mais elevado de sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando comparado com igual período do ano passado, o aumento do volume depositado pelas famílias cresceu 14,53%. Esta evolução mostra que as famílias estão mais cautelosas com a aplicação das suas poupanças tendo em conta a crise financeira e reflecte a fuga ao risco por parte dos investidores em consequência das elevadas perdas registadas nos mercados bolsistas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>APONTAMENTOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">79,1  POR CENTO</p>
<p style="text-align: justify;">O peso do crédito à habitação no montante total de empréstimos concedidos está já nos 79,1%, tendo atingido os 104,8 mil milhões de euros em Outubro último.</p>
<p style="text-align: justify;">INVESTIMENTO CAI</p>
<p style="text-align: justify;">O investimento directo estrangeiro em Portugal recuou 23% nos dez primeiros meses do ano para 3,14 mil milhões de euros, contra os 4,08 mil milhões atraídos em igual período do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">DÉFICE AGRAVA-SE</p>
<p style="text-align: justify;">O défice provisório da Balança Corrente de Portugal, entre Janeiro e Outubro de 2008, atingiu os 15,96 milhões de euros, agravando-se 35% face ao défice de igual período de 2007, segundo os dados do Banco de Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In CorreiodaManha.pt</em></p>
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