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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; malparado</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Crédito malparado volta a aumentar</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 01:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lneves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[As famílias e as empresas do nosso país têm cada vez mais dificuldades em cumprir os seus compromissos com os bancos. Assim nos últimos meses o crédito malparado junto da banca voltou a aumentar segundo o Banco de Portugal. Aqui ficam os dados: Nos particulares o crédito com cobrança duvidosa na habitação cresceu 20 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As famílias e as empresas do nosso país têm cada vez mais dificuldades em cumprir os seus compromissos com os bancos. Assim nos últimos meses o crédito malparado junto da banca voltou a aumentar segundo o Banco de Portugal.</p>
<p>Aqui ficam os dados:<br />
Nos particulares o crédito com cobrança duvidosa na habitação cresceu 20 milhões de euros, atingindo um total de 1,99 mil milhões de euros. No consumo o crédito malparado subiu 12 milhões de euros para 1,34 mil milhões de euros, atingindo assim um máximo histórico.</p>
<p>Diz o boletim estatístico do Banco de Portugal que mais de 3% dos empréstimos concedidos às famílias portuguesas estão qualificados como “malparado”, o que corresponde a 4,3 mil milhões de euros. Sendo que no crédito ao consumo a situação é ainda mais grave, com o crédito malparado a passar a barreira dos 8%.</p>
<p>Factores determinantes para este fenómeno são os cortes salariais, o aumento do desemprego e a subida dos impostos, que fazem com que as famílias portuguesas tenham cada vez mais dificuldades em cumprir com o pagamento das suas prestações à banca. A juntar a isto está também o crédito malparado das empresas que subiu para cerca de 5%.</p>
<p>Assim, só se pode esperar de facto que a banca restrinja cada vez mais a concessão de crédito quer a particulares quer a empresas.</p>
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		<title>Crédito às familias e malparado cresce!</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 22:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>

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		<description><![CDATA[O crédito concedido às famílias aumentou 147 milhões de euros de Setembro para Outubro, tendo o crédito considerado de cobrança duvidosa aumentado 98 milhões de euros, indicou hoje o Banco de Portugal (BdP). De acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal, o crédito concedido pelos bancos em território nacional às famílias aumentou de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito concedido às famílias aumentou 147 milhões de euros de Setembro para Outubro, tendo o crédito considerado de cobrança duvidosa aumentado 98 milhões de euros, indicou hoje o Banco de Portugal (BdP).</p>
<p>De acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal, o crédito concedido pelos bancos em território nacional às famílias aumentou de 140.972 milhões de euros para 141.119 milhões de euros.</p>
<p>O crédito considerado de cobrança duvidosa, o chamado malparado, também aumentou em dois terços do aumento do dinheiro emprestado.</p>
<p>Este valor passou de 4.119 para 4.217 milhões de euros, representando já 2,98% do total do valor emprestado aos particulares.</p>
<p>O segmento do crédito à habitação foi o único a registar uma subida no valor emprestado aos particulares, com uma subida de 189 milhões de euros, havendo uma quebra de 38 milhões no valor concedido para outros fins (que não consumo e habitação) e de 4 milhões de euros no valor emprestado para consumo.</p>
<p>Em sentido contrário esteve o valor do malparado. Apesar da diminuição no valor emprestado para outros fins e consumo, o malparado aumentou mais nestes dois segmentos.</p>
<p>O malparado no crédito para outros fins subiu 40 milhões e no consumo 36 euros, tendo na habitação aumentado também, mas 21 milhões de euros, entre Setembro e Outubro.</p>
<p>Ainda assim, devido ao seu maior peso, o malparado na habitação e no consumo continuam a representar grande parte do bolo total, mais de 77,2% de todo o malparado nas famílias.</p>
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		<title>Provisões para o crédito crescem mais em Portugal que em Espanha</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/provisoes-para-o-credito-crescem-mais-em-portugal-que-em-espanha/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 10:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BCP]]></category>
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		<category><![CDATA[BPI]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>malparado</strong> dá sinais de crescimento em Portugal, com o aumento das provisões a ser superior ao registado em Espanha. Os maiores bancos privados cotados na bolsa de Lisboa revelaram todos aumentos significativos no <strong>crédito</strong> vencido.</p>
<p style="text-align: justify;">Só nos primeiros seis meses, BCP, BES e BPI efectuaram provisões no montante de 598 milhões de euros para cobrir perdas com <strong>créditos</strong> classificados de incobráveis. No mesmo período, mas em 2008, o valor total adjudicado à cobertura de perdas no <strong>crédito</strong> ficou-se pelos 368 milhões. Ou seja, há um aumento de 62,5%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>malparado</strong> dá sinais de crescimento em Portugal, com o aumento das provisões a ser superior ao registado em Espanha. Os maiores bancos privados cotados na bolsa de Lisboa revelaram todos aumentos significativos no <strong>crédito</strong> vencido.</p>
<p style="text-align: justify;">Só nos primeiros seis meses, BCP, BES e BPI efectuaram provisões no montante de 598 milhões de euros para cobrir perdas com <strong>créditos</strong> classificados de incobráveis. No mesmo período, mas em 2008, o valor total adjudicado à cobertura de perdas no <strong>crédito</strong> ficou-se pelos 368 milhões. Ou seja, há um aumento de 62,5%.</p>
<p><span id="more-355"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A situação em Portugal não é muito diferente da espanhola. Nos primeiros seis meses de 2009, os sete maiores bancos privados espanhóis provisionaram mais 7.826 milhões para o malparado.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Crédito malparado na habitação no nível mais alto da década</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/credito-malparado-na-habitacao-no-nivel-mais-alto-da-decada/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 11:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os portugueses sentem cada vez mais dificuldade para cumprir o pagamento dos seus <strong>empréstimos</strong>. O <strong>malparado</strong> continua a subir em todas as finalidades de <strong>crédito</strong>, atingindo já níveis considerados preocupantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os últimos dados estatísticos do <strong>Banco de Portugal</strong> (BdP) revelam que em Abril havia 3,38 mil milhões de euros em <strong>créditos</strong> a particulares de cobrança duvidosa. Duas vezes o custo previsto para a construção da terceira travessia sobre o Tejo. O montante representa 2,54% do total de <strong>empréstimos</strong> concedidos, o peso mais elevado desde 1999.</p>
<p style="text-align: justify;">A habitação, aquilo que tipicamente as famílias deixam de pagar em último lugar numa situação de aperto, regista o peso mais baixo: 1,653%. Ainda que reduzida, esta é a percentagem mais elevada desde Dezembro de 1997, mês a partir do qual a série cronológica do BdP tem dados. Em Abril, estavam por pagar 1,75 mil milhões de euros, o que representa mais de metade do malparado total.</p>
<p style="text-align: justify;">"Os números são já preocupantes. Embora o peso não seja muito elevado, é significativo em termos históricos", considera Teresa Gil Pinheiro, economista do BPI. O crescimento do malparado foi uma das principais preocupações expressas pelo Banco de Portugal no último relatório de estabilidade financeira.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os portugueses sentem cada vez mais dificuldade para cumprir o pagamento dos seus <strong>empréstimos</strong>. O <strong>malparado</strong> continua a subir em todas as finalidades de <strong>crédito</strong>, atingindo já níveis considerados preocupantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os últimos dados estatísticos do <strong>Banco de Portugal</strong> (BdP) revelam que em Abril havia 3,38 mil milhões de euros em <strong>créditos</strong> a particulares de cobrança duvidosa. Duas vezes o custo previsto para a construção da terceira travessia sobre o Tejo. O montante representa 2,54% do total de <strong>empréstimos</strong> concedidos, o peso mais elevado desde 1999.</p>
<p style="text-align: justify;">A habitação, aquilo que tipicamente as famílias deixam de pagar em último lugar numa situação de aperto, regista o peso mais baixo: 1,653%. Ainda que reduzida, esta é a percentagem mais elevada desde Dezembro de 1997, mês a partir do qual a série cronológica do BdP tem dados. Em Abril, estavam por pagar 1,75 mil milhões de euros, o que representa mais de metade do malparado total.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os números são já preocupantes. Embora o peso não seja muito elevado, é significativo em termos históricos&#8221;, considera Teresa Gil Pinheiro, economista do BPI. O crescimento do malparado foi uma das principais preocupações expressas pelo Banco de Portugal no último relatório de estabilidade financeira.</p>
<p><span id="more-301"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O incumprimento nos empréstimos ao consumo é mais &#8220;pesado&#8221;. São 910 milhões de euros, que equivalem a 5,89% do total concedido. Desde Maio de 1998 que o malparado não era tão elevado.</p>
<p style="text-align: justify;">O nível é ainda mais alto no crédito para outros fins, onde se inclui o financiamento a empresários em nome individual. Chega aos 8,91%.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta evolução é o espelho da deterioração da economia e, em particular, do aumento do desemprego. Mas, para Teresa Gil Pinheiro, o ritmo de aumento do malparado deve cair nos próximos meses. &#8220;As taxas de juro têm vindo a descer e devem passar agora por um período de maior estabilidade, reduzindo o encargo das famílias&#8221;, assinala. A Euribor a 6 meses, o principal indexante do crédito à habitação, está agora nos 1,472%, depois de ter atingido um recorde nos 5,44%, em Outubro. Para uma inversão na tendência será necessária uma melhoria na actividade económica.</p>
<p style="text-align: justify;">A tendência de aumento do malparado verifica-se também no crédito às empresas. No final de Abril estavam por pagar 3,71 mil milhões de euros ou 3,16% do financiamento concedido, o nível mais alto desde Fevereiro de 2000. O peso do malparado duplicou desde o final de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">O &#8220;fardo&#8221; cada vez maior do malparado resulta não só do aumento do incumprimento, mas também de um abrandamento na concessão de crédito. Os empréstimos a particulares cresceram 2,1% em Abril, o ritmo mais baixo desde Março de 2004. No início do ano passado, as taxas eram de dois dígitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas empresas, a taxa de crescimento anual do financiamento foi de 7% em Abril, caindo pelo oitavo mês consecutivo. Uma evolução explicada pela maior restritividade na concessão de crédito pelos bancos, mas também pelo adiamento dos investimentos pelas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Crédito malparado sobe para novo recorde</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/credito-malparado-sobe-para-novo-recorde/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 21:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito malparado</strong> entre os particulares continua a aumentar, representando 2,48% do total do <strong>crédito</strong> concedido, em Março. Este é mesmo o valor mais elevado desde 1999, e para o aumento contribuíram todos os destinos de financiamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crédito à habitação</strong>, ao consumo e para outros fins assistiram a um acréscimo no incumprimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Na habitação, o peso do mal parado face aos empréstimos aumentou para 1,61%, um valor que fica aquém dos 5,8% registado no consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">O crédito malparado na habitação está agora nos 1,691 mil milhões de euros, mais 26 milhões que em Fevereiro. No consumo passou de 861 para 896 milhões de euros.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito malparado</strong> entre os particulares continua a aumentar, representando 2,48% do total do <strong>crédito</strong> concedido, em Março. Este é mesmo o valor mais elevado desde 1999, e para o aumento contribuíram todos os destinos de financiamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crédito à habitação</strong>, ao consumo e para outros fins assistiram a um acréscimo no incumprimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Na habitação, o peso do mal parado face aos empréstimos aumentou para 1,61%, um valor que fica aquém dos 5,8% registado no consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">O crédito malparado na habitação está agora nos 1,691 mil milhões de euros, mais 26 milhões que em Fevereiro. No consumo passou de 861 para 896 milhões de euros.</p>
<p><span id="more-288"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O crédito de cobrança duvidosa junto das famílias portuguesas (habitação, consumo e outros fins) situou-se em Março nos 3,295 mil milhões de euros, mais 132 milhões de euros do que em Fevereiro. Dado os empréstimos terem subido para 132,9 mil milhões de euros, o malparado representa agora 2,48% do crédito concedido.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas empresas o malparado também subiu, em Março, para os 2,97%, o mais elevado desde Abril de 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes valores, que constam no Boletim Estatístico divulgado hoje pelo Banco de Portugal e já noticiados pelo Negócios na semana passada, confirmam a perspectiva do banco central de que o mal parado este ano vai subir para o valor mais elevado de sempre.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Malparado no nível mais elevado da última década</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/malparado-no-nivel-mais-elevado-da-ultima-decada/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 10:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito malparado</strong> entre os particulares continua a aumentar, representando 2,48% do total do <strong>crédito</strong> concedido, em Março. Este é mesmo o valor mais elevado desde 1999, e para o aumento contribuíram todos os destinos de <strong>financiamento</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crédito à habitação</strong>, ao consumo e para outros fins assistiram a um acréscimo no incumprimento.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito malparado</strong> entre os particulares continua a aumentar, representando 2,48% do total do <strong>crédito</strong> concedido, em Março. Este é mesmo o valor mais elevado desde 1999, e para o aumento contribuíram todos os destinos de <strong>financiamento</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crédito à habitação</strong>, ao consumo e para outros fins assistiram a um acréscimo no incumprimento.</p>
<p><span id="more-279"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Na habitação, o peso do malparado face aos empréstimos aumentou para 1,61%, um valor que fica aquém dos 5,8% registado no consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas empresas o malparado também subiu, em Março, para os 2,97%, o mais elevado desde Abril de 2000.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Crédito malparado dispara</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/credito-malparado-dispara/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/credito-malparado-dispara/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 11:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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		<category><![CDATA[malparado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os tempos são de <strong>crise</strong>, mas nem isso impede os portugueses de irem às compras e pagar a <strong>crédito</strong>. Os problemas vêm depois. Segundo dados ontem revelados pelo <strong>Banco de Portugal</strong>, que se estendem até Janeiro de 2009, o <strong>crédito malparado</strong> no consumo supera os 5% do total de <strong>empréstimos</strong> concedidos. São 788 milhões de euros que os portugueses não pagaram aos bancos. Feitas as contas, em cada cem euros emprestados cinco ficam por pagar.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de a situação ser mais grave nos empréstimos para o consumo, na habitação a tendência continua a não ser positiva. Há 1,6 mil milhões de euros por pagar no empréstimo para a casa que os portugueses contraem junto das instituições bancárias, o que totaliza 1,5 por cento do crédito concedido. Excluindo os valores de Novembro do ano passado, trata-se do nível mais elevado desde o mês homólogo de 2004. O total do malparado dos dois tipos de empréstimo, habitação e consumo, ascende a quase três mil milhões de euros, o que significa que os calotes estão agora em níveis recorde.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os tempos são de <strong>crise</strong>, mas nem isso impede os portugueses de irem às compras e pagar a <strong>crédito</strong>. Os problemas vêm depois. Segundo dados ontem revelados pelo <strong>Banco de Portugal</strong>, que se estendem até Janeiro de 2009, o <strong>crédito malparado</strong> no consumo supera os 5% do total de <strong>empréstimos</strong> concedidos. São 788 milhões de euros que os portugueses não pagaram aos bancos. Feitas as contas, em cada cem euros emprestados cinco ficam por pagar.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de a situação ser mais grave nos empréstimos para o consumo, na habitação a tendência continua a não ser positiva. Há 1,6 mil milhões de euros por pagar no empréstimo para a casa que os portugueses contraem junto das instituições bancárias, o que totaliza 1,5 por cento do crédito concedido. Excluindo os valores de Novembro do ano passado, trata-se do nível mais elevado desde o mês homólogo de 2004. O total do malparado dos dois tipos de empréstimo, habitação e consumo, ascende a quase três mil milhões de euros, o que significa que os calotes estão agora em níveis recorde.</p>
<p style="text-align: justify;">A explicar estas subidas nos incumprimentos dos empréstimos concedidos há várias razões. Mas aquela que aparece quase sempre como primeira explicação é a condição de desempregado, fruto da crise económica e financeira, que impede as famílias portuguesas de honrarem os compromissos financeiros (ver caixa).</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados mais recentes sobre pedidos de ajuda de famílias sobreendividadas mostram uma subida clara: em 2000 havia apenas 152 processos na DECO; em 2008, mais de dois mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Com estas dificuldades em cumprir as obrigações junto dos bancos, o próprio sistema bancário está mais cauteloso. Os empréstimos concedidos às famílias cresceram 3,6% em Janeiro em relação ao mês homólogo, o que revela um abrandamento significativo. Há um ano a taxa de variação homóloga era de 10,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">O crédito total concedido pela Banca aos portugueses para o crédito habitação ascende aos 104 mil milhões de euros. No que se refere ao crédito ao consumo, os valores totais situam-se nos 15,4 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In CorreiodaManha.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Clientes da American Express recebem 300 dólares para encerrarem contas</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/clientes-da-american-express-recebem-300-dolares-para-encerrarem-contas/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 09:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[American Express]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[lucros]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>American Express</strong> está a oferecer 300 dólares a alguns dos seus clientes. Em troca estes só precisam de deixar de usar o <strong>cartão de crédito</strong> e saldar as suas dívidas até dia 30 de Abril.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa anunciou esta medida numa altura em que o incumprimento está a ameaçar os seus lucros. De acordo com as estimativas do Goldman Sachs, o crédito mal parado pode atingir o nível mais elevado de sempre e chegar a 11% do total do sector em 2009.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>American Express</strong> está a oferecer 300 dólares a alguns dos seus clientes. Em troca estes só precisam de deixar de usar o <strong>cartão de crédito</strong> e saldar as suas dívidas até dia 30 de Abril.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa anunciou esta medida numa altura em que o incumprimento está a ameaçar os seus lucros. De acordo com as estimativas do Goldman Sachs, o crédito mal parado pode atingir o nível mais elevado de sempre e chegar a 11% do total do sector em 2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-234"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A confirmar-se este cenário, ele levaria a uma queda de 40% dos lucros da American Express.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tentar evitar esta situação, a empresa decidiu oferecer 300 dólares a alguns clientes, para que estes deixem de usar o cartão de crédito e liquidem as suas dividas até dia 30 de Abril.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
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		<title>Empresas e particulares têm mais dificuldades em pagar</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/empresas-e-particulares-tem-mais-dificuldades-em-pagar/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 13:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>
		<category><![CDATA[particulares]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>MALPARADO SOBE 39,8 POR CENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito</strong> de cobrança duvidosa das famílias e das empresas atingiu o valor recorde de 5,46 mil milhões de euros no passado mês de Outubro. Uma subida de 39,8 por cento face a igual período do ano anterior que mostra como famílias e empresas têm cada vez mais dificuldade em pagar as dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro último o <strong>crédito malparado</strong> das famílias ascendia aos 2,93 mil milhões de euros – o valor mais alto de sempre – o que representa um aumento de 31 por cento face a igual mês do ano anterior, de acordo com os dados constantes no Boletim Estatístico do Banco de Portugal ontem divulgado. O malparado das famílias tem agora um peso de 2,2 por cento no total de empréstimos concedidos. Do lado das empresas, a subida na cobrança duvidosa foi de 50 por cento, ou 845 milhões de euros, no espaço de um ano, fixando-se nos 2,5 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo período a concessão de empréstimos às empresas aumentou 11%, para os 110,75 mil milhões de euros, enquanto no caso das famílias a subida foi de 5,9 por cento, para 132, 48 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No crédito à habitação o malparado também atingiu um recorde, ao ascender a 1,56 mil milhões de euros. O crescimento foi de 25,3 por cento face a Outubro de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, esta subida não se compara com a verificada no crédito ao consumo, onde o crédito malparado disparou 75 por cento, alcançando os 755 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">"Não são valores que surpreendam no cenário actual de crise. E se as condições no mercado de trabalho não melhorarem, as condições de risco de agravamento da situação também serão superiores", declarou ao Correio da Manhã Catarina Frade, do Observatório do Endividamento.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>MALPARADO SOBE 39,8 POR CENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito</strong> de cobrança duvidosa das famílias e das empresas atingiu o valor recorde de 5,46 mil milhões de euros no passado mês de Outubro. Uma subida de 39,8 por cento face a igual período do ano anterior que mostra como famílias e empresas têm cada vez mais dificuldade em pagar as dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro último o <strong>crédito malparado</strong> das famílias ascendia aos 2,93 mil milhões de euros – o valor mais alto de sempre – o que representa um aumento de 31 por cento face a igual mês do ano anterior, de acordo com os dados constantes no Boletim Estatístico do Banco de Portugal ontem divulgado. O malparado das famílias tem agora um peso de 2,2 por cento no total de empréstimos concedidos. Do lado das empresas, a subida na cobrança duvidosa foi de 50 por cento, ou 845 milhões de euros, no espaço de um ano, fixando-se nos 2,5 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo período a concessão de empréstimos às empresas aumentou 11%, para os 110,75 mil milhões de euros, enquanto no caso das famílias a subida foi de 5,9 por cento, para 132, 48 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No crédito à habitação o malparado também atingiu um recorde, ao ascender a 1,56 mil milhões de euros. O crescimento foi de 25,3 por cento face a Outubro de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, esta subida não se compara com a verificada no crédito ao consumo, onde o crédito malparado disparou 75 por cento, alcançando os 755 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não são valores que surpreendam no cenário actual de crise. E se as condições no mercado de trabalho não melhorarem, as condições de risco de agravamento da situação também serão superiores&#8221;, declarou ao Correio da Manhã Catarina Frade, do Observatório do Endividamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PORTUGUESES DEPOSITAM 111,9 MIL MILHÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os depósitos das famílias nos bancos aumentaram mais de dois mil milhões de euros em Outubro quando comparados com o mês anterior, fixando-se nos 111,9 mil milhões de euros, o que corresponde ao valor mais elevado de sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando comparado com igual período do ano passado, o aumento do volume depositado pelas famílias cresceu 14,53%. Esta evolução mostra que as famílias estão mais cautelosas com a aplicação das suas poupanças tendo em conta a crise financeira e reflecte a fuga ao risco por parte dos investidores em consequência das elevadas perdas registadas nos mercados bolsistas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>APONTAMENTOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">79,1  POR CENTO</p>
<p style="text-align: justify;">O peso do crédito à habitação no montante total de empréstimos concedidos está já nos 79,1%, tendo atingido os 104,8 mil milhões de euros em Outubro último.</p>
<p style="text-align: justify;">INVESTIMENTO CAI</p>
<p style="text-align: justify;">O investimento directo estrangeiro em Portugal recuou 23% nos dez primeiros meses do ano para 3,14 mil milhões de euros, contra os 4,08 mil milhões atraídos em igual período do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">DÉFICE AGRAVA-SE</p>
<p style="text-align: justify;">O défice provisório da Balança Corrente de Portugal, entre Janeiro e Outubro de 2008, atingiu os 15,96 milhões de euros, agravando-se 35% face ao défice de igual período de 2007, segundo os dados do Banco de Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In CorreiodaManha.pt</em></p>
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