Limite dos juros no consumo só em 2010

Entra hoje em vigor a legislação que vai permitir ao Banco de Portugal regular as taxas de juro praticadas no crédito ao consumo. Contudo, só mais tarde, no final deste último trimestre, se saberão quais serão os limites dos juros praticados neste segmento. Mas só os contratos de crédito que forem celebrados a partir de Janeiro de 2010 é que vão beneficiar desta medida.

Em Junho foi publicado o Decreto-Lei nº 133/2009, que definiu que o Banco de Portugal passaria, a partir de 1 de Outubro, a divulgar a média das taxas de juro praticadas nos vários segmentos do crédito ao consumo, valores a partir dos quais seriam determinadas as taxas máximas que poderiam ser aplicadas pelas instituições. Sendo que as entidades financeiras só poderão praticar juros, no máximo, correspondentes a um terço das médias trimestrais, divulgadas pela entidade presidida por Vítor Constâncio.

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Banqueiros avisam para subidas da Euribor

Os juros que servem de indexante ao crédito à habitação nunca estiveram tão baixos como agora. Mas este cenário não está para ficar e os aumentos podem começar já no próximo ano.

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Conheça as novas regras no crédito ao consumo

Os créditos ao consumo entre 200 e 75 mil euros vão estar sujeitos a novas regras a partir de 1 de Julho, no que toca aos deveres de informação aos consumidores e taxas por amortização antecipada dos empréstimos. Veja as principais regras que serão implementadas em Julho e consulte aqui o Decreto-Lei nº133/2009.

Instituições financeiras com mais deveres de informação aos clientes

A partir de 1 de Julho, as instituições financeiras terão regras apertadas na publicidade a créditos ao consumo. São também obrigadas a prestar todos os esclarecimentos aos consumidores relativos aos detalhes do contrato, à situação de solvabilidade do cliente antes da assinatura do contrato. Se não cumprirem qualquer uma das normas previstas na lei, o consumidor pode pedir a anulação do contrato de crédito. Os novos deveres de informação aplicam-se tanto aos novos contratos, como aos que estão em

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Euribor a um mês abaixo de 1% e indicia descida de juros do BCE

As taxas Euribor voltaram a cair, os indexantes mais utilizados no crédito à habitação, acumulando já a quarta sessão consecutiva de quedas, depois de um período de instabilidade nos mercado. A taxa a um mês volta a estar em destaque estando já cinco pontos base abaixo dos 1%, indicando que o mercado acredita que o BCE vai colocar os juros abaixo daquela fasquia.

A Euribor a três meses caiu para os 1,372%, a taxa a seis meses tocou hoje nos 1,569% e o prazo mais longo, 12 meses, desceu hoje para os 1,734%.

Depois de umas sessões em que a tendência foi pouco definida e que levou mesmo a que as taxas subissem, as Euribor voltaram a perder valor, acumulando já quatro sessões de quedas.

A taxa a um mês volta a estar em destaque uma vez que tem registado fortes quedas. Esta taxa tem-se

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Taxas Euribor invertem tendência e sobem

As taxas Euribor, que servem de referência ao crédito interbancário, inverteram a tendência de queda e apresentaram esta segunda-feira subidas em todos os prazos, excepto na maturidade a três meses, que se manteve inalterada.

A Euribor a três meses manteve-se fixada em 1,405 por cento, enquanto a taxa a seis meses, o indexante mais utilizado no crédito à habitação, subiu para 1,599 por cento e a taxa a 12 meses ascendeu a 1,768 por cento.

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Taxas Euribor em novos mínimos

As taxas Euribor, que servem de referência ao crédito interbancário, caíram esta quarta-feira para novos mínimos, a reflectir a descida dos juros do Banco Central Europeu, fixados actualmente nos 1,25 por cento.

Pela primeira vez, a taxa a um mês caiu abaixo da linha de 1,00 por cento, fixando-se em 0,992 por cento.

A Euribor a três meses recuou para 1,415 por cento, a taxa a seis meses, o indexante mais utilizado no crédito à habitação, deslizou para 1,602 por cento e a taxa a 12 meses desceu para 1,768 por cento.

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