Com a entrada do FMI os Spreads para compra de casa disparam

Alguns dos bancos a operar em Portugal subiram o spread cobrado aos clientes que solicitam crédito à habitação. Este mês de Abril promete ser um mês histórico na nossa história, as instituições bancarias a operar em Portugal, impossibilitadas de recorrerem a financiamento externo, fruto dos sucessivos cortes de rating , fazem reflectir o problema nos seus clientes, tendo aumentado o spread neste mês de Abril, continuando a aumentar no futuro. De acordo com os preçários das 12 instituições analisadas pelo site económico.sapo.pt - CGD, BCP, BES, BPI, Santander Totta, Montepio Geral, Barclays, Banif, Crédito Agrícola, Banco Popular, Deutsche Bank e BBVA -, a média do spread mínimo cobrado é agora de 1,55%, o que compara com 1,51% no início do mês. Para os clientes com maior perfil de risco, o custo médio aumentou de 4,35% para...

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Taxas máximas aplicáveis para o 2º trimestre de 2011

O Banco de Portugal divulgou as taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores no 2º trimestre de 2011. Conforme o do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho, relativo a contratos de crédito aos consumidores, foi instituído o regime de taxas máximas aplicáveis a estes contratos. As taxas máximas são determinadas com base nas Taxas Anuais de Encargos Efectivas Globais (TAEG) médias praticadas no mercado pelas instituições de crédito no trimestre anterior, acrescidas de um terço, como resulta do número 1 do artigo 28.º daquele Decreto-Lei. Estas taxas são divulgadas trimestralmente pelo Banco de Portugal para diferentes tipos de crédito e aplicam-se aos contratos a celebrar no trimestre seguinte. No 2.º trimestre de 2011, vigoram as TAEG máximas constantes do quadro abaixo: 2.º Trimestre de 2011 TAEG Máximas
Crédito Pessoal
- Finalidade Educação, Saúde e Energias Renováveis e Locação Financeira de Equipamentos 6,1%
- Outros Créditos Pessoais 19,1%
Crédito Automóvel
- Locação
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Banif Crédito Habitação Modular

Adquirir casa já não tem de ser um peso no seu orçamento. O Crédito Habitação Modular do Banif oferece-lhe soluções flexíveis que o permitem adaptar e gerir os pagamentos de acordo com o seu estilo de vida. Opções do Crédito Habitação Modular:
  • Regime Geral: Prestações mensais, de Capital e Juros;
  • Valor Residual: Prestações mensais, de Capital e Juros, mas transferindo até 30% do capital para a última prestação.
  • Carência de Capital Prestações mensais, com pagamento só de juros durante o período de Carência de Capital, que poderá ir até 3 anos. Sendo de Capital e Juros após esse período.
  • Valor Residual + Carência de Capital Prestações mensais, com pagamento só de juros durante o período de Carência de Capital, até 3 anos, e após esse período, começar a amortizar o capital que pretender, com um mínimo de 70%.
Para além da liberdade de escolha, este crédito oferece-lhe ainda outras vantagens:
  • Possibilidade de Crédito Pessoal de 10% do montante total empréstimo, num valor
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Comprar ou alugar casa, qual a melhor solução?

Comprar ou alugar casa, qual a melhor solução? Esta é uma das questões com que muitas famílias se deparam. O acesso ao crédito cada vez está mais difícil, assim sendo, o arrendamento pode ser uma alternativa para a grande parte dos lares. Mas o mercado de arrendamento pode ainda sofrer alterações depois do anúncio do Executivo de José Sócrates, no sentido da liberalizar as rendas. Veja aqui o vídeo. continuar a...

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Como dar a volta à subida dos juros

As taxas Euribor sofreram mais uma forte subida, durante a semana passada. A Euribor a seis meses registou a nona maior subida da sua história, fixando-se agora em 1,475%, o valor mais altos desde Junho de 2009. As indexantes a três e a doze meses, que subiram para 1,162% 1,924%, máximos que já não registavam desde Abril de 2009. Perante um cenário tão negativista o que pode fazer para escapar à subida dos juros? Aqui ficam três dicas, retiradas do site Economico do Sapo, que podem ajudar uma família que já se encontre, economicamente falando, em apuros Fixar a prestação do crédito A primeira solução para contornar a possível subida dos juros é fixar a prestação do crédito à habitação. Assim, em vez de ver os encargos mensais oscilarem em cada três, seis ou doze meses, ao fixar a taxa de juro, saberá que durante um determinado período a prestação será sempre igual. Adiar parte da...

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Descida da taxa Euribor a três meses

A taxa a 12 meses desceu pela primeira vez em sete sessões. As taxas Euribor desceram hoje nos prazos a três e doze meses, enquanto a Euribor a seis meses se manteve inalterada. A Euribor a três meses, que tem influência nos juros dos certificados de aforro, mas sobretudo serve de referência nos empréstimos às empresas, desceu pela quinta sessão consecutiva, fixando-se nos 1,086%. Já o prazo a 12 meses deslizou para 1,721%. A Euribor a seis meses, taxa mais usada para calcular os juros do crédito à habitação em Portugal, ficou nos 1,352% pelo segundo dia, depois de ter estado em queda durante as três ultimas sessões. As previsões dos mercados apontam para que as taxas Euribor subam durante o ano 2011, para a Euribor a três prevêem que chegue aos 2% durante o primeiro trimestre de 2012, em tempo de crise mais más noticias para quem tem créditos à habitação e também...

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