BCE pode manter juros baixos por mais tempo do que esperado

O Banco Central Europeu (BCE) pode manter os custos de crédito baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a emprestar dinheiro, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.

O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de empréstimos concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o BCE poderá manter as taxas de juro em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.

As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.

“Não vejo porque é que os mercados iriam esperar que as taxas subissem no quarto trimestre quando acabámos de passar por uma

...

continuar a ler...

Banca vai manter restrições elevadas na concessão de crédito

As condições para aceder a empréstimos foram apertadas no ano passado, muito devido à crise financeira e à recessão económica. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da economia, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao crédito elevadas.

Esta é a perspectiva do Banco de Portugal, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.

“Apesar de se admitir uma progressiva regularização das condições de financiamento ao longo do horizonte de projecção, espera-se que as condições de concessão de crédito se mantenham em níveis mais exigentes do que os registados no período anterior à eclosão da crise financeira, nomeadamente devido à reavaliação do risco e à consequente utilização de critérios mais restritivos na concessão de crédito”, revela o supervisor.

E este

...

continuar a ler...

DECO denuncia aumento do custo das comissões para crédito pessoal

O custo das comissões cobradas pelos bancos aumentou nos últimos cinco anos, representando nalguns casos mais 72% do que em 2004, denunciou a associação de consumidores DECO na última edição da revista Dinheiro & Direitos.

O estudo indica que os valores variam muito com os bancos e com o montante e prazo do crédito pessoal. Em Setembro de 2009, as comissões médias cobradas pelo empréstimo de 2.500, 5.000 e 10.000 euros eram de 85,60, 97,73 e 157,56 euros, respectivamente.

Segundo a DECO, estes valores representam aumentos de 45, 50 e 72 por cento relativamente às médias de Setembro de 2004.

A DECO critica ainda a variedade das designações das comissões para iniciar um empréstimo (entrada, abertura, dossiê ou contratação) e pede a uniformização da terminologia "para o consumidor não ser iludido)".

O estudo refere também que as comissões periódicas "nem sempre têm fundamento" e

...

continuar a ler...

Crédito Pessoal – Vale a pena mudar de banco

A partir de Janeiro os bancos vão ter limites nas taxas que poderão cobrar no crédito ao consumo. Os consumidores que pagam taxas muito elevadas devem fazer contas para perceber se vale a pena mudar de empréstimo. Se tem um crédito com um juro próximo de 30%, o melhor é começar a analisar outras propostas.

O Banco de Portugal divulgou, na semana passada, quais as taxas máximas que as instituições financeiras poderão cobrar nos empréstimos ao consumo a partir de 1 de Janeiro. E, no máximo, num crédito típico de consumo as entidades não poderão cobrar mais de 19,6%. Por isso faça as contas, mesmo que a prestação do tal crédito seja de "apenas" 25 euros. É que o erro está muitas vezes no facto de se olhar para o encargo mensal em vez de se ver qual os juros que estão a ser cobrados.

In

...

continuar a ler...

Crédito malparado diminuiu entre as famílias

O crédito malparado das famílias diminuiu, em Setembro, período em que houve um acréscimo dos empréstimos, ao mesmo tempo que diminuíram os saldos dos incumprimentos. No total, os particulares têm por pagar em crédito malparado 3,64 mil milhões de euros à banca, o que corresponde a 2,69% do total dos empréstimos.

Segundo os dados do Banco de Portugal, o peso do crédito malparado entre as famílias recuou de 2,78%, em Agosto, para 2,69%, em Setembro. Ainda assim, o cenário não é animador, com os incobráveis a situar-se em níveis de, pelo menos, uma década.

A contribuir para esta evolução esteve o segmento de crédito ao consumo, que viu o peso do malparado diminuir para 6,53%, em Setembro, um redução que é justificada apenas pela redução dos incobráveis, uma vez que o saldo dos empréstimo diminuiu, no período em análise.

Já o segmento de crédito à

...

continuar a ler...

Empréstimos caem 18% no terceiro trimestre

Os empréstimos concedidos pelas instituições financeiras caíram 18% no terceiro trimestre, totalizando 1,12 mil milhões de euros, de acordo com os dados hoje divulgados pela Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), que agrega 31 instituições.

Segundo os dados hoje divulgados, foram concedidos 1,12 mil milhões de euros em crédito às famílias e às empresas.

A quebra dos empréstimos foi transversal aos vários segmentos, com os consumidores a registarem uma descida de 22,7% nos créditos e nas empresas os financiamentos diminuíram em 17,3%, segundo os dados da ASFAC.

continuar a...

continuar a ler...

Fechar
E-mail It