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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; empréstimo</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Diário Económico: o melhor banco para contrair um empréstimo</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/diario-economico-o-melhor-banco-para-contrair-um-emprestimo/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 03:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lneves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Diário Económico realizou um estudo para avaliar qual a melhor instituição para pedir um crédito pessoal em Portugal. Este estudo foi elaborado tendo como base as condições praticadas por 18 instituições a operar no nosso país, sendo estas aplicadas em seis perfis de possíveis clientes. Para avaliar os dados foi usado o simulador da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Diário Económico realizou um estudo para avaliar qual a melhor instituição para pedir um <a href="http://www.creditoonlinepessoal.com/melhor-banco-para-pedir-emprestimo/" target="_self">crédito pessoal</a> em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Este estudo foi elaborado tendo como base as condições praticadas por 18 instituições a operar no nosso país, sendo estas aplicadas em seis perfis de possíveis clientes. Para avaliar os dados foi usado o simulador da Deco Proteste que tinha sido actualizado em Janeiro passado.</p>
<p style="text-align: justify;">As conclusões do estudo foram bastante díspares, ou seja, se optar por um banco que pratique a TAEG mais baixa em prejuízo de outro que pratique a TAEG mais alta, pode obter uma poupança de mil e duzentos euros no custo total do crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo também revelou que os bancos espanhóis Caja Duero e Caixa Galicia, assim como, os bancos portugueses, Montepio Geral e ActivoBank, são as melhores opções para quem necessita de obter um <a href="http://www.creditoonlinepessoal.com/" target="_self">crédito pessoal</a>.</p>
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		<title>Bancos já começaram a subir &#8220;spreads&#8221;</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bancos-ja-comecaram-a-subir-spreads/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O BPI já subiu o limite mínimo e máximo dos "<strong>spreads</strong>" cobrados nos novos contratos de <strong>créditos à habitação</strong>. Para já, é a única instituição onde se observa um aperto das condições na cedência de novos <strong>empréstimos</strong>. Mas a Associação Portuguesa de Bancos admitiu este fim-de-semana a possibilidade de um agravamento mais generalizado.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O BPI já subiu o limite mínimo e máximo dos &#8220;<strong>spreads</strong>&#8221; cobrados nos novos contratos de <strong>créditos à habitação</strong>. Para já, é a única instituição onde se observa um aperto das condições na cedência de novos <strong>empréstimos</strong>. Mas a Associação Portuguesa de Bancos admitiu este fim-de-semana a possibilidade de um agravamento mais generalizado.</p>
<p>Um cliente que se dirija ao BPI, verá agora ser-lhe oferecido, na melhor das hipóteses, um &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; de 1%. Isto de acordo com o preçário actualizado este sábado. Antes era possível conseguir uma margem de 0,8%. Os limites máximos também sofreram um agravamento. Agora, o &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; pode chegar aos 2,45%, mais 20 pontos base que até ao final da semana passada.</p>
<p><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Maior contenção no crédito à habitação</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/maior-contencao-no-credito-a-habitacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[concessão de crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os critérios de <strong>concessão de crédito</strong> tornaram-se  mais restritivos no final de 2009 e irão continuar ainda mais exigentes no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há dúvida de que para quem anda actualmente à procura de casa a vida não está nada fácil. Após vários anos em que os bancos se atropelavam uns aos outros para não deixar escapar um cliente e foram baixando o <strong>spread</strong> até ele não poder baixar mais, chegando inclusivamente a zero, agora passaram para o pólo oposto. Mês após mês, os bancos vão subindo os <strong>spreads</strong> praticados, sem grandes preocupações com a concorrência, pois rapidamente os bancos com melhores condições também acompanham essas subidas.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os critérios de <strong>concessão de crédito</strong> tornaram-se  mais restritivos no final de 2009 e irão continuar ainda mais exigentes no futuro.</p>
<p>Não há dúvida de que para quem anda actualmente à procura de casa a vida não está nada fácil. Após vários anos em que os bancos se atropelavam uns aos outros para não deixar escapar um cliente e foram baixando o <strong>spread</strong> até ele não poder baixar mais, chegando inclusivamente a zero, agora passaram para o pólo oposto. Mês após mês, os bancos vão subindo os <strong>spreads</strong> praticados, sem grandes preocupações com a concorrência, pois rapidamente os bancos com melhores condições também acompanham essas subidas.</p>
<p>O <strong>crédito à habitação</strong> não está entre os produtos prioritários a vender aos clientes e, apesar de alguma melhoria nas perspectivas da economia, os bancos continuam a olhar com muita desconfiança para a evolução do desemprego e do mercado imobiliário, pelo que é natural que se tornem cada vez mais conservadores na concessão de crédito à habitação.</p>
<p>Isto fica bem patente nas respostas dadas no inquérito do Banco de Portugal sobre o mercado de crédito à habitação, em que 60% da amostra revelam que se tinham tornado ligeiramente mais restritivos na aprovação de empréstimos à habitação no quarto trimestre de 2009.</p>
<p>É interessante notar que os bancos confessaram ter aumentado ligeiramente os spreads aos clientes de risco médio e consideravelmente aos clientes de maior risco. Para além disso, 40% dos bancos inquiridos revelaram que aumentaram ligeiramente o rácio entre o valor do empréstimo e o valor da habitação.</p>
<p>E as perspectivas para o primeiro trimestre de 2010 ainda são piores, pois 40% dos bancos inquiridos revelaram que irão tornar-se ligeiramente mais restritivos neste trimestre.</p>
<p>Mas este comportamento dos bancos, apesar de poder parecer injusto e calculista, é perfeitamente justificável pelos níveis de incumprimento no crédito à habitação, que estão a atingir os máximos históricos. Nunca, desde que a informação começou a ser publicada pelo Banco de Portugal, se tinha atingido um valor tão elevado como o actual: 1,8%, o que, só por si, legitima o aumento dos spreads que tem ocorrido.</p>
<p>Para além de os bancos se terem tornado mais restritivos na aprovação de crédito e de terem aumentado as suas margens, também têm desincentivado a própria procura de crédito à habitação, quer através da redução do montante máximo financiado, obrigando os clientes a dar valores mais elevados de entrada e mesmo inviabilizando a compra a todos aqueles que não possuem dinheiro suficiente para dar de entrada, quer através de avaliações mais conservadoras dos imóveis.</p>
<p>No entanto, para as pessoas que, apesar de tudo, consideram que actualmente é uma boa altura para comprar uma nova casa, apresentamos no quadro abaixo o resumo das ofertas actuais de crédito à habitação dos principais bancos.</p>
<p><em>In dn.sapo.pt</em></p>
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		<title>Seguradoras aproveitam buraco na lei para cobrar a mais nos seguros à habitação</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/seguradoras-aproveitam-buraco-na-lei-para-cobrar-a-mais-nos-seguros-a-habitacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 10:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[seguro de crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os portugueses estão a pagar mais do que deviam pelos <strong>seguros nos créditos à habitação</strong>, uma vez que as seguradoras não estão a actualizar voluntariamente os <strong>contratos</strong>, como prevê o diploma n.º 222/2009, que entrou em vigor em Dezembro de 2009. Só os consumidores conhecedores da legislação estão a beneficiar da redução do <strong>prémio do seguro</strong>, noticia hoje o “Público”.</p>
<p style="text-align: justify;">O decreto-lei que obriga as seguradoras a actualizar os prémios de seguros ao valor em dívida do <strong>empréstimo à habitação</strong> só está a ser aplicado de forma automática nos novos <strong>contratos de crédito à habitação</strong>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os portugueses estão a pagar mais do que deviam pelos <strong>seguros nos créditos à habitação</strong>, uma vez que as seguradoras não estão a actualizar voluntariamente os <strong>contratos</strong>, como prevê o diploma n.º 222/2009, que entrou em vigor em Dezembro de 2009. Só os consumidores conhecedores da legislação estão a beneficiar da redução do <strong>prémio do seguro</strong>, noticia hoje o “Público”.</p>
<p style="text-align: justify;">O decreto-lei que obriga as seguradoras a actualizar os prémios de seguros ao valor em dívida do <strong>empréstimo à habitação</strong> só está a ser aplicado de forma automática nos novos <strong>contratos de crédito à habitação</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada no diploma em causa obriga as seguradoras a fazer a actualização automática dos prémios em todos os contratos existentes. Assim, de acordo com o levantamento do “Público”, as seguradoras só estão a proceder a essa alteração quando solicitadas pelos consumidores conhecedores da nova legislação.</p>
<p style="text-align: justify;">O decreto-lei em causa é pouco claro quanto ao âmbito da sua aplicação, o que levou a Associação Portuguesa de Bancos e o Instituto Português de Seguros a solicitarem, em conjunto, um esclarecimento ao Banco de Portugal, sobre a sua aplicabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Bancos aumentam crédito ao ritmo mais elevado em nove meses e malparado atinge novo recorde</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bancos-aumentam-credito-ao-ritmo-mais-elevado-em-nove-meses-e-malparado-atinge-novo-recorde/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 17:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito ao consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>taxa de crescimento</strong> dos <strong>empréstimos</strong> dos bancos às famílias portuguesas, em Novembro, foi a mais elevada no espaço de nove meses. Já o <strong>crédito malparado</strong> atingiu um recorde pelo segundo mês consecutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados hoje divulgados pelo <strong>Banco de Portugal</strong>, no final de Novembro o total do <strong>crédito</strong> concedido pelas instituições financeiras às famílias portuguesas era de 136,55 mil milhões de euros. Um valor que representa um aumento homólogo de 2,8%, a maior subida desde Fevereiro do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Este crescimento foi impulsionado pela concessão de crédito para outros fins (que pesam apenas 9,1% do total), cujo crescimento homólogo acelerou de 0,2% para 1,3%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>taxa de crescimento</strong> dos <strong>empréstimos</strong> dos bancos às famílias portuguesas, em Novembro, foi a mais elevada no espaço de nove meses. Já o <strong>crédito malparado</strong> atingiu um recorde pelo segundo mês consecutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados hoje divulgados pelo <strong>Banco de Portugal</strong>, no final de Novembro o total do <strong>crédito</strong> concedido pelas instituições financeiras às famílias portuguesas era de 136,55 mil milhões de euros. Um valor que representa um aumento homólogo de 2,8%, a maior subida desde Fevereiro do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Este crescimento foi impulsionado pela concessão de crédito para outros fins (que pesam apenas 9,1% do total), cujo crescimento homólogo acelerou de 0,2% para 1,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">No crédito à habitação os empréstimos estão a subir a uma taxa anual de 3,1% (igual à de Outubro) e no crédito ao consumo baixaram de 2,4% para 2,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao crédito malparado, voltou a atingir um novo recorde, atingindo 3,827 mil milhões de euros em Novembro. Representa uma subida de 1,3% face a Outubro e de 25% contra Novembro do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da subida, o peso do crédito de cobrança duvidosa nos empréstimos totais permanece estável, atingindo 2,8% em Novembro. Em Outubro, mês em que o malparado também tinha atingido recorde, o peso era de 2,77%.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Bancos usam mudanças nos contratos para aumentar &#8220;spread&#8221;</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bancos-usam-mudancas-nos-contratos-para-aumentar-spread/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 09:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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		<category><![CDATA[hipoteca]]></category>
		<category><![CDATA[spread]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Rute Braga, nome fictício, divorciou-se e decidiu ficar com a <strong>habitação</strong> do casal. Como a casa tinha uma <strong>hipoteca</strong>, teve de alterar o contrato. O banco quadruplicou-lhe o "<strong>spread</strong>" do <strong>empréstimo</strong>, aumentando-lhe a prestação.</p>
<p style="text-align: justify;">O divórcio é apenas uma das situações que estão a levar a um aumento da margem que os bancos cobram sobre as <strong>taxas de juro</strong> dos <strong>créditos</strong>. Alargar o prazo do contrato ou mudar para <strong>taxa fixa</strong> são outras alterações que são aproveitadas para exigir um "<strong>spread</strong>" mais elevado.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Rute Braga, nome fictício, divorciou-se e decidiu ficar com a <strong>habitação</strong> do casal. Como a casa tinha uma <strong>hipoteca</strong>, teve de alterar o contrato. O banco quadruplicou-lhe o &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; do <strong>empréstimo</strong>, aumentando-lhe a prestação.</p>
<p style="text-align: justify;">O divórcio é apenas uma das situações que estão a levar a um aumento da margem que os bancos cobram sobre as <strong>taxas de juro</strong> dos <strong>créditos</strong>. Alargar o prazo do contrato ou mudar para <strong>taxa fixa</strong> são outras alterações que são aproveitadas para exigir um &#8220;<strong>spread</strong>&#8221; mais elevado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar a renegociação, o Governo aprovou em 2008 nova legislação a impedir a cobrança de comissões. Renegociar um contrato de crédito nunca foi tão fácil, depois das comissões de negociação terem sido abolidas pelo Governo. Mas, com a crise financeira, os bancos estão agora a praticar condições de financiamento mais exigentes. O que acaba por travar as negociações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>BCE pode manter juros baixos por mais tempo do que esperado</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bce-pode-manter-juros-baixos-por-mais-tempo-do-que-esperado/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 08:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BCE]]></category>
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		<category><![CDATA[juros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) pode manter os custos de <strong>crédito</strong> baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a <strong>emprestar dinheiro</strong>, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de <strong>empréstimos</strong> concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o <strong>BCE</strong> poderá manter as <strong>taxas de juro</strong> em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) pode manter os custos de <strong>crédito</strong> baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a <strong>emprestar dinheiro</strong>, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de <strong>empréstimos</strong> concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o <strong>BCE</strong> poderá manter as <strong>taxas de juro</strong> em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não vejo porque é que os mercados iriam esperar que as taxas subissem no quarto trimestre quando acabámos de passar por uma crise monumental”, disse o economista em entrevista à agência noticiosa. “No último ciclo, o BCE só começou a restringir a política monetária muito depois de o crédito ter recuperado. E este [ciclo] não se seguiu a uma enorme crise de crédito.”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
<p class="akst_link"><a href="http://www.tudosobrecredito.com/?p=497&amp;akst_action=share-this"  title="Enviar por email, guardar no del.icio.us, sapo tags, etc." id="akst_link_497" class="akst_share_link" rel="nofollow">Partilhar</a>
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		<item>
		<title>Banca vai manter restrições elevadas na concessão de crédito</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/banca-vai-manter-restricoes-elevadas-na-concessao-de-credito/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 19:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[recessão económica]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>
<p style="text-align: justify;">“Apesar de se admitir uma progressiva regularização das condições de financiamento ao longo do horizonte de projecção, espera-se que as condições de concessão de crédito se mantenham em níveis mais exigentes do que os registados no período anterior à eclosão da crise financeira, nomeadamente devido à reavaliação do risco e à consequente utilização de critérios mais restritivos na concessão de crédito”, revela o supervisor.</p>
<p style="text-align: justify;">E este cenário é válido quer para as famílias quer para as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal revela mesmo que “a percentagem de empresas que mencionam as dificuldades de obtenção de crédito como factor limitativo ao investimento também aumentou, embora em muito menor grau”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos cenários possíveis traçados pelo Banco de Portugal aponta para a probabilidade das despesas das famílias serem “particularmente afectadas tanto pela adopção de critérios na concessão de crédito mais restritivos do que os implícitos na actual projecção, como pela persistência de prémios de risco mais elevados, decorrentes do seu elevado nível de endividamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Por seu turno, o comportamento dos bancos portugueses será sempre condicionado pelas condições de financiamento nos mercados por grosso a nível internacional. Estes factores implicam a manutenção de riscos descendentes sobre o consumo privado e o investimento residencial”, acrescenta a mesma fonte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>DECO denuncia aumento do custo das comissões para crédito pessoal</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/deco-denuncia-aumento-do-custo-das-comissoes-para-credito-pessoal/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 22:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comissões]]></category>
		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[deco]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro & Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O custo das <strong>comissões</strong> cobradas pelos bancos aumentou nos últimos cinco anos, representando nalguns casos mais 72% do que em 2004, denunciou a associação de consumidores <strong>DECO</strong> na última edição da revista <strong>Dinheiro &#38; Direitos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo indica que os valores variam muito com os bancos e com o montante e prazo do <strong>crédito pessoal</strong>. Em Setembro de 2009, as <strong>comissões</strong> médias cobradas pelo <strong>empréstimo</strong> de 2.500, 5.000 e 10.000 euros eram de 85,60, 97,73 e 157,56 euros, respectivamente.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O custo das <strong>comissões</strong> cobradas pelos bancos aumentou nos últimos cinco anos, representando nalguns casos mais 72% do que em 2004, denunciou a associação de consumidores <strong>DECO</strong> na última edição da revista <strong>Dinheiro &amp; Direitos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo indica que os valores variam muito com os bancos e com o montante e prazo do <strong>crédito pessoal</strong>. Em Setembro de 2009, as <strong>comissões</strong> médias cobradas pelo <strong>empréstimo</strong> de 2.500, 5.000 e 10.000 euros eram de 85,60, 97,73 e 157,56 euros, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a DECO, estes valores representam aumentos de 45, 50 e 72 por cento relativamente às médias de Setembro de 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">A DECO critica ainda a variedade das designações das comissões para iniciar um empréstimo (entrada, abertura, dossiê ou contratação) e pede a uniformização da terminologia &#8220;para o consumidor não ser iludido)&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo refere também que as comissões periódicas &#8220;nem sempre têm fundamento&#8221; e pede a sua eliminação nos casos em que o extracto do crédito for enviado por e-mail, o que deve ser feito a pedido dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor cobrado por estas comissões em seis bancos era, em média de 1,17 euros, o que corresponde a um aumento de 8,2 por cento face aos valores de Setembro de 2004.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JN.sapo.pt</em></p>
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		<title>Crédito Pessoal &#8211; Vale a pena mudar de banco</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/credito-pessoal-vale-a-pena-mudar-de-banco/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 08:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito ao consumo]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[juro]]></category>
		<category><![CDATA[taxas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partir de Janeiro os bancos vão ter limites nas <strong>taxas</strong> que poderão cobrar no <strong>crédito ao consumo</strong>. Os consumidores que pagam <strong>taxas</strong> muito elevadas devem fazer contas para perceber se vale a pena mudar de <strong>empréstimo</strong>. Se tem um <strong>crédito</strong> com um <strong>juro</strong> próximo de 30%, o melhor é começar a analisar outras propostas.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partir de Janeiro os bancos vão ter limites nas <strong>taxas</strong> que poderão cobrar no <strong>crédito ao consumo</strong>. Os consumidores que pagam <strong>taxas</strong> muito elevadas devem fazer contas para perceber se vale a pena mudar de <strong>empréstimo</strong>. Se tem um <strong>crédito</strong> com um <strong>juro</strong> próximo de 30%, o melhor é começar a analisar outras propostas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal divulgou, na semana passada, quais as taxas máximas que as instituições financeiras poderão cobrar nos empréstimos ao consumo a partir de 1 de Janeiro. E, no máximo, num crédito típico de consumo as entidades não poderão cobrar mais de 19,6%. Por isso faça as contas, mesmo que a prestação do tal crédito seja de &#8220;apenas&#8221; 25 euros. É que o erro está muitas vezes no facto de se olhar para o encargo mensal em vez de se ver qual os juros que estão a ser cobrados.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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