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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; empresas</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Empresas com crédito em vários bancos conseguem condições mais vantajosas</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/empresas-com-credito-em-varios-bancos-conseguem-condicoes-mais-vantajosas/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 08:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quanto mais variadas forem as relações bancárias de uma empresa, mais baixos serão os custos do <strong>crédito</strong> contraído, conclui um estudo divulgado hoje pelo <strong>Banco de Portugal</strong>. A mesma fonte revela que essa relação é tão mais acentuada quanto mais competitivo for o ambiente em que os bancos operam.</p>
<p style="text-align: justify;">Se adicionar um banco às suas relações financeiras, uma empresa pode conseguir baixar a sua <strong>taxa de juro</strong> no <strong>crédito</strong> bancário entre 9 e 20 pontos base, em média, uma “magnitude significativa tanto económica como estatisticamente”, segundo os autores do estudo que ressalvam o facto deste efeito não existir quando se tratam de micro ou novas empresas.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quanto mais variadas forem as relações bancárias de uma empresa, mais baixos serão os custos do <strong>crédito</strong> contraído, conclui um estudo divulgado hoje pelo <strong>Banco de Portugal</strong>. A mesma fonte revela que essa relação é tão mais acentuada quanto mais competitivo for o ambiente em que os bancos operam.</p>
<p style="text-align: justify;">Se adicionar um banco às suas relações financeiras, uma empresa pode conseguir baixar a sua <strong>taxa de juro</strong> no <strong>crédito</strong> bancário entre 9 e 20 pontos base, em média, uma “magnitude significativa tanto económica como estatisticamente”, segundo os autores do estudo que ressalvam o facto deste efeito não existir quando se tratam de micro ou novas empresas.</p>
<p><span id="more-313"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O estudo incide também sobre como a competitividade bancária afecta a interacção existente entre o número de relações bancárias e as taxas de juro. E conclui que as empresas que operam em mercados com elevada competição bancária ainda beneficiam mais da diversificação de relações quando vão contrair empréstimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diana Bonfim, Qinglei Dai, Francesco Franco, autores do “working paper” explicam que a diferença de resultados entre micro e novas empresas e o resto da amostra, se deve a vários factores, como os riscos mais elevados, a informação mais opaca e a menor credibilidade da possibilidade de irem para outro bancos, características que reduzem o poder negocial.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os nossos resultados sugerem que as empresas podem melhorar as suas condições de financiamento quando pedem empréstimos a vários bancos ao mesmo tempo, resultando num maior poder negocial no mercado de crédito”, concluem os autores.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo foi feito assumindo um mercado de crédito com “reduzida assimetria na informação”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Linhas de apoio ao crédito comercial para empresas lançadas hoje</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/linhas-de-apoio-ao-credito-comercial-para-empresas-lancadas-hoje/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 09:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[actividade económica]]></category>
		<category><![CDATA[crédito comercial]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[seguradoras]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>PRIMEIRA TRANCHE DE DOIS MIL MILHÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As linhas de apoio aos mecanismos de <strong>seguro de crédito</strong>, com o objectivo de <strong>dinamizar a actividade económica e as exportações</strong>, foram lançadas hoje. O protocolo de dois mil milhões de euros, assinado entre o Governo e cinco seguradoras no âmbito do novo regime de <strong>seguro de crédito</strong>, é a primeira tranche de um total de quatro mil milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">“As linhas apresentadas são uma iniciativa do Governo, que tem estado em contacto com as várias seguradoras que actuam nesta área, resultando da definição deste pacote um apoio ao <strong>crédito comercial</strong> das empresas no valor global de dois mil milhões de euros”, salientam em comunicado conjunto o Ministério das Finanças e da Administração Pública e o Ministério da Economia e Inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">O novo regime de seguro de crédito – que prevê uma alavancagem dos “plafonds” do seguro de crédito pelas cinco seguradoras a operar no mercado nacional - tem como objectivo reforçar esses “plafonds” actualmente existentes, face à situação financeira internacional, e alargar a capacidade das empresas portuguesas para fora dos mercados tradicionais (Europa e EUA), que apresentam as mais altas taxas de crescimento e de absorção das exportações portuguesas, refere o comunicado.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>PRIMEIRA TRANCHE DE DOIS MIL MILHÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As linhas de apoio aos mecanismos de <strong>seguro de crédito</strong>, com o objectivo de <strong>dinamizar a actividade económica e as exportações</strong>, foram lançadas hoje. O protocolo de dois mil milhões de euros, assinado entre o Governo e cinco seguradoras no âmbito do novo regime de <strong>seguro de crédito</strong>, é a primeira tranche de um total de quatro mil milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">“As linhas apresentadas são uma iniciativa do Governo, que tem estado em contacto com as várias seguradoras que actuam nesta área, resultando da definição deste pacote um apoio ao <strong>crédito comercial</strong> das empresas no valor global de dois mil milhões de euros”, salientam em comunicado conjunto o Ministério das Finanças e da Administração Pública e o Ministério da Economia e Inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">O novo regime de seguro de crédito – que prevê uma alavancagem dos “plafonds” do seguro de crédito pelas cinco seguradoras a operar no mercado nacional &#8211; tem como objectivo reforçar esses “plafonds” actualmente existentes, face à situação financeira internacional, e alargar a capacidade das empresas portuguesas para fora dos mercados tradicionais (Europa e EUA), que apresentam as mais altas taxas de crescimento e de absorção das exportações portuguesas, refere o comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">O montante de dois mil milhões de euros será dividido em partes iguais para os países da OCDE e para os restantes mercados, sendo este montante duplicado para os quatro mil milhões de euros logo que a primeira “tranche” esteja colocada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os protocolos hoje assinados vão ao encontro das novas necessidades das empresas portuguesas face à contracção de “plafonds” que se tem vindo a registar desde o segundo trimestre de 2008, conclui o comunicado, salientando que o seguro de crédito “assume uma importância vital paras as empresas como instrumento essencial para as exportações, ao permitir cobrir o risco de não recebimento dos pagamentos de fornecimentos efectuados a clientes no estrangeiro por empresas portuguesas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo lado público intervêm o Sistema Nacional de Garantia Mútua, a Direcção-Geral do Tesouro e Finanças e a PME Investimentos, enquanto entidade gestora do FINOVA-Fundo de Apoio à Inovação e as seguradoras COSEC, Credit y Caution, CESCE, Mapfre e COFACE.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Empresas e particulares têm mais dificuldades em pagar</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/empresas-e-particulares-tem-mais-dificuldades-em-pagar/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 13:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>
		<category><![CDATA[particulares]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>MALPARADO SOBE 39,8 POR CENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito</strong> de cobrança duvidosa das famílias e das empresas atingiu o valor recorde de 5,46 mil milhões de euros no passado mês de Outubro. Uma subida de 39,8 por cento face a igual período do ano anterior que mostra como famílias e empresas têm cada vez mais dificuldade em pagar as dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro último o <strong>crédito malparado</strong> das famílias ascendia aos 2,93 mil milhões de euros – o valor mais alto de sempre – o que representa um aumento de 31 por cento face a igual mês do ano anterior, de acordo com os dados constantes no Boletim Estatístico do Banco de Portugal ontem divulgado. O malparado das famílias tem agora um peso de 2,2 por cento no total de empréstimos concedidos. Do lado das empresas, a subida na cobrança duvidosa foi de 50 por cento, ou 845 milhões de euros, no espaço de um ano, fixando-se nos 2,5 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo período a concessão de empréstimos às empresas aumentou 11%, para os 110,75 mil milhões de euros, enquanto no caso das famílias a subida foi de 5,9 por cento, para 132, 48 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No crédito à habitação o malparado também atingiu um recorde, ao ascender a 1,56 mil milhões de euros. O crescimento foi de 25,3 por cento face a Outubro de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, esta subida não se compara com a verificada no crédito ao consumo, onde o crédito malparado disparou 75 por cento, alcançando os 755 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">"Não são valores que surpreendam no cenário actual de crise. E se as condições no mercado de trabalho não melhorarem, as condições de risco de agravamento da situação também serão superiores", declarou ao Correio da Manhã Catarina Frade, do Observatório do Endividamento.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>MALPARADO SOBE 39,8 POR CENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito</strong> de cobrança duvidosa das famílias e das empresas atingiu o valor recorde de 5,46 mil milhões de euros no passado mês de Outubro. Uma subida de 39,8 por cento face a igual período do ano anterior que mostra como famílias e empresas têm cada vez mais dificuldade em pagar as dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro último o <strong>crédito malparado</strong> das famílias ascendia aos 2,93 mil milhões de euros – o valor mais alto de sempre – o que representa um aumento de 31 por cento face a igual mês do ano anterior, de acordo com os dados constantes no Boletim Estatístico do Banco de Portugal ontem divulgado. O malparado das famílias tem agora um peso de 2,2 por cento no total de empréstimos concedidos. Do lado das empresas, a subida na cobrança duvidosa foi de 50 por cento, ou 845 milhões de euros, no espaço de um ano, fixando-se nos 2,5 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo período a concessão de empréstimos às empresas aumentou 11%, para os 110,75 mil milhões de euros, enquanto no caso das famílias a subida foi de 5,9 por cento, para 132, 48 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">No crédito à habitação o malparado também atingiu um recorde, ao ascender a 1,56 mil milhões de euros. O crescimento foi de 25,3 por cento face a Outubro de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, esta subida não se compara com a verificada no crédito ao consumo, onde o crédito malparado disparou 75 por cento, alcançando os 755 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não são valores que surpreendam no cenário actual de crise. E se as condições no mercado de trabalho não melhorarem, as condições de risco de agravamento da situação também serão superiores&#8221;, declarou ao Correio da Manhã Catarina Frade, do Observatório do Endividamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PORTUGUESES DEPOSITAM 111,9 MIL MILHÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os depósitos das famílias nos bancos aumentaram mais de dois mil milhões de euros em Outubro quando comparados com o mês anterior, fixando-se nos 111,9 mil milhões de euros, o que corresponde ao valor mais elevado de sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando comparado com igual período do ano passado, o aumento do volume depositado pelas famílias cresceu 14,53%. Esta evolução mostra que as famílias estão mais cautelosas com a aplicação das suas poupanças tendo em conta a crise financeira e reflecte a fuga ao risco por parte dos investidores em consequência das elevadas perdas registadas nos mercados bolsistas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>APONTAMENTOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">79,1  POR CENTO</p>
<p style="text-align: justify;">O peso do crédito à habitação no montante total de empréstimos concedidos está já nos 79,1%, tendo atingido os 104,8 mil milhões de euros em Outubro último.</p>
<p style="text-align: justify;">INVESTIMENTO CAI</p>
<p style="text-align: justify;">O investimento directo estrangeiro em Portugal recuou 23% nos dez primeiros meses do ano para 3,14 mil milhões de euros, contra os 4,08 mil milhões atraídos em igual período do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">DÉFICE AGRAVA-SE</p>
<p style="text-align: justify;">O défice provisório da Balança Corrente de Portugal, entre Janeiro e Outubro de 2008, atingiu os 15,96 milhões de euros, agravando-se 35% face ao défice de igual período de 2007, segundo os dados do Banco de Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In CorreiodaManha.pt</em></p>
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