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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; economia</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Maior contenção no crédito à habitação</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[concessão de crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[spread]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os critérios de <strong>concessão de crédito</strong> tornaram-se  mais restritivos no final de 2009 e irão continuar ainda mais exigentes no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há dúvida de que para quem anda actualmente à procura de casa a vida não está nada fácil. Após vários anos em que os bancos se atropelavam uns aos outros para não deixar escapar um cliente e foram baixando o <strong>spread</strong> até ele não poder baixar mais, chegando inclusivamente a zero, agora passaram para o pólo oposto. Mês após mês, os bancos vão subindo os <strong>spreads</strong> praticados, sem grandes preocupações com a concorrência, pois rapidamente os bancos com melhores condições também acompanham essas subidas.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os critérios de <strong>concessão de crédito</strong> tornaram-se  mais restritivos no final de 2009 e irão continuar ainda mais exigentes no futuro.</p>
<p>Não há dúvida de que para quem anda actualmente à procura de casa a vida não está nada fácil. Após vários anos em que os bancos se atropelavam uns aos outros para não deixar escapar um cliente e foram baixando o <strong>spread</strong> até ele não poder baixar mais, chegando inclusivamente a zero, agora passaram para o pólo oposto. Mês após mês, os bancos vão subindo os <strong>spreads</strong> praticados, sem grandes preocupações com a concorrência, pois rapidamente os bancos com melhores condições também acompanham essas subidas.</p>
<p>O <strong>crédito à habitação</strong> não está entre os produtos prioritários a vender aos clientes e, apesar de alguma melhoria nas perspectivas da economia, os bancos continuam a olhar com muita desconfiança para a evolução do desemprego e do mercado imobiliário, pelo que é natural que se tornem cada vez mais conservadores na concessão de crédito à habitação.</p>
<p>Isto fica bem patente nas respostas dadas no inquérito do Banco de Portugal sobre o mercado de crédito à habitação, em que 60% da amostra revelam que se tinham tornado ligeiramente mais restritivos na aprovação de empréstimos à habitação no quarto trimestre de 2009.</p>
<p>É interessante notar que os bancos confessaram ter aumentado ligeiramente os spreads aos clientes de risco médio e consideravelmente aos clientes de maior risco. Para além disso, 40% dos bancos inquiridos revelaram que aumentaram ligeiramente o rácio entre o valor do empréstimo e o valor da habitação.</p>
<p>E as perspectivas para o primeiro trimestre de 2010 ainda são piores, pois 40% dos bancos inquiridos revelaram que irão tornar-se ligeiramente mais restritivos neste trimestre.</p>
<p>Mas este comportamento dos bancos, apesar de poder parecer injusto e calculista, é perfeitamente justificável pelos níveis de incumprimento no crédito à habitação, que estão a atingir os máximos históricos. Nunca, desde que a informação começou a ser publicada pelo Banco de Portugal, se tinha atingido um valor tão elevado como o actual: 1,8%, o que, só por si, legitima o aumento dos spreads que tem ocorrido.</p>
<p>Para além de os bancos se terem tornado mais restritivos na aprovação de crédito e de terem aumentado as suas margens, também têm desincentivado a própria procura de crédito à habitação, quer através da redução do montante máximo financiado, obrigando os clientes a dar valores mais elevados de entrada e mesmo inviabilizando a compra a todos aqueles que não possuem dinheiro suficiente para dar de entrada, quer através de avaliações mais conservadoras dos imóveis.</p>
<p>No entanto, para as pessoas que, apesar de tudo, consideram que actualmente é uma boa altura para comprar uma nova casa, apresentamos no quadro abaixo o resumo das ofertas actuais de crédito à habitação dos principais bancos.</p>
<p><em>In dn.sapo.pt</em></p>
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		<title>Taxas Euribor em queda há 15 sessões</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/taxas-euribor-em-queda-ha-15-sessoes/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/taxas-euribor-em-queda-ha-15-sessoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 11:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas Euribor</strong> voltaram hoje a recuar nos prazos mais utilizados como indexantes nos <strong>créditos à habitação</strong> dos portugueses, com a <strong>taxa</strong> a 3 meses a descer pela 15ª sessão consecutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> três meses reforçou o mínimo histórico ao ceder 0,1 pontos base para 0,669%. A <strong>taxa Euribor</strong> seis meses, que é a principal indexante no <strong>crédito à habitação</strong>, também voltou a reforçar o seu mínimo histórico nos 0,965%, registando também uma queda de 0,1 pontos base.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa a 12 meses ficou estável nos 1,222% e no prazo de 9 meses a Euribor permaneceu nos 1,094%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As <strong>taxas Euribor</strong> voltaram hoje a recuar nos prazos mais utilizados como indexantes nos <strong>créditos à habitação</strong> dos portugueses, com a <strong>taxa</strong> a 3 meses a descer pela 15ª sessão consecutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Euribor</strong> três meses reforçou o mínimo histórico ao ceder 0,1 pontos base para 0,669%. A <strong>taxa Euribor</strong> seis meses, que é a principal indexante no <strong>crédito à habitação</strong>, também voltou a reforçar o seu mínimo histórico nos 0,965%, registando também uma queda de 0,1 pontos base.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa a 12 meses ficou estável nos 1,222% e no prazo de 9 meses a Euribor permaneceu nos 1,094%.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas Euribor têm evoluído em tendência de queda, com o presidente da autoridade da monetária a sinalizar que a taxa de juro de referência iria permanecer inalterada nos próximos meses, uma vez que a recuperação da economia continuará a ser moderada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os economistas esperam que as taxas juro de referência do Banco Central Europeu comecem a subir a partir do início da segunda metade do ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Banca vai manter restrições elevadas na concessão de crédito</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/banca-vai-manter-restricoes-elevadas-na-concessao-de-credito/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 19:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[recessão económica]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>
<p style="text-align: justify;">“Apesar de se admitir uma progressiva regularização das condições de financiamento ao longo do horizonte de projecção, espera-se que as condições de concessão de crédito se mantenham em níveis mais exigentes do que os registados no período anterior à eclosão da crise financeira, nomeadamente devido à reavaliação do risco e à consequente utilização de critérios mais restritivos na concessão de crédito”, revela o supervisor.</p>
<p style="text-align: justify;">E este cenário é válido quer para as famílias quer para as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal revela mesmo que “a percentagem de empresas que mencionam as dificuldades de obtenção de crédito como factor limitativo ao investimento também aumentou, embora em muito menor grau”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos cenários possíveis traçados pelo Banco de Portugal aponta para a probabilidade das despesas das famílias serem “particularmente afectadas tanto pela adopção de critérios na concessão de crédito mais restritivos do que os implícitos na actual projecção, como pela persistência de prémios de risco mais elevados, decorrentes do seu elevado nível de endividamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Por seu turno, o comportamento dos bancos portugueses será sempre condicionado pelas condições de financiamento nos mercados por grosso a nível internacional. Estes factores implicam a manutenção de riscos descendentes sobre o consumo privado e o investimento residencial”, acrescenta a mesma fonte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Quem tem medo da subida dos juros?</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/quem-tem-medo-da-subida-dos-juros/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/quem-tem-medo-da-subida-dos-juros/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 08:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A incerteza sobre como a <strong>economia</strong> vai reagir à retirada dos estímulos por parte dos governos e à inversão da política monetária pelos bancos centrais trouxe a ansiedade de volta às bolsas. Saiba o que esperam os analistas e qual o impacto que o regresso da subida dos <strong>juros</strong> pode ter nas <strong>acções</strong>, <strong>obrigações</strong>, <strong>depósitos</strong> e no <strong>crédito</strong>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A incerteza sobre como a <strong>economia</strong> vai reagir à retirada dos estímulos por parte dos governos e à inversão da política monetária pelos bancos centrais trouxe a ansiedade de volta às bolsas. Saiba o que esperam os analistas e qual o impacto que o regresso da subida dos <strong>juros</strong> pode ter nas <strong>acções</strong>, <strong>obrigações</strong>, <strong>depósitos</strong> e no <strong>crédito</strong>.</p>
<p><span id="more-452"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A economia mundial está a recuperar a um ritmo superior ao projectado até aqui, reconheceu ontem Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, numa conferência do Banco de Pagamentos Internacionais (BIS) realizada na Suíça. E se o batimento cardíaco da economia ganha força, a tese de que os juros poderão iniciar um novo ciclo, mais cedo do que o inicialmente previsto, também ganha pulso entre quem opera nas bolsas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
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		<title>Menos crédito à economia? Boa notícia&#8230;!</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/menos-credito-a-economia-boa-noticia/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/menos-credito-a-economia-boa-noticia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 08:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os <strong>bancos</strong> concederam no primeiro semestre do ano menos 28% de <strong>crédito</strong> do que em igual período do ano passado. Ao contrário do que parece, esta é uma boa notícia. Ela significa que a banca está a adequar a sua política creditícia aos riscos da nova conjuntura económica.</p>

<p style="text-align: justify;">E, por essa via, a salvaguardar os seus rácios de solvabilidade, algo que deve tranquilizar os cidadãos, em vez de os preocupar. Ou seja, ao contrário do que sucedia há um ano, os <strong>bancos</strong> já não têm falta de capital para emprestar (o mercado monetário interbancário e os mercados financeiros readquiriram liquidez); estão é mais cuidadosos a avaliar o risco de certas operações. De empresas e famílias.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os <strong>bancos</strong> concederam no primeiro semestre do ano menos 28% de <strong>crédito</strong> do que em igual período do ano passado. Ao contrário do que parece, esta é uma boa notícia. Ela significa que a banca está a adequar a sua política creditícia aos riscos da nova conjuntura económica.</p>
<p style="text-align: justify;">E, por essa via, a salvaguardar os seus rácios de solvabilidade, algo que deve tranquilizar os cidadãos, em vez de os preocupar. Ou seja, ao contrário do que sucedia há um ano, os <strong>bancos</strong> já não têm falta de capital para emprestar (o mercado monetário interbancário e os mercados financeiros readquiriram liquidez); estão é mais cuidadosos a avaliar o risco de certas operações. De empresas e famílias.</p>
<p><span id="more-362"></span></p>
<p style="text-align: justify;">É claro que nas próximas semanas o tema deverá ser glosado por dirigentes empresariais e políticos (sobretudo estes, à conta das eleições que se avizinham&#8230;), mortinhos por fazerem da banca o seu &#8220;punching bag&#8221;. Porquê? Porque dá jeito associar os cortes no crédito às empresas à aceleração das falências e, por essa via, ao aumento do desemprego.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é que os grandes cortes no primeiro semestre aconteceram no crédito à habitação (menos 45%), e não no crédito às empresas. Além de que o crédito à habitação vale apenas 13,5% do crédito total (o restante, 74%, vai para o sector empresarial).</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ver se os &#8220;suspeitos do costume&#8221; olham para estes números antes de fazerem demagogia. Empresários incluídos. Já vai sendo tempo de perceberem que não há economias prósperas sem bancos sólidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Economia portuguesa regista contracção severa no segundo semestre</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/economia-portuguesa-regista-contraccao-severa-no-segundo-semestre/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/economia-portuguesa-regista-contraccao-severa-no-segundo-semestre/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito hipotecário]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A agência de notação financeira Fitch Ratings adverte num relatório publicado hoje que o desempenho do <strong>crédito hipotecário</strong> em Portugal relacionado com os títulos associados a <strong>empréstimos à habitação</strong> deverá estar sob pressão nos próximos meses, já que se espera uma severa contracção da <strong>economia</strong> nacional no segundo semestre de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">A Fitch prevê que os preços nominais das casas em Portugal caiam moderadamente durante o resto deste ano. No entanto, a agência salienta que o sistema bancário português se mantém forte, rentável e bem capitalizado.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipa da Fitch responsável pela avaliação do risco soberano, estima que a <strong>economia</strong> portuguesa registará uma contracção anualizada de 3% em 2009 e que não crescerá em 2010. A taxa de desemprego foi de 8% no primeiro trimestre de 2009 e a Fitch projecta que aumente em torno de 20% até ao final de 2010, para valores perto dos 10%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A agência de notação financeira Fitch Ratings adverte num relatório publicado hoje que o desempenho do <strong>crédito hipotecário</strong> em Portugal relacionado com os títulos associados a <strong>empréstimos à habitação</strong> deverá estar sob pressão nos próximos meses, já que se espera uma severa contracção da <strong>economia</strong> nacional no segundo semestre de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">A Fitch prevê que os preços nominais das casas em Portugal caiam moderadamente durante o resto deste ano. No entanto, a agência salienta que o sistema bancário português se mantém forte, rentável e bem capitalizado.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipa da Fitch responsável pela avaliação do risco soberano, estima que a <strong>economia</strong> portuguesa registará uma contracção anualizada de 3% em 2009 e que não crescerá em 2010. A taxa de desemprego foi de 8% no primeiro trimestre de 2009 e a Fitch projecta que aumente em torno de 20% até ao final de 2010, para valores perto dos 10%.</p>
<p><span id="more-295"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nas duas últimas recessões, a taxa de desemprego em Portugal cresceu 74% (de 4,1% em 1991 para 7,2% em 1995) e 100% (de 3,9% em 2000 para 7,6% em 2005), salienta a agência de notação. Além disso, o PIB registou uma contracção anualizada de 2% em 1993 e de 0,8% em 2003, acrescenta o relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">A Fitch está convicta que a actual contracção económica poderá revelar ser a mais profunda que Portugal já sofreu nos últimos 15 anos. O índice de preços das casas divulgado pela Confidencial Imobiliário, que acompanha os preços pedidos para imóveis hipotecados e não hipotecados, em termos nominais, indicava um crescimento de 1% em termos anualizados em Março de 2009 em Portugal Continental. No entanto, esse mesmo índice decresceu 0,67% no primeiro trimestre deste ano face ao período homólogo de 2008, salienta o comunicado da Fitch.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo esta agência de notação financeira, o valor médio dos imóveis comprados com recurso a hipoteca diminuiu fortemente, devido a uma contracção do mercado hipotecário.</p>
<p style="text-align: justify;">A Fitch considera que a introdução de produtos não-standard nos últimos anos, bem com uma tendência altista nos rácios LTV (loan-to-value, rácio financeiro que relaciona o montante de um empréstimo com o valor da garantia prestada), afectaram negativamente o perfil de crédito das recentes transações de RMBS (residencial mortgage-backed security &#8211; títulos associados a créditos hipotecários residenciais) em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">“Apesar de a descida das taxas de juro ter beneficiado a capacidade de os tomadores de empréstimos obterem financiamento, o enfraquecimento dos fundamentais económicos e a deterioração das condições do mercado imobiliário poderão intensificar os atrasos nos pagamentos e o malparado no que diz respeito aos RMBS em Portugal”, afirmou Federica Fabrizi, directora da equipa da Fitch responsável pela análise dos RMBS na Europa, citada pela Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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