Barclays Crédito Habitação Tradicional

Temos boas notícias: É possível ter uma prestação baixa! Compre uma casa nova ou transfira o seu Crédito Habitação, sem burocracias nem custos, e usufrua de excelentes condições. Vantagens
  • Spreads muito competitivos;
  • Conta à Ordem Remunerada à mesma Taxa do Crédito Habitação1.
  • Diferentes modalidades de Taxa: Taxa Variável: Indexante Euribor 3,6 ou 12 meses; Opção de Taxa Fixa: Indexante Taxa Swap no prazo seleccionado;
  • Amortização de capital desde o inicio do empréstimo, permitindo uma maior celeridade na amortização do seu empréstimo;
  • Grande Flexibilidade de Prazos, até 50 anos e limite de idade de 80 anos;
  • Nas transferências o Barclays pode suportar os custos.
Taxa de Juro
  • Taxa Variável indexada à Euribor 3, 6 ou 12 meses+ Spreads muito competitivos;
  • Opção de Taxa Fixa a 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 25 ou 30 anos.
  • Taxa Fixa = Taxa Swap no Prazo seleccionado + Spreads muito competitivos;
Montante Máximo Até 85% do valor de avaliação do imóvel. Prazo Máximo 50 anos. TAE de 3,110%. TAER de 3,336%. Exemplo para...

continuar a ler...

Banco Best Prestação Mínima

Escolha a casa que o Banco Best disponibiliza a prestação mais baixa. Temos a combinação que lhe vai reduzir a Prestação ao mínimo. A Prestação Mínima é a opção para os clientes que pretendem pagar pouco, quer no inicio, quer ao longo do Empréstimo. Principais vantagens:
  • Carência Inicial que lhe permite pagar apenas juros durante 10 anos.
  • Complementar a vantagem da Carência Inicial com a possibilidade de amortizar até 30% do capital no final do empréstimo.
Taxas de juro, montantes e prazos
  • A taxa de juro é indexada à Euribor a 3 ou 6 meses + spread desde 1,80%. O Spread a adicionar à taxa base pode variar de acordo com as condições específicas do empréstimo. Assim, poderá reduzir o seu Spread através de bonificações resultantes do nº de produtos que venha a possuir.
  • Produtos (6 ou mais produtos): 0,3% ; 0,2% por uma Domiciliação de Vencimento ou 0,3% por duas Domiciliações de Vencimento. Total máximo
...

continuar a ler...

BCE pode manter juros baixos por mais tempo do que esperado

O Banco Central Europeu (BCE) pode manter os custos de crédito baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a emprestar dinheiro, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.

O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de empréstimos concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o BCE poderá manter as taxas de juro em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.

As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.

“Não vejo porque é que os mercados iriam esperar que as taxas subissem no quarto trimestre quando acabámos de passar por uma

...

continuar a ler...

“Spreads” vão estabilizar em níveis superiores aos dos anos anteriores

Os “spreads” na concessão de crédito, devido à crise financeira e económica, devem estabilizar em níveis superiores aos de anos anteriores.

A constatação é do Banco de Portugal, que no Relatório Anual de 2008, adianta “dado o agravamento da situação económica e financeira e o consequente aumento do risco de crédito, será de esperar uma estabilização destes ‘spreads’ a níveis superiores aos observados em anos recentes”.

A comprovar esta expectativa, o Banco de Portugal adianta que “a informação mais recente relativa aos spreads de taxa de juro nas novas operações de empréstimos a particulares para aquisição de habitação parece confirmar esta alteração”.

continuar a...

continuar a ler...

Crédito malparado dispara

Os tempos são de crise, mas nem isso impede os portugueses de irem às compras e pagar a crédito. Os problemas vêm depois. Segundo dados ontem revelados pelo Banco de Portugal, que se estendem até Janeiro de 2009, o crédito malparado no consumo supera os 5% do total de empréstimos concedidos. São 788 milhões de euros que os portugueses não pagaram aos bancos. Feitas as contas, em cada cem euros emprestados cinco ficam por pagar.

Apesar de a situação ser mais grave nos empréstimos para o consumo, na habitação a tendência continua a não ser positiva. Há 1,6 mil milhões de euros por pagar no empréstimo para a casa que os portugueses contraem junto das instituições bancárias, o que totaliza 1,5 por cento do crédito concedido. Excluindo os valores de Novembro do ano passado, trata-se do nível mais elevado desde o mês homólogo de 2004. O total

...

continuar a ler...

Portugueses gastaram menos 56 milhões este Natal

Os sinais da crise chegam de todo o lado. E as compras de Natal com recurso aos cartões de crédito e débito confirmam que os portugueses têm menos dinheiro disponível para gastar. Nas primeiras três semanas de Dezembro foram levantados nas caixas multibanco de todo o País 1.668 milhões de euros. Menos 1% - ou 17,6 milhões de euros - do que no mesmo período de 2007, altura em que esse valor ultrapassou 1.685 milhões de euros.

De acordo com as estatísticas da SIBS - Sociedade Interbancária de Serviços, entre os dias 1 e 21 de Dezembro também o montante das compras efectuadas através de terminais de pagamento automático caiu 2%. O valor destas operações diminuiu de 1.903 milhões de euros, há um ano, para 1.864 milhões, agora, correspondendo a uma redução de 39 milhões de euros.

Desta forma, no total, os portugueses compraram e levantaram

...

continuar a ler...

Fechar
E-mail It