<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; crise</title>
	<atom:link href="http://www.tudosobrecredito.com/tag/crise/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.tudosobrecredito.com</link>
	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Apr 2010 09:05:02 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>BCE pode manter juros baixos por mais tempo do que esperado</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bce-pode-manter-juros-baixos-por-mais-tempo-do-que-esperado/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/bce-pode-manter-juros-baixos-por-mais-tempo-do-que-esperado/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 08:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economista]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tudosobrecredito.com/?p=497</guid>
		<description><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-5004698222232373";
/* 336x280 - Credito */
google_ad_slot = "0849931716";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) pode manter os custos de <strong>crédito</strong> baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a <strong>emprestar dinheiro</strong>, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de <strong>empréstimos</strong> concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o <strong>BCE</strong> poderá manter as <strong>taxas de juro</strong> em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-5004698222232373";
/* 336x280 - Credito */
google_ad_slot = "0849931716";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) pode manter os custos de <strong>crédito</strong> baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a <strong>emprestar dinheiro</strong>, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de <strong>empréstimos</strong> concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o <strong>BCE</strong> poderá manter as <strong>taxas de juro</strong> em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.</p>
<p><span id="more-497"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Não vejo porque é que os mercados iriam esperar que as taxas subissem no quarto trimestre quando acabámos de passar por uma crise monumental”, disse o economista em entrevista à agência noticiosa. “No último ciclo, o BCE só começou a restringir a política monetária muito depois de o crédito ter recuperado. E este [ciclo] não se seguiu a uma enorme crise de crédito.”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
<img src="http://www.tudosobrecredito.com/?ak_action=api_record_view&id=497&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tudosobrecredito.com/bce-pode-manter-juros-baixos-por-mais-tempo-do-que-esperado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Spreads&#8221; vão estabilizar em níveis superiores aos dos anos anteriores</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/spreads-vao-estabilizar-em-niveis-superiores-aos-dos-anos-anteriores/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/spreads-vao-estabilizar-em-niveis-superiores-aos-dos-anos-anteriores/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 20:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[spread]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tudosobrecredito.com/?p=297</guid>
		<description><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-5004698222232373";
/* 336x280 - Credito */
google_ad_slot = "0849931716";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p>
<p style="text-align: justify;">Os “<strong>spreads</strong>” na concessão de <strong>crédito</strong>, devido à crise <strong>financeira e económica</strong>, devem estabilizar em níveis superiores aos de anos anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">A constatação é do <strong>Banco de Portugal</strong>, que no Relatório Anual de 2008, adianta “dado o agravamento da situação <strong>económica e financeira</strong> e o consequente aumento do <strong>risco de crédito</strong>, será de esperar uma estabilização destes ‘<em>spreads</em>’ a níveis superiores aos observados em anos recentes”.</p>
<p style="text-align: justify;">A comprovar esta expectativa, o Banco de Portugal adianta que “a informação mais recente relativa aos spreads de taxa de juro nas novas operações de empréstimos a particulares para aquisição de habitação parece confirmar esta alteração”.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-5004698222232373";
/* 336x280 - Credito */
google_ad_slot = "0849931716";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p>
<p style="text-align: justify;">Os “<strong>spreads</strong>” na concessão de <strong>crédito</strong>, devido à crise <strong>financeira e económica</strong>, devem estabilizar em níveis superiores aos de anos anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">A constatação é do <strong>Banco de Portugal</strong>, que no Relatório Anual de 2008, adianta “dado o agravamento da situação <strong>económica e financeira</strong> e o consequente aumento do <strong>risco de crédito</strong>, será de esperar uma estabilização destes ‘<em>spreads</em>’ a níveis superiores aos observados em anos recentes”.</p>
<p style="text-align: justify;">A comprovar esta expectativa, o Banco de Portugal adianta que “a informação mais recente relativa aos spreads de taxa de juro nas novas operações de empréstimos a particulares para aquisição de habitação parece confirmar esta alteração”.</p>
<p><span id="more-297"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O regulador destaca que devido à redução pronunciada das taxas do mercado monetário,</p>
<p style="text-align: justify;">verificou-se um alargamento substancial dos spreads nas operações de concessão de crédito, bem como uma uma redução nas operações de depósito, o que aponta para a possibilidade de reduções relativamente significativas também nas taxas de juro bancárias no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito aos depósitos, o Banco de Portugal destaca que o aumento das taxas Euribor, ocorrido em 2008, “deverá ter beneficiado apenas uma fracção do saldo total de depósitos, particularmente os novos depósitos entretanto contratados ou os depósitos que foram renovados compreendendo uma renegociação de taxa através de um envolvimento activo dos clientes”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
<img src="http://www.tudosobrecredito.com/?ak_action=api_record_view&id=297&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tudosobrecredito.com/spreads-vao-estabilizar-em-niveis-superiores-aos-dos-anos-anteriores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crédito malparado dispara</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/credito-malparado-dispara/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/credito-malparado-dispara/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 11:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[deco]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tudosobrecredito.com/?p=249</guid>
		<description><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-5004698222232373";
/* 336x280 - Credito */
google_ad_slot = "0849931716";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p>
<p style="text-align: justify;">Os tempos são de <strong>crise</strong>, mas nem isso impede os portugueses de irem às compras e pagar a <strong>crédito</strong>. Os problemas vêm depois. Segundo dados ontem revelados pelo <strong>Banco de Portugal</strong>, que se estendem até Janeiro de 2009, o <strong>crédito malparado</strong> no consumo supera os 5% do total de <strong>empréstimos</strong> concedidos. São 788 milhões de euros que os portugueses não pagaram aos bancos. Feitas as contas, em cada cem euros emprestados cinco ficam por pagar.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de a situação ser mais grave nos empréstimos para o consumo, na habitação a tendência continua a não ser positiva. Há 1,6 mil milhões de euros por pagar no empréstimo para a casa que os portugueses contraem junto das instituições bancárias, o que totaliza 1,5 por cento do crédito concedido. Excluindo os valores de Novembro do ano passado, trata-se do nível mais elevado desde o mês homólogo de 2004. O total do malparado dos dois tipos de empréstimo, habitação e consumo, ascende a quase três mil milhões de euros, o que significa que os calotes estão agora em níveis recorde.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-5004698222232373";
/* 336x280 - Credito */
google_ad_slot = "0849931716";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p>
<p style="text-align: justify;">Os tempos são de <strong>crise</strong>, mas nem isso impede os portugueses de irem às compras e pagar a <strong>crédito</strong>. Os problemas vêm depois. Segundo dados ontem revelados pelo <strong>Banco de Portugal</strong>, que se estendem até Janeiro de 2009, o <strong>crédito malparado</strong> no consumo supera os 5% do total de <strong>empréstimos</strong> concedidos. São 788 milhões de euros que os portugueses não pagaram aos bancos. Feitas as contas, em cada cem euros emprestados cinco ficam por pagar.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de a situação ser mais grave nos empréstimos para o consumo, na habitação a tendência continua a não ser positiva. Há 1,6 mil milhões de euros por pagar no empréstimo para a casa que os portugueses contraem junto das instituições bancárias, o que totaliza 1,5 por cento do crédito concedido. Excluindo os valores de Novembro do ano passado, trata-se do nível mais elevado desde o mês homólogo de 2004. O total do malparado dos dois tipos de empréstimo, habitação e consumo, ascende a quase três mil milhões de euros, o que significa que os calotes estão agora em níveis recorde.</p>
<p style="text-align: justify;">A explicar estas subidas nos incumprimentos dos empréstimos concedidos há várias razões. Mas aquela que aparece quase sempre como primeira explicação é a condição de desempregado, fruto da crise económica e financeira, que impede as famílias portuguesas de honrarem os compromissos financeiros (ver caixa).</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados mais recentes sobre pedidos de ajuda de famílias sobreendividadas mostram uma subida clara: em 2000 havia apenas 152 processos na DECO; em 2008, mais de dois mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Com estas dificuldades em cumprir as obrigações junto dos bancos, o próprio sistema bancário está mais cauteloso. Os empréstimos concedidos às famílias cresceram 3,6% em Janeiro em relação ao mês homólogo, o que revela um abrandamento significativo. Há um ano a taxa de variação homóloga era de 10,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">O crédito total concedido pela Banca aos portugueses para o crédito habitação ascende aos 104 mil milhões de euros. No que se refere ao crédito ao consumo, os valores totais situam-se nos 15,4 mil milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In CorreiodaManha.pt</em></p>
<img src="http://www.tudosobrecredito.com/?ak_action=api_record_view&id=249&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tudosobrecredito.com/credito-malparado-dispara/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Portugueses gastaram menos 56 milhões este Natal</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/portugueses-gastaram-menos-56-milhoes-este-natal/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/portugueses-gastaram-menos-56-milhoes-este-natal/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 00:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Unicre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tudosobrecredito.com/?p=67</guid>
		<description><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-5004698222232373";
/* 336x280 - Credito */
google_ad_slot = "0849931716";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p>
<p style="text-align: justify;">Os sinais da crise chegam de todo o lado. E as compras de Natal com recurso aos <strong>cartões de crédito e débito</strong> confirmam que os portugueses têm menos dinheiro disponível para gastar. Nas primeiras três semanas de Dezembro foram levantados nas caixas multibanco de todo o País 1.668 milhões de euros. Menos 1% - ou 17,6 milhões de euros - do que no mesmo período de 2007, altura em que esse valor ultrapassou 1.685 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com as estatísticas da SIBS - Sociedade Interbancária de Serviços, entre os dias 1 e 21 de Dezembro também o montante das compras efectuadas através de terminais de pagamento automático caiu 2%. O valor destas operações diminuiu de 1.903 milhões de euros, há um ano, para 1.864 milhões, agora, correspondendo a uma redução de 39 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, no total, os portugueses compraram e levantaram com cartão menos 56 milhões de euros em Dezembro deste ano do que no Natal de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de levantamentos na rede de caixas automáticas caiu também, nestas três semanas, 1% relativamente ao mesmo período do ano passado, de quase 25 para 24,8 milhões de operações. O valor médio por cada levantamento manteve-se inalterado, em 67 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Por seu lado, em termos acumulados, o número de compras em terminais de pagamento aumentou 3% este mês, de 40,2 para 41,3 milhões de transacções. Tendo em conta que foram realizadas mais operações, mas em menor montante, o valor médio das compras com cartão diminuiu de 47 para 45 euros num ano.</p>
<p style="text-align: justify;">No total dos levantamentos e pagamentos, o número de operações somou, nestas três semanas, 66,2 milhões, no valor de 3.532 milhões de euros, o que significa um aumento do número de transacções de 2%, mas uma diminuição, também de 2%, em termos de valor.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-5004698222232373";
/* 336x280 - Credito */
google_ad_slot = "0849931716";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p>
<p style="text-align: justify;">Os sinais da crise chegam de todo o lado. E as compras de Natal com recurso aos <strong>cartões de crédito e débito</strong> confirmam que os portugueses têm menos dinheiro disponível para gastar. Nas primeiras três semanas de Dezembro foram levantados nas caixas multibanco de todo o País 1.668 milhões de euros. Menos 1% &#8211; ou 17,6 milhões de euros &#8211; do que no mesmo período de 2007, altura em que esse valor ultrapassou 1.685 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com as estatísticas da SIBS &#8211; Sociedade Interbancária de Serviços, entre os dias 1 e 21 de Dezembro também o montante das compras efectuadas através de terminais de pagamento automático caiu 2%. O valor destas operações diminuiu de 1.903 milhões de euros, há um ano, para 1.864 milhões, agora, correspondendo a uma redução de 39 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, no total, os portugueses compraram e levantaram com cartão menos 56 milhões de euros em Dezembro deste ano do que no Natal de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de levantamentos na rede de caixas automáticas caiu também, nestas três semanas, 1% relativamente ao mesmo período do ano passado, de quase 25 para 24,8 milhões de operações. O valor médio por cada levantamento manteve-se inalterado, em 67 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Por seu lado, em termos acumulados, o número de compras em terminais de pagamento aumentou 3% este mês, de 40,2 para 41,3 milhões de transacções. Tendo em conta que foram realizadas mais operações, mas em menor montante, o valor médio das compras com cartão diminuiu de 47 para 45 euros num ano.</p>
<p style="text-align: justify;">No total dos levantamentos e pagamentos, o número de operações somou, nestas três semanas, 66,2 milhões, no valor de 3.532 milhões de euros, o que significa um aumento do número de transacções de 2%, mas uma diminuição, também de 2%, em termos de valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CARTÕES INTERNACIONAIS INALTERADOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Unicre, que monitoriza as movimentações de cartões de crédito e de débito de marcas internacionais, estima para Dezembro uma facturação de 1,72 mil milhões de euros, um crescimento zero face ao ano passado. &#8220;As pessoas estão a transaccionar o mesmo, mas em valores mais baixos&#8221;, explica a Unicre. Os dados desta instituição financeira de crédito, que consolidam os números apresentados pela SIBS, apontam para 54 milhões de euros movimentados todos os dias, durante este mês.</p>
<p style="text-align: justify;">A Unicre detecta uma tendência dupla durante este período. O número de transacções efectuadas aumenta, mas o montante das compras realizadas é menor. Assim, enquanto em 2007 os utilizadores de cartões de marcas internacionais gastavam, em média, 46 euros, este ano, o valor situa-se nos 44 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Por tipo de cartão, 26% das despesas são pagas com recurso ao crédito, enquanto os restantes 74% são realizados através de débito. Contudo, as transacções com cartões iniciaram uma tendência de menor crescimento em Setembro, mês a partir do qual a crise se foi consolidando como uma realidade inultrapassável. Ainda assim, a Unicre espera fechar o ano com uma movimentação na sua rede na ordem dos 16 mil milhões, ligeiramente acima dos 15,5 mil milhões registados em 2007.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
<img src="http://www.tudosobrecredito.com/?ak_action=api_record_view&id=67&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tudosobrecredito.com/portugueses-gastaram-menos-56-milhoes-este-natal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
