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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; crédito</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Crédito malparado volta a aumentar</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 01:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lneves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As famílias e as empresas do nosso país têm cada vez mais dificuldades em cumprir os seus compromissos com os bancos. Assim nos últimos meses o crédito malparado junto da banca voltou a aumentar segundo o Banco de Portugal. Aqui ficam os dados: Nos particulares o crédito com cobrança duvidosa na habitação cresceu 20 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As famílias e as empresas do nosso país têm cada vez mais dificuldades em cumprir os seus compromissos com os bancos. Assim nos últimos meses o crédito malparado junto da banca voltou a aumentar segundo o Banco de Portugal.</p>
<p>Aqui ficam os dados:<br />
Nos particulares o crédito com cobrança duvidosa na habitação cresceu 20 milhões de euros, atingindo um total de 1,99 mil milhões de euros. No consumo o crédito malparado subiu 12 milhões de euros para 1,34 mil milhões de euros, atingindo assim um máximo histórico.</p>
<p>Diz o boletim estatístico do Banco de Portugal que mais de 3% dos empréstimos concedidos às famílias portuguesas estão qualificados como “malparado”, o que corresponde a 4,3 mil milhões de euros. Sendo que no crédito ao consumo a situação é ainda mais grave, com o crédito malparado a passar a barreira dos 8%.</p>
<p>Factores determinantes para este fenómeno são os cortes salariais, o aumento do desemprego e a subida dos impostos, que fazem com que as famílias portuguesas tenham cada vez mais dificuldades em cumprir com o pagamento das suas prestações à banca. A juntar a isto está também o crédito malparado das empresas que subiu para cerca de 5%.</p>
<p>Assim, só se pode esperar de facto que a banca restrinja cada vez mais a concessão de crédito quer a particulares quer a empresas.</p>
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		<title>Bancos mudam o Spread do Crédito Habitação sem o questionar</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 23:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lneves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[spread]]></category>

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		<description><![CDATA[O que fazer? Existem duas possibilidades quando se vê perante uma mudança no Spread do seu Crédito à Habitação. Aceitar as mesmas ou contestá-las em tribunal. Se aceitar terá que estar ciente de que só é possível nos empréstimos cujos contratos apresentem uma cláusula contratual que permita a alteração unilateral da taxa de juro com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que fazer?</strong></p>
<p>Existem duas possibilidades quando se vê perante uma mudança no Spread do seu Crédito à Habitação.<br />
Aceitar as mesmas ou contestá-las em tribunal. Se aceitar terá que estar ciente de que só é possível  nos empréstimos cujos contratos apresentem uma cláusula contratual que permita a alteração unilateral da taxa de juro com base “em razão atendível” ou em “variações de mercado”. Só assim terá o aval do Banco de Portugal.</p>
<p>Sim esta operação não só é possivel como legal desde que o Banco de Portugal publicou um código de conduta segundo o qual as instituições financeiras podem efectuar essa alteração aos contratos já existentes, desde que se verifiquem factos relevantes e excepcionais, externos ou alheios às próprias instituições financeiras.<br />
Para quem se encontra ainda em fase de negociação do crédito à habitação, a sugestão vai no sentido  de não aceitar a inclusão desta cláusula no contrato, mesmo que não fique protegido de outros aumentos de spreads. Neste momento os bancos responsáveis por 80% do crédito à habitação em Portugal já não aplicam spreads inferiores a 2% e os mais elevados ultrapassam os 5%.</p>
<p>A Deco já se manfestou acerca deste tema e demonstrou a sua insatisfação perante esta recente intervenção do Banco de Portugal, pois considera que vem ligitimar os bancos de “repercutir nos clientes os efeitos da conjuntura desfavorável”, diz a associação. Assim, os clientes estarão a pagar as oscilações do mercado e a minimizar o risco dos próprios bancos.<br />
Convém no entanto referir que as instituições financeiras são obrigadas a comunicar-lhe por escrito essas alterações, nesse documento deverão constar os motivos que levaram o banco a alterar o contrato e a data em que as mesmas entrão em vigor.<br />
Sendo que as medidas afectam todos os contratos com a cláusula em questão, à partida todos os contratos com data anterior a 2008 estão salvaguardados, no entanto convém verificar se o contrato que assinou inclui a tal cláusula. Sendo que as alterações podem não ser definitivas, desde que os factos que a justificaram deixem de existir. Para ponderar o exercício do direito à resolução do contrato o Banco de Portugal estabeleceu 90 dias para os consumidores o fazerem.</p>
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		<title>Crédito Malparado Alcançou Níveis Extremos na Habitação e no Consumo</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 20:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lneves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[crédito malparado]]></category>
		<category><![CDATA[finaceiras]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[O crédito malparado alcançou valores extremos no que toca à habitação e ao consumo. Segundo o Banco de Portugal, o número de famílias que não conseguem pagar os empréstimos (tanto a nível da casa como de electrodomésticos ou até mesmo do carro) aumenta cada vez mais! Perante o aumento da inflação a grande maioria das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito malparado alcançou valores extremos no que toca à habitação e ao consumo. Segundo o Banco de Portugal, o número de famílias que não conseguem pagar os empréstimos (tanto a nível da casa como de electrodomésticos ou até mesmo do carro) aumenta cada vez mais! Perante o aumento da inflação a grande maioria das famílias portuguesas opta por deixar de pagar créditos aos bancos no final do ano.</p>
<p>Nos dados apresentados, no boletim estatístico do Banco de Portugal referentes ao mês de Novembro, verifica-se que quanto à habitação o incumprimento do crédito já alcançou os 1,982 milhões de euros; quanto ao consumo já ultrapassou os 1,300 milhões.</p>
<p>Segundo dados apresentados pelo editor de economia da SIC:<br />
“O malparado subiu na habitação quase 1% entre Outubro e Novembro e quase 3% se compararmos Novembro com o mesmo mês de 2009. No crédito ao consumo o incumprimento aumentou 1,7% em termos mensais, mas disparou mais de 22% na comparação com Novembro de 2009. Se olharmos para o valor total, de Outubro para Novembro a cobrança duvidosa subiu 1,9% e disparou mais de 12% quando olhamos para Novembro do ano anterior.”</p>
<p>Estes valores só demonstram que, cada vez mais, os portugueses deparam-se com a dificuldade e impossibilidade de pagar aos bancos e às sociedades financeiras os créditos relativos a bens não essenciais, como por exemplo: televisores e automóveis.</p>
<p>Havendo uma tendência para que a inflação aumente, tal como o desemprego e os cortes salariais, prevê-se que esta situação se agrave ainda mais nos próximos meses.</p>
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		<title>Crédito às familias e malparado cresce!</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 22:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[malparado]]></category>

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		<description><![CDATA[O crédito concedido às famílias aumentou 147 milhões de euros de Setembro para Outubro, tendo o crédito considerado de cobrança duvidosa aumentado 98 milhões de euros, indicou hoje o Banco de Portugal (BdP). De acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal, o crédito concedido pelos bancos em território nacional às famílias aumentou de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito concedido às famílias aumentou 147 milhões de euros de Setembro para Outubro, tendo o crédito considerado de cobrança duvidosa aumentado 98 milhões de euros, indicou hoje o Banco de Portugal (BdP).</p>
<p>De acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal, o crédito concedido pelos bancos em território nacional às famílias aumentou de 140.972 milhões de euros para 141.119 milhões de euros.</p>
<p>O crédito considerado de cobrança duvidosa, o chamado malparado, também aumentou em dois terços do aumento do dinheiro emprestado.</p>
<p>Este valor passou de 4.119 para 4.217 milhões de euros, representando já 2,98% do total do valor emprestado aos particulares.</p>
<p>O segmento do crédito à habitação foi o único a registar uma subida no valor emprestado aos particulares, com uma subida de 189 milhões de euros, havendo uma quebra de 38 milhões no valor concedido para outros fins (que não consumo e habitação) e de 4 milhões de euros no valor emprestado para consumo.</p>
<p>Em sentido contrário esteve o valor do malparado. Apesar da diminuição no valor emprestado para outros fins e consumo, o malparado aumentou mais nestes dois segmentos.</p>
<p>O malparado no crédito para outros fins subiu 40 milhões e no consumo 36 euros, tendo na habitação aumentado também, mas 21 milhões de euros, entre Setembro e Outubro.</p>
<p>Ainda assim, devido ao seu maior peso, o malparado na habitação e no consumo continuam a representar grande parte do bolo total, mais de 77,2% de todo o malparado nas famílias.</p>
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		<title>Sócrates anuncia duas novas linhas de crédito para microempresas e microcrédito</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/socrates-anuncia-duas-novas-linhas-de-credito-para-microempresas-e-microcredito/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 22:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[microempresas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O primeiro-ministro anunciou hoje a criação de duas novas linhas de <strong>crédito</strong>, uma destinada a <strong>microempresas</strong> e outra na área do <strong>microcrédito</strong>, numa sessão em que fez veementes apelos à confiança na economia portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">José Sócrates falava perante cem jovens de variadas áreas sociais (mas em que dominavam os empresários), numa sessão que decorreu no Parque das Nações e que se integrou no programa que assinala os 100 dias de executivo minoritário socialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Respondendo a uma pergunta de uma jovem empresária (que ainda recentemente esteve no desemprego) de Castelo de Paiva, o primeiro-ministro disse que o Orçamento do Estado para 2010 "não apenas manterá as ajudas às empresas e aos desempregados, como também as reforçará".</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro anunciou hoje a criação de duas novas linhas de <strong>crédito</strong>, uma destinada a <strong>microempresas</strong> e outra na área do <strong>microcrédito</strong>, numa sessão em que fez veementes apelos à confiança na economia portuguesa.</p>
<p>José Sócrates falava perante cem jovens de variadas áreas sociais (mas em que dominavam os empresários), numa sessão que decorreu no Parque das Nações e que se integrou no programa que assinala os 100 dias de executivo minoritário socialista.</p>
<p>Respondendo a uma pergunta de uma jovem empresária (que ainda recentemente esteve no desemprego) de Castelo de Paiva, o primeiro-ministro disse que o Orçamento do Estado para 2010 &#8220;não apenas manterá as ajudas às empresas e aos desempregados, como também as reforçará&#8221;.</p>
<p>Vamos reforçar os apoios em especial para os jovens que querem promover a sua actividade, através da criação de duas novas linhas de crédito: uma destinada às microempresas, a Invest mais; e outra destinada ao microcrédito, até 15 mil euros&#8221;, disse.</p>
<p>De acordo com Sócrates, a linha de microcrédito &#8220;será o primeiro estímulo para que jovens desempregados possam desenvolver a sua actividade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os jovens vão relacionar-se com os bancos, apresentando os seus projectos de investimento. Se os bancos aprovarem o projecto, o Estado participará no risco, cobrindo 75 por cento, reduzindo a taxa de risco e de esforço&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Na sua intervenção, o primeiro-ministro referiu que o Orçamento do Estado para 2010 será &#8220;exigente e difícil, porque tem que compaginar rigor na contas públicas e a manutenção dos estímulos à economia&#8221;.</p>
<p>&#8220;O nosso país precisa de iniciativa, de quem queira correr riscos e de formar empresas&#8221;, declarou, antes de fazer um apelo veemente &#8220;à confiança na economia portuguesa&#8221;.</p>
<p>Na conversa com os jovens, que foi moderada pela modelo e apresentadora de TV Helena Coelho, o primeiro-ministro disse ainda que &#8220;haverá apoios diversificados à contratação de novos trabalhadores por parte das empresas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Haverá uma contrapartida na ajuda pública, nomeadamente com uma redução da taxa social única dos empregados. Compreendemos que as ajudas às empresas são essencial para que 2010 seja encarado com maior confiança&#8221;, sustentou.</p>
<p>Neste ponto, Sócrates salientou mesmo que &#8220;nada poderá correr bem&#8221; na economia &#8220;sem confiança&#8221;.</p>
<p>&#8220;Precisamos de confiança em nós próprios, no nosso país e na nossa economia. Isto não é optimismo, apenas confiança em nós próprios e na nossa economia&#8221;, disse, numa sessão em que estiveram presentes vários atletas olímpicos, entre eles Francis Obikwelu e Susana Feitor.</p>
<p><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
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		<title>Exigências no acesso ao crédito vão manter-se</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/exigencias-no-acesso-ao-credito-vao-manter-se/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 08:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[concessão de empréstimos]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dados do <strong>Banco de Portugal</strong> revelam que, depois de em 2009 as instituições financeiras terem apertado os critérios na <strong>concessão de empréstimos</strong> a particulares, esta postura vai permanecer este ano, com os bancos a apresentarem as mesmas justificações.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco de Portugal</strong> garante que as instituições bancárias vão continuar a apertar os critérios na concessão de <strong>crédito</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como causas para esse aperto de crivos, os bancos apontam a deterioração de riscos detectados e o aumento no custo do capital.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dados do <strong>Banco de Portugal</strong> revelam que, depois de em 2009 as instituições financeiras terem apertado os critérios na <strong>concessão de empréstimos</strong> a particulares, esta postura vai permanecer este ano, com os bancos a apresentarem as mesmas justificações.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco de Portugal</strong> garante que as instituições bancárias vão continuar a apertar os critérios na concessão de <strong>crédito</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como causas para esse aperto de crivos, os bancos apontam a deterioração de riscos detectados e o aumento no custo do capital.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das entidades bancárias apontou também a previsível subida da taxa de desemprego, o que se traduz numa redução da taxa do valor do endividamento permitido.</p>
<p style="text-align: justify;">As instituições bancárias inquiridas pelo Banco de Portugal deram conta de que os critérios de exigência na concessão de créditos à habitação são para continuar, pelo menos no primeiro trimestre deste ano, à semelhança do que aconteceu nos últimos três meses de 2009. Já os requisitos para o crédito ao consumo vão manter-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste inquérito, o Banco de Portugal apurou também que os cinco grupos bancários portugueses vão manter os mesmos critérios de concessão de crédito às empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">No que respeita à procura, três desses bancos disseram que no caso dos particulares prevê-se uma relativa estabilidade com um ligeiro aumento para os primeiros três meses deste ano no que toca ao crédito à habitação. Quanto às empresas, espera-se também um aumento moderado na corrida ao crédito.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In TSF.sapo.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>BCE pode manter juros baixos por mais tempo do que esperado</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bce-pode-manter-juros-baixos-por-mais-tempo-do-que-esperado/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 08:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economista]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) pode manter os custos de <strong>crédito</strong> baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a <strong>emprestar dinheiro</strong>, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de <strong>empréstimos</strong> concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o <strong>BCE</strong> poderá manter as <strong>taxas de juro</strong> em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) pode manter os custos de <strong>crédito</strong> baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a <strong>emprestar dinheiro</strong>, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de <strong>empréstimos</strong> concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o <strong>BCE</strong> poderá manter as <strong>taxas de juro</strong> em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não vejo porque é que os mercados iriam esperar que as taxas subissem no quarto trimestre quando acabámos de passar por uma crise monumental”, disse o economista em entrevista à agência noticiosa. “No último ciclo, o BCE só começou a restringir a política monetária muito depois de o crédito ter recuperado. E este [ciclo] não se seguiu a uma enorme crise de crédito.”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Desempregados podem pedir moratória no crédito à habitação até ao final deste ano</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/desempregados-podem-pedir-moratoria-no-credito-a-habitacao-ate-ao-final-deste-ano/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 19:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[euribor]]></category>
		<category><![CDATA[moratória]]></category>
		<category><![CDATA[taxas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que alarga até ao final deste ano o prazo para os desempregados solicitarem uma <strong>moratória</strong> no pagamento da prestação do <strong>crédito à habitação</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como o Negócios ontem noticiou, o Executivo decidiu alargar esta medida, já em vigor desde o ano passado, para a totalidade deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com a aprovação deste Decreto-Lei pretende-se continuar a apoiar as pessoas em situação de desemprego, estendendo-se o prazo, até 31 de Dezembro 2010, para apresentação de candidaturas de acesso à linha de crédito extraordinária, através da qual o Estado financia 50% da prestação do crédito à habitação própria permanente, em situações em que o mutuário esteja em situação de desemprego há mais de três meses”, refere o comunicado do Conselho de Ministros.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que alarga até ao final deste ano o prazo para os desempregados solicitarem uma <strong>moratória</strong> no pagamento da prestação do <strong>crédito à habitação</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como o Negócios ontem noticiou, o Executivo decidiu alargar esta medida, já em vigor desde o ano passado, para a totalidade deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com a aprovação deste Decreto-Lei pretende-se continuar a apoiar as pessoas em situação de desemprego, estendendo-se o prazo, até 31 de Dezembro 2010, para apresentação de candidaturas de acesso à linha de crédito extraordinária, através da qual o Estado financia 50% da prestação do crédito à habitação própria permanente, em situações em que o mutuário esteja em situação de desemprego há mais de três meses”, refere o comunicado do Conselho de Ministros.</p>
<p style="text-align: justify;">O Estado &#8220;comparticipa&#8221; a prestação em até 500 euros mensais, para ajudar as famílias que têm, pelo menos, um desempregado. Este tem de estar inscrito, no mínimo, há três meses nos centros de emprego. O Estado terá de ser reembolsado ao fim de dois anos, prazo máximo de duração desta ajuda. No final dos 24 meses, as famílias vão pagar o dinheiro ao Estado a uma taxa igual à Euribor a seis meses (da qual se retira 0,5 pontos base), além dos juros normais ao banco.</p>
<p style="text-align: justify;">O empréstimo pode ser pago ao longo do contrato de crédito. Ou seja, se faltarem 20 anos para o final do contrato, terá esse período para pagar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pedidos mais que duplicam</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Ministério das Finanças, celebraram protocolos com o Estado para a implementação deste mecanismo cerca de 17 instituições de crédito nacionais, as quais representam a quase totalidade do mercado do crédito à habitação nacional. A mesma fonte refere que “solicitou já às Instituições de Crédito aderentes a manutenção da recepção e análise dos pedidos de interesse manifestados”.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de pedidos de ajuda das famílias ao Estado para pagarem o crédito à habitação disparou nos últimos meses do ano, tendo duplicado entre Agosto e Dezembro. As famílias a beneficiarem da ajuda quadruplicaram neste período.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério das Finanças revelou que até ao final do ano passado esta medida apoiou 1.222 famílias, sendo que se encontram em análise mais 330 pedidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Banca vai manter restrições elevadas na concessão de crédito</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/banca-vai-manter-restricoes-elevadas-na-concessao-de-credito/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 19:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[recessão económica]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>
<p style="text-align: justify;">“Apesar de se admitir uma progressiva regularização das condições de financiamento ao longo do horizonte de projecção, espera-se que as condições de concessão de crédito se mantenham em níveis mais exigentes do que os registados no período anterior à eclosão da crise financeira, nomeadamente devido à reavaliação do risco e à consequente utilização de critérios mais restritivos na concessão de crédito”, revela o supervisor.</p>
<p style="text-align: justify;">E este cenário é válido quer para as famílias quer para as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal revela mesmo que “a percentagem de empresas que mencionam as dificuldades de obtenção de crédito como factor limitativo ao investimento também aumentou, embora em muito menor grau”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos cenários possíveis traçados pelo Banco de Portugal aponta para a probabilidade das despesas das famílias serem “particularmente afectadas tanto pela adopção de critérios na concessão de crédito mais restritivos do que os implícitos na actual projecção, como pela persistência de prémios de risco mais elevados, decorrentes do seu elevado nível de endividamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Por seu turno, o comportamento dos bancos portugueses será sempre condicionado pelas condições de financiamento nos mercados por grosso a nível internacional. Estes factores implicam a manutenção de riscos descendentes sobre o consumo privado e o investimento residencial”, acrescenta a mesma fonte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>BCE não deve mexer nas taxas de juro</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 08:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>FMI</strong> concorda com a estratégia que tem sido seguida pelo <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) e com os sinais de que não tenciona mexer nas <strong>taxas de juro</strong>. Não é tempo de encarecer o <strong>crédito</strong>, frisa o economista-chefe da instituição para a Europa, até porque no horizonte não há nada que possa ser interpretado como uma ameaça à estabilidade dos preços.</p>
<p style="text-align: justify;">Na gestão da política monetária, BCE “tem sido prudente, como sempre. Não tem sinalizado que irá retirar em breve flexibilidade à sua política monetária, e é assim que deve ser”, diz Marek Belka, referindo-se às taxas de juro de referências, que estão, desde Maio, fixadas no mínimo histórico de 1%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>FMI</strong> concorda com a estratégia que tem sido seguida pelo <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) e com os sinais de que não tenciona mexer nas <strong>taxas de juro</strong>. Não é tempo de encarecer o <strong>crédito</strong>, frisa o economista-chefe da instituição para a Europa, até porque no horizonte não há nada que possa ser interpretado como uma ameaça à estabilidade dos preços.</p>
<p style="text-align: justify;">Na gestão da política monetária, BCE “tem sido prudente, como sempre. Não tem sinalizado que irá retirar em breve flexibilidade à sua política monetária, e é assim que deve ser”, diz Marek Belka, referindo-se às taxas de juro de referências, que estão, desde Maio, fixadas no mínimo histórico de 1%.</p>
<p style="text-align: justify;">O que é de esperar é a “retirada de algumas medidas monetárias não-convencionais quando a economia o permitir”, precisa o responsável do FMI, em alusão à flexibilidade extraordinária oferecida pelo BCE aos bancos em termos de prazos (mais longos) de empréstimos e de alargamento dos activos passíveis de serem concedidos como contragarantia.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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