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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; crédito</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Sócrates anuncia duas novas linhas de crédito para microempresas e microcrédito</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 22:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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<p style="text-align: justify;">O primeiro-ministro anunciou hoje a criação de duas novas linhas de <strong>crédito</strong>, uma destinada a <strong>microempresas</strong> e outra na área do <strong>microcrédito</strong>, numa sessão em que fez veementes apelos à confiança na economia portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">José Sócrates falava perante cem jovens de variadas áreas sociais (mas em que dominavam os empresários), numa sessão que decorreu no Parque das Nações e que se integrou no programa que assinala os 100 dias de executivo minoritário socialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Respondendo a uma pergunta de uma jovem empresária (que ainda recentemente esteve no desemprego) de Castelo de Paiva, o primeiro-ministro disse que o Orçamento do Estado para 2010 "não apenas manterá as ajudas às empresas e aos desempregados, como também as reforçará".</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O primeiro-ministro anunciou hoje a criação de duas novas linhas de <strong>crédito</strong>, uma destinada a <strong>microempresas</strong> e outra na área do <strong>microcrédito</strong>, numa sessão em que fez veementes apelos à confiança na economia portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">José Sócrates falava perante cem jovens de variadas áreas sociais (mas em que dominavam os empresários), numa sessão que decorreu no Parque das Nações e que se integrou no programa que assinala os 100 dias de executivo minoritário socialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Respondendo a uma pergunta de uma jovem empresária (que ainda recentemente esteve no desemprego) de Castelo de Paiva, o primeiro-ministro disse que o Orçamento do Estado para 2010 &#8220;não apenas manterá as ajudas às empresas e aos desempregados, como também as reforçará&#8221;.</p>
<p><span id="more-515"></span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vamos reforçar os apoios em especial para os jovens que querem promover a sua actividade, através da criação de duas novas linhas de crédito: uma destinada às microempresas, a Invest mais; e outra destinada ao microcrédito, até 15 mil euros&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Sócrates, a linha de microcrédito &#8220;será o primeiro estímulo para que jovens desempregados possam desenvolver a sua actividade&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os jovens vão relacionar-se com os bancos, apresentando os seus projectos de investimento. Se os bancos aprovarem o projecto, o Estado participará no risco, cobrindo 75 por cento, reduzindo a taxa de risco e de esforço&#8221;, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua intervenção, o primeiro-ministro referiu que o Orçamento do Estado para 2010 será &#8220;exigente e difícil, porque tem que compaginar rigor na contas públicas e a manutenção dos estímulos à economia&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O nosso país precisa de iniciativa, de quem queira correr riscos e de formar empresas&#8221;, declarou, antes de fazer um apelo veemente &#8220;à confiança na economia portuguesa&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Na conversa com os jovens, que foi moderada pela modelo e apresentadora de TV Helena Coelho, o primeiro-ministro disse ainda que &#8220;haverá apoios diversificados à contratação de novos trabalhadores por parte das empresas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Haverá uma contrapartida na ajuda pública, nomeadamente com uma redução da taxa social única dos empregados. Compreendemos que as ajudas às empresas são essencial para que 2010 seja encarado com maior confiança&#8221;, sustentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ponto, Sócrates salientou mesmo que &#8220;nada poderá correr bem&#8221; na economia &#8220;sem confiança&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Precisamos de confiança em nós próprios, no nosso país e na nossa economia. Isto não é optimismo, apenas confiança em nós próprios e na nossa economia&#8221;, disse, numa sessão em que estiveram presentes vários atletas olímpicos, entre eles Francis Obikwelu e Susana Feitor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Exigências no acesso ao crédito vão manter-se</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/exigencias-no-acesso-ao-credito-vao-manter-se/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/exigencias-no-acesso-ao-credito-vao-manter-se/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 08:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[concessão de empréstimos]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>

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<p style="text-align: justify;">Dados do <strong>Banco de Portugal</strong> revelam que, depois de em 2009 as instituições financeiras terem apertado os critérios na <strong>concessão de empréstimos</strong> a particulares, esta postura vai permanecer este ano, com os bancos a apresentarem as mesmas justificações.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco de Portugal</strong> garante que as instituições bancárias vão continuar a apertar os critérios na concessão de <strong>crédito</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como causas para esse aperto de crivos, os bancos apontam a deterioração de riscos detectados e o aumento no custo do capital.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Dados do <strong>Banco de Portugal</strong> revelam que, depois de em 2009 as instituições financeiras terem apertado os critérios na <strong>concessão de empréstimos</strong> a particulares, esta postura vai permanecer este ano, com os bancos a apresentarem as mesmas justificações.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco de Portugal</strong> garante que as instituições bancárias vão continuar a apertar os critérios na concessão de <strong>crédito</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como causas para esse aperto de crivos, os bancos apontam a deterioração de riscos detectados e o aumento no custo do capital.</p>
<p><span id="more-510"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das entidades bancárias apontou também a previsível subida da taxa de desemprego, o que se traduz numa redução da taxa do valor do endividamento permitido.</p>
<p style="text-align: justify;">As instituições bancárias inquiridas pelo Banco de Portugal deram conta de que os critérios de exigência na concessão de créditos à habitação são para continuar, pelo menos no primeiro trimestre deste ano, à semelhança do que aconteceu nos últimos três meses de 2009. Já os requisitos para o crédito ao consumo vão manter-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste inquérito, o Banco de Portugal apurou também que os cinco grupos bancários portugueses vão manter os mesmos critérios de concessão de crédito às empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">No que respeita à procura, três desses bancos disseram que no caso dos particulares prevê-se uma relativa estabilidade com um ligeiro aumento para os primeiros três meses deste ano no que toca ao crédito à habitação. Quanto às empresas, espera-se também um aumento moderado na corrida ao crédito.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In TSF.sapo.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>BCE pode manter juros baixos por mais tempo do que esperado</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bce-pode-manter-juros-baixos-por-mais-tempo-do-que-esperado/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 08:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BCE]]></category>
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		<category><![CDATA[crise]]></category>
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		<category><![CDATA[economista]]></category>
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		<category><![CDATA[juros]]></category>

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<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) pode manter os custos de <strong>crédito</strong> baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a <strong>emprestar dinheiro</strong>, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de <strong>empréstimos</strong> concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o <strong>BCE</strong> poderá manter as <strong>taxas de juro</strong> em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco Central Europeu</strong> (<strong>BCE</strong>) pode manter os custos de <strong>crédito</strong> baixos durante mais tempo do que é estimado pelos economistas porque os bancos não estão a <strong>emprestar dinheiro</strong>, segundo disse o Grupo Jefferies, à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Quadro do Dia”, da agência noticiosa norte-americana mostra que o nível de <strong>empréstimos</strong> concedidos na Europa se encontra em mínimos desde, pelo menos, 1999. O mesmo quadro indica que o <strong>BCE</strong> poderá manter as <strong>taxas de juro</strong> em mínimos, até ao segundo trimestre de 2011, segundo o economista-chefe do Jefferies Group para a Europa, David Owen disse à Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões de 28 economistas inquiridos pela Bloomberg, apontam para um subida dos juros no último trimestre de 2010. Uma perspectiva que não é partilhada por Owen.</p>
<p><span id="more-497"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Não vejo porque é que os mercados iriam esperar que as taxas subissem no quarto trimestre quando acabámos de passar por uma crise monumental”, disse o economista em entrevista à agência noticiosa. “No último ciclo, o BCE só começou a restringir a política monetária muito depois de o crédito ter recuperado. E este [ciclo] não se seguiu a uma enorme crise de crédito.”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Desempregados podem pedir moratória no crédito à habitação até ao final deste ano</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/desempregados-podem-pedir-moratoria-no-credito-a-habitacao-ate-ao-final-deste-ano/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 19:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
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		<category><![CDATA[moratória]]></category>
		<category><![CDATA[taxas]]></category>

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<p style="text-align: justify;">O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que alarga até ao final deste ano o prazo para os desempregados solicitarem uma <strong>moratória</strong> no pagamento da prestação do <strong>crédito à habitação</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como o Negócios ontem noticiou, o Executivo decidiu alargar esta medida, já em vigor desde o ano passado, para a totalidade deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com a aprovação deste Decreto-Lei pretende-se continuar a apoiar as pessoas em situação de desemprego, estendendo-se o prazo, até 31 de Dezembro 2010, para apresentação de candidaturas de acesso à linha de crédito extraordinária, através da qual o Estado financia 50% da prestação do crédito à habitação própria permanente, em situações em que o mutuário esteja em situação de desemprego há mais de três meses”, refere o comunicado do Conselho de Ministros.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que alarga até ao final deste ano o prazo para os desempregados solicitarem uma <strong>moratória</strong> no pagamento da prestação do <strong>crédito à habitação</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como o Negócios ontem noticiou, o Executivo decidiu alargar esta medida, já em vigor desde o ano passado, para a totalidade deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com a aprovação deste Decreto-Lei pretende-se continuar a apoiar as pessoas em situação de desemprego, estendendo-se o prazo, até 31 de Dezembro 2010, para apresentação de candidaturas de acesso à linha de crédito extraordinária, através da qual o Estado financia 50% da prestação do crédito à habitação própria permanente, em situações em que o mutuário esteja em situação de desemprego há mais de três meses”, refere o comunicado do Conselho de Ministros.</p>
<p><span id="more-494"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Estado &#8220;comparticipa&#8221; a prestação em até 500 euros mensais, para ajudar as famílias que têm, pelo menos, um desempregado. Este tem de estar inscrito, no mínimo, há três meses nos centros de emprego. O Estado terá de ser reembolsado ao fim de dois anos, prazo máximo de duração desta ajuda. No final dos 24 meses, as famílias vão pagar o dinheiro ao Estado a uma taxa igual à Euribor a seis meses (da qual se retira 0,5 pontos base), além dos juros normais ao banco.</p>
<p style="text-align: justify;">O empréstimo pode ser pago ao longo do contrato de crédito. Ou seja, se faltarem 20 anos para o final do contrato, terá esse período para pagar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pedidos mais que duplicam</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Ministério das Finanças, celebraram protocolos com o Estado para a implementação deste mecanismo cerca de 17 instituições de crédito nacionais, as quais representam a quase totalidade do mercado do crédito à habitação nacional. A mesma fonte refere que “solicitou já às Instituições de Crédito aderentes a manutenção da recepção e análise dos pedidos de interesse manifestados”.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de pedidos de ajuda das famílias ao Estado para pagarem o crédito à habitação disparou nos últimos meses do ano, tendo duplicado entre Agosto e Dezembro. As famílias a beneficiarem da ajuda quadruplicaram neste período.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério das Finanças revelou que até ao final do ano passado esta medida apoiou 1.222 famílias, sendo que se encontram em análise mais 330 pedidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Banca vai manter restrições elevadas na concessão de crédito</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/banca-vai-manter-restricoes-elevadas-na-concessao-de-credito/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/banca-vai-manter-restricoes-elevadas-na-concessao-de-credito/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 19:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[recessão económica]]></category>

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<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>
<p><span id="more-492"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Apesar de se admitir uma progressiva regularização das condições de financiamento ao longo do horizonte de projecção, espera-se que as condições de concessão de crédito se mantenham em níveis mais exigentes do que os registados no período anterior à eclosão da crise financeira, nomeadamente devido à reavaliação do risco e à consequente utilização de critérios mais restritivos na concessão de crédito”, revela o supervisor.</p>
<p style="text-align: justify;">E este cenário é válido quer para as famílias quer para as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal revela mesmo que “a percentagem de empresas que mencionam as dificuldades de obtenção de crédito como factor limitativo ao investimento também aumentou, embora em muito menor grau”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos cenários possíveis traçados pelo Banco de Portugal aponta para a probabilidade das despesas das famílias serem “particularmente afectadas tanto pela adopção de critérios na concessão de crédito mais restritivos do que os implícitos na actual projecção, como pela persistência de prémios de risco mais elevados, decorrentes do seu elevado nível de endividamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Por seu turno, o comportamento dos bancos portugueses será sempre condicionado pelas condições de financiamento nos mercados por grosso a nível internacional. Estes factores implicam a manutenção de riscos descendentes sobre o consumo privado e o investimento residencial”, acrescenta a mesma fonte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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