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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; crédito malparado</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Crédito Malparado Alcançou Níveis Extremos na Habitação e no Consumo</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 20:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lneves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[O crédito malparado alcançou valores extremos no que toca à habitação e ao consumo. Segundo o Banco de Portugal, o número de famílias que não conseguem pagar os empréstimos (tanto a nível da casa como de electrodomésticos ou até mesmo do carro) aumenta cada vez mais! Perante o aumento da inflação a grande maioria das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito malparado alcançou valores extremos no que toca à habitação e ao consumo. Segundo o Banco de Portugal, o número de famílias que não conseguem pagar os empréstimos (tanto a nível da casa como de electrodomésticos ou até mesmo do carro) aumenta cada vez mais! Perante o aumento da inflação a grande maioria das famílias portuguesas opta por deixar de pagar créditos aos bancos no final do ano.</p>
<p>Nos dados apresentados, no boletim estatístico do Banco de Portugal referentes ao mês de Novembro, verifica-se que quanto à habitação o incumprimento do crédito já alcançou os 1,982 milhões de euros; quanto ao consumo já ultrapassou os 1,300 milhões.</p>
<p>Segundo dados apresentados pelo editor de economia da SIC:<br />
“O malparado subiu na habitação quase 1% entre Outubro e Novembro e quase 3% se compararmos Novembro com o mesmo mês de 2009. No crédito ao consumo o incumprimento aumentou 1,7% em termos mensais, mas disparou mais de 22% na comparação com Novembro de 2009. Se olharmos para o valor total, de Outubro para Novembro a cobrança duvidosa subiu 1,9% e disparou mais de 12% quando olhamos para Novembro do ano anterior.”</p>
<p>Estes valores só demonstram que, cada vez mais, os portugueses deparam-se com a dificuldade e impossibilidade de pagar aos bancos e às sociedades financeiras os créditos relativos a bens não essenciais, como por exemplo: televisores e automóveis.</p>
<p>Havendo uma tendência para que a inflação aumente, tal como o desemprego e os cortes salariais, prevê-se que esta situação se agrave ainda mais nos próximos meses.</p>
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		<title>Bancos aumentam crédito ao ritmo mais elevado em nove meses e malparado atinge novo recorde</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 17:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito ao consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>taxa de crescimento</strong> dos <strong>empréstimos</strong> dos bancos às famílias portuguesas, em Novembro, foi a mais elevada no espaço de nove meses. Já o <strong>crédito malparado</strong> atingiu um recorde pelo segundo mês consecutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados hoje divulgados pelo <strong>Banco de Portugal</strong>, no final de Novembro o total do <strong>crédito</strong> concedido pelas instituições financeiras às famílias portuguesas era de 136,55 mil milhões de euros. Um valor que representa um aumento homólogo de 2,8%, a maior subida desde Fevereiro do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Este crescimento foi impulsionado pela concessão de crédito para outros fins (que pesam apenas 9,1% do total), cujo crescimento homólogo acelerou de 0,2% para 1,3%.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>taxa de crescimento</strong> dos <strong>empréstimos</strong> dos bancos às famílias portuguesas, em Novembro, foi a mais elevada no espaço de nove meses. Já o <strong>crédito malparado</strong> atingiu um recorde pelo segundo mês consecutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados hoje divulgados pelo <strong>Banco de Portugal</strong>, no final de Novembro o total do <strong>crédito</strong> concedido pelas instituições financeiras às famílias portuguesas era de 136,55 mil milhões de euros. Um valor que representa um aumento homólogo de 2,8%, a maior subida desde Fevereiro do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Este crescimento foi impulsionado pela concessão de crédito para outros fins (que pesam apenas 9,1% do total), cujo crescimento homólogo acelerou de 0,2% para 1,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">No crédito à habitação os empréstimos estão a subir a uma taxa anual de 3,1% (igual à de Outubro) e no crédito ao consumo baixaram de 2,4% para 2,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao crédito malparado, voltou a atingir um novo recorde, atingindo 3,827 mil milhões de euros em Novembro. Representa uma subida de 1,3% face a Outubro e de 25% contra Novembro do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da subida, o peso do crédito de cobrança duvidosa nos empréstimos totais permanece estável, atingindo 2,8% em Novembro. Em Outubro, mês em que o malparado também tinha atingido recorde, o peso era de 2,77%.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Crédito malparado diminuiu entre as famílias</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 08:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[crédito malparado]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito malparado</strong> das famílias diminuiu, em Setembro, período em que houve um acréscimo dos <strong>empréstimos</strong>, ao mesmo tempo que diminuíram os saldos dos incumprimentos. No total, os particulares têm por pagar em <strong>crédito malparado</strong> 3,64 mil milhões de euros à banca, o que corresponde a 2,69% do total dos <strong>empréstimos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os dados do Banco de Portugal, o peso do crédito malparado entre as famílias recuou de 2,78%, em Agosto, para 2,69%, em Setembro. Ainda assim, o cenário não é animador, com os incobráveis a situar-se em níveis de, pelo menos, uma década.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito malparado</strong> das famílias diminuiu, em Setembro, período em que houve um acréscimo dos <strong>empréstimos</strong>, ao mesmo tempo que diminuíram os saldos dos incumprimentos. No total, os particulares têm por pagar em <strong>crédito malparado</strong> 3,64 mil milhões de euros à banca, o que corresponde a 2,69% do total dos <strong>empréstimos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os dados do Banco de Portugal, o peso do crédito malparado entre as famílias recuou de 2,78%, em Agosto, para 2,69%, em Setembro. Ainda assim, o cenário não é animador, com os incobráveis a situar-se em níveis de, pelo menos, uma década.</p>
<p style="text-align: justify;">A contribuir para esta evolução esteve o segmento de crédito ao consumo, que viu o peso do malparado diminuir para 6,53%, em Setembro, um redução que é justificada apenas pela redução dos incobráveis, uma vez que o saldo dos empréstimo diminuiu, no período em análise.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o segmento de crédito à habitação travou esta evolução, com o peso do crédito malparado a atingir os 1,72%, em Setembro, o que corresponde ao valor mais elevado de sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Os outros fins verificaram um recuo no crédito malparado, com o peso do malparado a descer para 6,30%.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas empresas, os incobráveis superaram, pela primeira vez desde Junho de 1999, os 4%.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		<title>Crédito malparado atinge máximos de 1998</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 16:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[concessão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[crédito malparado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito malparado</strong> continua a aumentar em Portugal. Em Julho atingiu máximos do final da década de 90, com o incumprimento no <strong>crédito à habitação</strong> em níveis recorde, revelando a incapacidade das famílias em suportar os <strong>custos</strong> com os imóveis. Ao mesmo tempo, a <strong>concessão de crédito</strong> regista um forte abrandamento.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados do Boletim Estatístico hoje divulgados pelo Banco de Portugal, as famílias portuguesas deviam, em Julho, um total de 3,6 mil milhões de euros à banca, o que representa 2,72% do volume de empréstimos concedidos. Ou seja, o peso do crédito malparado já supera os 2,5% e atingiu o nível mais elevado desde Outubro de 1998.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>crédito malparado</strong> continua a aumentar em Portugal. Em Julho atingiu máximos do final da década de 90, com o incumprimento no <strong>crédito à habitação</strong> em níveis recorde, revelando a incapacidade das famílias em suportar os <strong>custos</strong> com os imóveis. Ao mesmo tempo, a <strong>concessão de crédito</strong> regista um forte abrandamento.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados do Boletim Estatístico hoje divulgados pelo Banco de Portugal, as famílias portuguesas deviam, em Julho, um total de 3,6 mil milhões de euros à banca, o que representa 2,72% do volume de empréstimos concedidos. Ou seja, o peso do crédito malparado já supera os 2,5% e atingiu o nível mais elevado desde Outubro de 1998.</p>
<p style="text-align: justify;">A contribuir para esta evolução estiveram todos os segmentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na habitação, o peso do malparado tocou nos 1,70%, um valor nunca antes observado. Mas não é só com a habitação que os portugueses estão a ter dificuldades em cumprir os pagamentos à banca. Aliás este é mesmo o segmento onde o peso do malparado é menor, até porque este é o último bem que uma família deixa de pagar o crédito associado.</p>
<p style="text-align: justify;">No crédito ao consumo, as famílias portuguesas devem já 6,72% do total dos empréstimos concedidos pelas entidades financeiras. Este é também o valor mais elevado desde que Banco de Portugal começou a compilar os dados (1997).</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo que o incumprimento aumenta, a concessão de crédito abranda. A taxa de variação homóloga dos empréstimos à habitação fixou-se nos 1,3%, em Julho, o nível mais baixo desde 2004. Uma prova da dificuldade em conseguir actualmente um empréstimo junto das instituições bancárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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