Bancos voltam a agravar “spreads” no crédito

IMPACTOS DOS JUROS NA HABITAÇÃO

Com a queda das taxas Euribor e o mercado imobiliário em queda, esta é uma boa altura para comprar casa. Mas há alguns "contra", se precisar de recorrer ao crédito. Os bancos voltaram a aumentar os "spreads" para os empréstimos à habitação. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Banco Espírito Santo (BES) são o espelho mais recente do agravar dos custos. Depois dos "spread" zero, agora será difícil conseguir 0,5%.

Para quem já tem um empréstimo, a novidade não é preocupante, já que o "spread" foi determinado na altura da celebração do contrato. Mas para quem está a pensar comprar casa através de financiamento bancário, a descida das taxas Euribor vai ser em parte anulada por margens mais altas aplicadas pelas instituições.

Os últimos bancos a actualizarem os "spreads" foram a CGD e o BES, de acordo com

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Crédito Imobiliário

O crédito imobiliário é um modelo de financiamento usado para a aquisição de imóveis novos ou usados, para construção, obras e arrendamento. O crédito imobiliário baseia-se numa hipoteca, em que a entidade que concede o crédito é o credor, e em que o cliente terá de devolver o montante solicitado mais os juros num prazo de tempo previamente determinado. Para realizar o pedido de crédito imobiliário é aconselhável possuir seguro de vida, que cobre o montante em dívida em caso de morte, e o seguro multirriscos, que cobre situações extraordinárias (incêndios, assaltos, explosões e inundações). Aquando da assinatura do contrato de crédito imobiliário é necessário o reconhecimento notarial, que é registado num modelo de escritura pública. Há ainda encargos relativos à abertura do processo. Existem elementos que variam no crédito imobiliário, dependendo da instituição que concede o crédito e do desejo do cliente. As prestações são um desses elementos, que podem ser constantes ou variar....

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