Como dar a volta à subida dos juros

As taxas Euribor sofreram mais uma forte subida, durante a semana passada. A Euribor a seis meses registou a nona maior subida da sua história, fixando-se agora em 1,475%, o valor mais altos desde Junho de 2009. As indexantes a três e a doze meses, que subiram para 1,162% 1,924%, máximos que já não registavam desde Abril de 2009. Perante um cenário tão negativista o que pode fazer para escapar à subida dos juros? Aqui ficam três dicas, retiradas do site Economico do Sapo, que podem ajudar uma família que já se encontre, economicamente falando, em apuros Fixar a prestação do crédito A primeira solução para contornar a possível subida dos juros é fixar a prestação do crédito à habitação. Assim, em vez de ver os encargos mensais oscilarem em cada três, seis ou doze meses, ao fixar a taxa de juro, saberá que durante um determinado período a prestação será sempre igual. Adiar parte da...

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Descida da taxa Euribor a três meses

A taxa a 12 meses desceu pela primeira vez em sete sessões. As taxas Euribor desceram hoje nos prazos a três e doze meses, enquanto a Euribor a seis meses se manteve inalterada. A Euribor a três meses, que tem influência nos juros dos certificados de aforro, mas sobretudo serve de referência nos empréstimos às empresas, desceu pela quinta sessão consecutiva, fixando-se nos 1,086%. Já o prazo a 12 meses deslizou para 1,721%. A Euribor a seis meses, taxa mais usada para calcular os juros do crédito à habitação em Portugal, ficou nos 1,352% pelo segundo dia, depois de ter estado em queda durante as três ultimas sessões. As previsões dos mercados apontam para que as taxas Euribor subam durante o ano 2011, para a Euribor a três prevêem que chegue aos 2% durante o primeiro trimestre de 2012, em tempo de crise mais más noticias para quem tem créditos à habitação e também...

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Crédito Malparado Alcançou Níveis Extremos na Habitação e no Consumo

O crédito malparado alcançou valores extremos no que toca à habitação e ao consumo. Segundo o Banco de Portugal, o número de famílias que não conseguem pagar os empréstimos (tanto a nível da casa como de electrodomésticos ou até mesmo do carro) aumenta cada vez mais! Perante o aumento da inflação a grande maioria das famílias portuguesas opta por deixar de pagar créditos aos bancos no final do ano. Nos dados apresentados, no boletim estatístico do Banco de Portugal referentes ao mês de Novembro, verifica-se que quanto à habitação o incumprimento do crédito já alcançou os 1,982 milhões de euros; quanto ao consumo já ultrapassou os 1,300 milhões. Segundo dados apresentados pelo editor de economia da SIC: “O malparado subiu na habitação quase 1% entre Outubro e Novembro e quase 3% se compararmos Novembro com o mesmo mês de 2009. No crédito ao consumo o incumprimento aumentou 1,7% em termos mensais, mas disparou...

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Banco de Portugal reforça deveres da banca nos créditos à habitação

O conjunto de informações que os bancos têm que fornecer aos clientes antes da contratação de um crédito à habitação ou outro conexo à compra da casa vai aumentar para a banca, de acordo com um aviso publicado hoje pelo Banco de Portugal. Mas só a partir de Novembro deste ano, data em que as novas exigências entram em vigor. Sempre que um cliente se dirija ao banco para efectuar uma simulação de crédito à habitação, o banco é obrigado a “entregar, logo no momento da simulação do crédito”, a Ficha de Informação Normalizada (FIN), esclarece o novo aviso e instrução do Banco de Portugal. A FIN, que já está em vigor, incorporar um vasto conjunto de informação sobre as condições aplicadas ao crédito à habitação e outros contratos conexos. Além disso, os bancos passam a ter que entregar uma nova FIN actualizada ao cliente “com as condições finais acordadas com a instituição...

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Bancos já começaram a subir “spreads”

O BPI já subiu o limite mínimo e máximo dos "spreads" cobrados nos novos contratos de créditos à habitação. Para já, é a única instituição onde se observa um aperto das condições na cedência de novos empréstimos. Mas a Associação Portuguesa de Bancos admitiu este fim-de-semana a possibilidade de um agravamento mais generalizado. Um cliente que se dirija ao BPI, verá agora ser-lhe oferecido, na melhor das hipóteses, um "spread" de 1%. Isto de acordo com o preçário actualizado este sábado. Antes era possível conseguir uma margem de 0,8%. Os limites máximos também sofreram um agravamento. Agora, o "spread" pode chegar aos 2,45%, mais 20 pontos base que até ao final da semana passada. In...

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Maior contenção no crédito à habitação

Os critérios de concessão de crédito tornaram-se mais restritivos no final de 2009 e irão continuar ainda mais exigentes no futuro. Não há dúvida de que para quem anda actualmente à procura de casa a vida não está nada fácil. Após vários anos em que os bancos se atropelavam uns aos outros para não deixar escapar um cliente e foram baixando o spread até ele não poder baixar mais, chegando inclusivamente a zero, agora passaram para o pólo oposto. Mês após mês, os bancos vão subindo os spreads praticados, sem grandes preocupações com a concorrência, pois rapidamente os bancos com melhores condições também acompanham essas subidas. O crédito à habitação não está entre os produtos prioritários a vender aos clientes e, apesar de alguma melhoria nas perspectivas da economia, os bancos continuam a olhar com muita desconfiança para a evolução do desemprego e do mercado imobiliário, pelo que é natural que...

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