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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; consumo</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Crédito malparado volta a aumentar</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 01:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lneves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[impostos]]></category>
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		<description><![CDATA[As famílias e as empresas do nosso país têm cada vez mais dificuldades em cumprir os seus compromissos com os bancos. Assim nos últimos meses o crédito malparado junto da banca voltou a aumentar segundo o Banco de Portugal. Aqui ficam os dados: Nos particulares o crédito com cobrança duvidosa na habitação cresceu 20 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As famílias e as empresas do nosso país têm cada vez mais dificuldades em cumprir os seus compromissos com os bancos. Assim nos últimos meses o crédito malparado junto da banca voltou a aumentar segundo o Banco de Portugal.</p>
<p>Aqui ficam os dados:<br />
Nos particulares o crédito com cobrança duvidosa na habitação cresceu 20 milhões de euros, atingindo um total de 1,99 mil milhões de euros. No consumo o crédito malparado subiu 12 milhões de euros para 1,34 mil milhões de euros, atingindo assim um máximo histórico.</p>
<p>Diz o boletim estatístico do Banco de Portugal que mais de 3% dos empréstimos concedidos às famílias portuguesas estão qualificados como “malparado”, o que corresponde a 4,3 mil milhões de euros. Sendo que no crédito ao consumo a situação é ainda mais grave, com o crédito malparado a passar a barreira dos 8%.</p>
<p>Factores determinantes para este fenómeno são os cortes salariais, o aumento do desemprego e a subida dos impostos, que fazem com que as famílias portuguesas tenham cada vez mais dificuldades em cumprir com o pagamento das suas prestações à banca. A juntar a isto está também o crédito malparado das empresas que subiu para cerca de 5%.</p>
<p>Assim, só se pode esperar de facto que a banca restrinja cada vez mais a concessão de crédito quer a particulares quer a empresas.</p>
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		<title>Crédito Malparado Alcançou Níveis Extremos na Habitação e no Consumo</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 20:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lneves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[crédito malparado]]></category>
		<category><![CDATA[finaceiras]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[O crédito malparado alcançou valores extremos no que toca à habitação e ao consumo. Segundo o Banco de Portugal, o número de famílias que não conseguem pagar os empréstimos (tanto a nível da casa como de electrodomésticos ou até mesmo do carro) aumenta cada vez mais! Perante o aumento da inflação a grande maioria das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito malparado alcançou valores extremos no que toca à habitação e ao consumo. Segundo o Banco de Portugal, o número de famílias que não conseguem pagar os empréstimos (tanto a nível da casa como de electrodomésticos ou até mesmo do carro) aumenta cada vez mais! Perante o aumento da inflação a grande maioria das famílias portuguesas opta por deixar de pagar créditos aos bancos no final do ano.</p>
<p>Nos dados apresentados, no boletim estatístico do Banco de Portugal referentes ao mês de Novembro, verifica-se que quanto à habitação o incumprimento do crédito já alcançou os 1,982 milhões de euros; quanto ao consumo já ultrapassou os 1,300 milhões.</p>
<p>Segundo dados apresentados pelo editor de economia da SIC:<br />
“O malparado subiu na habitação quase 1% entre Outubro e Novembro e quase 3% se compararmos Novembro com o mesmo mês de 2009. No crédito ao consumo o incumprimento aumentou 1,7% em termos mensais, mas disparou mais de 22% na comparação com Novembro de 2009. Se olharmos para o valor total, de Outubro para Novembro a cobrança duvidosa subiu 1,9% e disparou mais de 12% quando olhamos para Novembro do ano anterior.”</p>
<p>Estes valores só demonstram que, cada vez mais, os portugueses deparam-se com a dificuldade e impossibilidade de pagar aos bancos e às sociedades financeiras os créditos relativos a bens não essenciais, como por exemplo: televisores e automóveis.</p>
<p>Havendo uma tendência para que a inflação aumente, tal como o desemprego e os cortes salariais, prevê-se que esta situação se agrave ainda mais nos próximos meses.</p>
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		<title>Crédito ao consumo e publicidade camuflada</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 18:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[deco]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade camuflada]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, somos diariamente bombardeados com publicidade acerca de créditos. Mas, muitas vezes, esta publicidade torna-se tão aliciante que nos leva imediatamente a efectuar o nosso pedido. Este facto tem contribuído para o sobreendividamento dos portugueses.</p>
<p style="text-align: justify;">Na publicidade ao crédito, alguns detalhes encontram-se muitas vezes camuflados. Tenta-se destacar a facilidade e os preços baixos, escondendo a realidade do custo total do empréstimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias instituições bancárias demonstraram mesmo irregularidades na aplicação das taxas, praticando valores não permitidos por lei em território nacional.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia, somos diariamente bombardeados com publicidade acerca de créditos. Mas, muitas vezes, esta publicidade torna-se tão aliciante que nos leva imediatamente a efectuar o nosso pedido. Este facto tem contribuído para o sobreendividamento dos portugueses.</p>
<p>Na publicidade ao crédito, alguns detalhes encontram-se muitas vezes camuflados. Tenta-se destacar a facilidade e os preços baixos, escondendo a realidade do custo total do empréstimo.</p>
<p>Várias instituições bancárias demonstraram mesmo irregularidades na aplicação das taxas, praticando valores não permitidos por lei em território nacional.</p>
<p>A publicidade na televisão, revistas e afins leva o consumidor a pensar que o crédito não é caro. Os valores totais ou cláusulas importantes são geralmente apresentadas em letras de tamanhos reduzidos e de forma rápida (no caso da televisão), de forma a não atrair a atenção do leitor ou telespectador.</p>
<p>A DECO (Defesa do Consumidor) alerta que cabe ao governo tomar medidas para evitar esta publicidade camuflada, pois os portugueses estão cada vez mais atolados em dívidas intermináveis.</p>
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