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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; comissões</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>DECO denuncia aumento do custo das comissões para crédito pessoal</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/deco-denuncia-aumento-do-custo-das-comissoes-para-credito-pessoal/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 22:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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<p style="text-align: justify;">O custo das <strong>comissões</strong> cobradas pelos bancos aumentou nos últimos cinco anos, representando nalguns casos mais 72% do que em 2004, denunciou a associação de consumidores <strong>DECO</strong> na última edição da revista <strong>Dinheiro &#38; Direitos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo indica que os valores variam muito com os bancos e com o montante e prazo do <strong>crédito pessoal</strong>. Em Setembro de 2009, as <strong>comissões</strong> médias cobradas pelo <strong>empréstimo</strong> de 2.500, 5.000 e 10.000 euros eram de 85,60, 97,73 e 157,56 euros, respectivamente.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O custo das <strong>comissões</strong> cobradas pelos bancos aumentou nos últimos cinco anos, representando nalguns casos mais 72% do que em 2004, denunciou a associação de consumidores <strong>DECO</strong> na última edição da revista <strong>Dinheiro &amp; Direitos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo indica que os valores variam muito com os bancos e com o montante e prazo do <strong>crédito pessoal</strong>. Em Setembro de 2009, as <strong>comissões</strong> médias cobradas pelo <strong>empréstimo</strong> de 2.500, 5.000 e 10.000 euros eram de 85,60, 97,73 e 157,56 euros, respectivamente.</p>
<p><span id="more-507"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a DECO, estes valores representam aumentos de 45, 50 e 72 por cento relativamente às médias de Setembro de 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">A DECO critica ainda a variedade das designações das comissões para iniciar um empréstimo (entrada, abertura, dossiê ou contratação) e pede a uniformização da terminologia &#8220;para o consumidor não ser iludido)&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo refere também que as comissões periódicas &#8220;nem sempre têm fundamento&#8221; e pede a sua eliminação nos casos em que o extracto do crédito for enviado por e-mail, o que deve ser feito a pedido dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor cobrado por estas comissões em seis bancos era, em média de 1,17 euros, o que corresponde a um aumento de 8,2 por cento face aos valores de Setembro de 2004.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JN.sapo.pt</em></p>
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		<title>Bancos têm de dar mais informação</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/bancos-tem-de-dar-mais-informacao/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/bancos-tem-de-dar-mais-informacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 09:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comissões]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>

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<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal pretende que os bancos discriminem os conceitos de "<strong>comissão</strong>" e de "<strong>despesa</strong>" na concessão do <strong>crédito à habitação</strong>. Esta é uma das medidas propostas num documento que se encontra em consulta pública e que visa contribuir para a transparência e comparabilidade dos custos exigidos pelas diferentes instituições.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento em discussão, denominado "<strong>Deveres de Informação no Crédito à Habitação</strong>", vem reforçar as exigências actualmente impostas às instituições de crédito. O objectivo é que os bancos disponibilizem todas as informações em causa num <strong>crédito à habitação</strong>, de forma a que os clientes possam comparar as diferentes alternativas com os mesmos dados.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal pretende que os bancos discriminem os conceitos de &#8220;<strong>comissão</strong>&#8221; e de &#8220;<strong>despesa</strong>&#8221; na concessão do <strong>crédito à habitação</strong>. Esta é uma das medidas propostas num documento que se encontra em consulta pública e que visa contribuir para a transparência e comparabilidade dos custos exigidos pelas diferentes instituições.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento em discussão, denominado &#8220;<strong>Deveres de Informação no Crédito à Habitação</strong>&#8220;, vem reforçar as exigências actualmente impostas às instituições de crédito. O objectivo é que os bancos disponibilizem todas as informações em causa num <strong>crédito à habitação</strong>, de forma a que os clientes possam comparar as diferentes alternativas com os mesmos dados.</p>
<p style="text-align: justify;">A informação pode ser feita em papel ou noutro suporte duradouro, incluindo o electrónico, esclarece esta proposta do Banco de Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In CorreiodaManha.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Bancos sobem spreads</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 09:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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<p style="text-align: justify;"><strong>BANCA APERTA CONDIÇÕES DOS CONTRATOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os bancos estão a contornar as descidas das <strong>taxas Euribor</strong> aumentando as <strong>comissões</strong> cobradas ao cliente e diminuindo os prazos de pagamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados são resultado de um inquérito do Banco de Portugal, que diz que as entidades financeiras estão a restringir as condições dos <strong>empréstimos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a baixa da <strong>Euribor</strong>, alguns clientes estão a solicitar aos bancos uma revisão dos contratos, em vez de esperarem pela actualização a cada três ou seis meses. E é aqui que as entidades financeiras estão a aproveitar para subir os <strong>spreads</strong>, porque o banco assume que o perfil de risco do cliente se altera.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><strong>BANCA APERTA CONDIÇÕES DOS CONTRATOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os bancos estão a contornar as descidas das <strong>taxas Euribor</strong> aumentando as <strong>comissões</strong> cobradas ao cliente e diminuindo os prazos de pagamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados são resultado de um inquérito do Banco de Portugal, que diz que as entidades financeiras estão a restringir as condições dos <strong>empréstimos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a baixa da <strong>Euribor</strong>, alguns clientes estão a solicitar aos bancos uma revisão dos contratos, em vez de esperarem pela actualização a cada três ou seis meses. E é aqui que as entidades financeiras estão a aproveitar para subir os <strong>spreads</strong>, porque o banco assume que o perfil de risco do cliente se altera.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos bancos não assume a política, dizendo que &#8220;cada caso é analisado individualmente e há vários factores que determinam os contratos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In CorreiodaManha.pt</em></p>
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		</item>
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		<title>Crédito à habitação: clientes pagam mudança</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/credito-a-habitacao-clientes-pagam-mudanca/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Dec 2008 12:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comissões]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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		<category><![CDATA[hipoteca]]></category>

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<p style="text-align: justify;"><strong>Numa investigação a 19 bancos, a DECO PROTESTE contabilizou aumentos até 39% nas comissões de abertura e avaliação, entre 2006 e 2008.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para compensar a perda de receitas com as alterações na lei dos últimos 2 anos, a maioria das instituições subiu as comissões do crédito à habitação, em especial, no início do contrato. Em 10 casos, o aumento foi superior à inflação.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos 19 bancos, 10 aplicam uma comissão, mensal ou anual, durante o contrato. Chamada de processamento, envio ou gestão, tem um valor médio mensal é de 1,18 euros. Num empréstimo a 30 anos, o consumidor paga € 424,80 ao banco, no final. Para a DECO esta comissão é questionável, dado que os juros do empréstimo já deviam incluir todos os custos.</p>
<p style="text-align: justify;">Após liquidar a última prestação, é preciso cancelar a hipoteca. Este acto custa € 72 na Conservatória do Registo Predial. Alguns bancos cobram uma comissão para emitir o distrate da hipoteca, atitude que a DECO considera ilegal. Se for o seu caso, amortize o empréstimo uns meses antes. Neste caso, paga apenas 0,5% ou 2% do montante que liquida, consoante a taxa seja variável ou fixa.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Numa investigação a 19 bancos, a DECO PROTESTE contabilizou aumentos até 39% nas comissões de abertura e avaliação, entre 2006 e 2008.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para compensar a perda de receitas com as alterações na lei dos últimos 2 anos, a maioria das instituições subiu as comissões do crédito à habitação, em especial, no início do contrato. Em 10 casos, o aumento foi superior à inflação.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos 19 bancos, 10 aplicam uma comissão, mensal ou anual, durante o contrato. Chamada de processamento, envio ou gestão, tem um valor médio mensal é de 1,18 euros. Num empréstimo a 30 anos, o consumidor paga € 424,80 ao banco, no final. Para a DECO esta comissão é questionável, dado que os juros do empréstimo já deviam incluir todos os custos.</p>
<p style="text-align: justify;">Após liquidar a última prestação, é preciso cancelar a hipoteca. Este acto custa € 72 na Conservatória do Registo Predial. Alguns bancos cobram uma comissão para emitir o distrate da hipoteca, atitude que a DECO considera ilegal. Se for o seu caso, amortize o empréstimo uns meses antes. Neste caso, paga apenas 0,5% ou 2% do montante que liquida, consoante a taxa seja variável ou fixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a DECO, o Banco de Portugal deve obrigar os bancos a aplicar uma só comissão no início. Para evitar abusos e confusões, a sua designação deve ser igual em todas as instituições. O mesmo se aplica ao valor cobrado todos os meses, com a prestação. Quando aquele diz respeito ao envio, a associação de consumidores defende que os bancos deviam isentar os clientes que queiram receber os avisos de débito por via electrónica. Esta medida seria boa para o consumidor e amiga do ambiente. A DECO afirma ainda que a cobrança do imposto de selo nestas circunstâncias é injustificada, pois o selo de correio não paga imposto.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao contrato do crédito, não deve incluir remissões para o preçário em vigor. O consumidor tem direito a conhecer, desde o início, todas as despesas do empréstimo. A DECO já comunicou as suas exigências ao Banco de Portugal e à Secretaria de Estado da Defesa do Consumidor, para que actuem com rapidez e em conformidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In DINHEIRO &amp; DIREITOS N.º 91, Janeiro de 2009 – (Págs. 40 e 41)</em></p>
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