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	<title>Tudo Sobre Crédito &#187; Banco de Portugal</title>
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	<description>Toda a informação sobre crédito que você precisa, encontra aqui!</description>
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		<title>Banco de Portugal reforça deveres da banca nos créditos à habitação</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 09:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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<p style="text-align: justify;">O conjunto de informações que os bancos têm que fornecer aos clientes antes da contratação de um <strong>crédito à habitação</strong> ou outro conexo à compra da casa vai aumentar para a banca, de acordo com um aviso publicado hoje pelo <strong>Banco de Portugal</strong>. Mas só a partir de Novembro deste ano, data em que as novas exigências entram em vigor.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que um cliente se dirija ao banco para efectuar uma <strong>simulação de crédito à habitação</strong>, o banco é obrigado a “entregar, logo no momento da <strong>simulação do crédito</strong>”, a Ficha de Informação Normalizada (FIN), esclarece o novo aviso e instrução do <strong>Banco de Portugal</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A FIN, que já está em vigor, incorporar um vasto conjunto de informação sobre as condições aplicadas ao crédito à habitação e outros contratos conexos.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O conjunto de informações que os bancos têm que fornecer aos clientes antes da contratação de um <strong>crédito à habitação</strong> ou outro conexo à compra da casa vai aumentar para a banca, de acordo com um aviso publicado hoje pelo <strong>Banco de Portugal</strong>. Mas só a partir de Novembro deste ano, data em que as novas exigências entram em vigor.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que um cliente se dirija ao banco para efectuar uma <strong>simulação de crédito à habitação</strong>, o banco é obrigado a “entregar, logo no momento da <strong>simulação do crédito</strong>”, a Ficha de Informação Normalizada (FIN), esclarece o novo aviso e instrução do <strong>Banco de Portugal</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A FIN, que já está em vigor, incorporar um vasto conjunto de informação sobre as condições aplicadas ao crédito à habitação e outros contratos conexos.</p>
<p><span id="more-525"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os bancos passam a ter que entregar uma nova FIN actualizada ao cliente “com as condições finais acordadas com a instituição de crédito após a aprovação das condições para o empréstimo e o prazo durante o qual essas condições do empréstimo permanecem válidas”. Nesse momento, e além da ficha normalizada, “a instituição de crédito deve disponibilizar também a minuta do contrato de crédito”, diz o regulador da banca.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, há uma diversidade de contratos de crédito à habitação. O cliente pode diferir para o final do contrato uma parte do montante a amortizar (o denominado “diferimento de capital”), nos primeiros anos de contrato pode pagar apenas juros e não amortizar capital (a chamada “carência de capital”) ou outras alternativas como a prestação variável.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das várias soluções que o banco possa propor ao cliente, o Banco de Portugal obriga a que as instituições financeiras apresentem sempre também “uma proposta de empréstimo mais tradicional, designada ‘empréstimo padrão’, o qual se caracteriza por prestações constantes de capital e juros desde a primeira prestação e é remunerado a taxa de juro variável”.</p>
<p style="text-align: justify;">O objectivo, explica o banco central, é que “durante a fase de negociação”, o cliente bancário “avalie atentamente as condições do empréstimo que deseja contratar, em particular, o diferente perfil temporal dos encargos relativos a distintas alternativas de crédito”.</p>
<p style="text-align: justify;">E acrescenta que “com os novos elementos de informação que as instituições têm de prestar nas fases de celebração e de vigência do contrato, o cliente bancário passa a dispor, ao longo da vida do empréstimo, dos mais relevantes elementos de informação que lhe permitem acompanhar os encargos associado ao seu crédito”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Exigências no acesso ao crédito vão manter-se</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/exigencias-no-acesso-ao-credito-vao-manter-se/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/exigencias-no-acesso-ao-credito-vao-manter-se/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 08:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[concessão de empréstimos]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>

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<p style="text-align: justify;">Dados do <strong>Banco de Portugal</strong> revelam que, depois de em 2009 as instituições financeiras terem apertado os critérios na <strong>concessão de empréstimos</strong> a particulares, esta postura vai permanecer este ano, com os bancos a apresentarem as mesmas justificações.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco de Portugal</strong> garante que as instituições bancárias vão continuar a apertar os critérios na concessão de <strong>crédito</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como causas para esse aperto de crivos, os bancos apontam a deterioração de riscos detectados e o aumento no custo do capital.</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Dados do <strong>Banco de Portugal</strong> revelam que, depois de em 2009 as instituições financeiras terem apertado os critérios na <strong>concessão de empréstimos</strong> a particulares, esta postura vai permanecer este ano, com os bancos a apresentarem as mesmas justificações.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Banco de Portugal</strong> garante que as instituições bancárias vão continuar a apertar os critérios na concessão de <strong>crédito</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como causas para esse aperto de crivos, os bancos apontam a deterioração de riscos detectados e o aumento no custo do capital.</p>
<p><span id="more-510"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das entidades bancárias apontou também a previsível subida da taxa de desemprego, o que se traduz numa redução da taxa do valor do endividamento permitido.</p>
<p style="text-align: justify;">As instituições bancárias inquiridas pelo Banco de Portugal deram conta de que os critérios de exigência na concessão de créditos à habitação são para continuar, pelo menos no primeiro trimestre deste ano, à semelhança do que aconteceu nos últimos três meses de 2009. Já os requisitos para o crédito ao consumo vão manter-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste inquérito, o Banco de Portugal apurou também que os cinco grupos bancários portugueses vão manter os mesmos critérios de concessão de crédito às empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">No que respeita à procura, três desses bancos disseram que no caso dos particulares prevê-se uma relativa estabilidade com um ligeiro aumento para os primeiros três meses deste ano no que toca ao crédito à habitação. Quanto às empresas, espera-se também um aumento moderado na corrida ao crédito.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In TSF.sapo.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Banca vai manter restrições elevadas na concessão de crédito</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/banca-vai-manter-restricoes-elevadas-na-concessao-de-credito/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/banca-vai-manter-restricoes-elevadas-na-concessao-de-credito/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 19:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[recessão económica]]></category>

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<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<p style="text-align: justify;">As condições para aceder a <strong>empréstimos</strong> foram apertadas no ano passado, muito devido à <strong>crise financeira</strong> e à <strong>recessão económica</strong>. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da <strong>economia</strong>, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao <strong>crédito</strong> elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a perspectiva do <strong>Banco de Portugal</strong>, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.</p>
<p><span id="more-492"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Apesar de se admitir uma progressiva regularização das condições de financiamento ao longo do horizonte de projecção, espera-se que as condições de concessão de crédito se mantenham em níveis mais exigentes do que os registados no período anterior à eclosão da crise financeira, nomeadamente devido à reavaliação do risco e à consequente utilização de critérios mais restritivos na concessão de crédito”, revela o supervisor.</p>
<p style="text-align: justify;">E este cenário é válido quer para as famílias quer para as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal revela mesmo que “a percentagem de empresas que mencionam as dificuldades de obtenção de crédito como factor limitativo ao investimento também aumentou, embora em muito menor grau”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos cenários possíveis traçados pelo Banco de Portugal aponta para a probabilidade das despesas das famílias serem “particularmente afectadas tanto pela adopção de critérios na concessão de crédito mais restritivos do que os implícitos na actual projecção, como pela persistência de prémios de risco mais elevados, decorrentes do seu elevado nível de endividamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Por seu turno, o comportamento dos bancos portugueses será sempre condicionado pelas condições de financiamento nos mercados por grosso a nível internacional. Estes factores implicam a manutenção de riscos descendentes sobre o consumo privado e o investimento residencial”, acrescenta a mesma fonte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Crédito Automóvel &#8211; Mudar ajuda a poupar</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/credito-automovel-mudar-ajuda-a-poupar/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 08:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ALD]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito ao consumo]]></category>
		<category><![CDATA[crédito automóvel]]></category>
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		<category><![CDATA[taxas]]></category>

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<p style="text-align: justify;">Ter um <strong>automóvel</strong> significa na maior parte das vezes ter um financiamento ou <strong>crédito automóvel</strong>. Com as novas regras do <strong>crédito ao consumo</strong> que entram em vigor em Janeiro, significa também a possibilidade de ter acesso a <strong>juros</strong> mais atractivos e com isso ter <strong>poupanças consideráveis</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal definiu as taxas de juros máximas que poderão ser aplicadas nos empréstimos automóveis a partir de Janeiro. Estas taxas variam entre 8% e 16,10%, dependendo do tipo de contrato e de se é um veículo novo ou usado.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas máximas que estarão em vigor em Janeiro disponíveis durante o primeiro trimestre:</p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Ter um <strong>automóvel</strong> significa na maior parte das vezes ter um financiamento ou <strong>crédito automóvel</strong>. Com as novas regras do <strong>crédito ao consumo</strong> que entram em vigor em Janeiro, significa também a possibilidade de ter acesso a <strong>juros</strong> mais atractivos e com isso ter <strong>poupanças consideráveis</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal definiu as taxas de juros máximas que poderão ser aplicadas nos empréstimos automóveis a partir de Janeiro. Estas taxas variam entre 8% e 16,10%, dependendo do tipo de contrato e de se é um veículo novo ou usado.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas máximas que estarão em vigor em Janeiro disponíveis durante o primeiro trimestre:</p>
<p><span id="more-479"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>ALD carros novos:</strong> TAEG média 6%; TAEG máxima 8%</li>
<li><strong>ALD carros usados:</strong> TAEG média 7,70%; TAEG máxima 10,30%</li>
<li><strong>Crédito com reserva de propriedade carros novos:</strong> TAEG média 8,60%; TAEG máxima 11,50%</li>
<li><strong>Crédito com reserva de propriedade carros usados:</strong> TAEG média 12,10%; TAEG máxima 16,10%</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Com as novas taxas em vigor e esta nova legislação, poderá obter poupança no seu crédito. O melhor mesmo será mesmo analisar o contrato actual e saber qual a comissão de amortização e quais os juros que lhe estão a cobrar para tentar encontrar uma solução menos dispendiosa. Poderá conseguir uma poupança no crédito transferindo o seu crédito para uma nova instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">Atenção que transferir um empréstimo para outra instituição implica que se ponha fim ao contrato já existente. Para conseguir um financiamento noutra instituição terá de pagar, pelo menos, uma comissão de abertura do processo e o imposto de selo, para os empréstimos que estiverem indexados a uma taxa fixa. Porque para financiamentos que estejam associados a uma taxa variável, a poupança poderá ser maior, já que só são descontados a comissão de abertura de processo e os impostos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Crédito Pessoal &#8211; Vale a pena mudar de banco</title>
		<link>http://www.tudosobrecredito.com/credito-pessoal-vale-a-pena-mudar-de-banco/</link>
		<comments>http://www.tudosobrecredito.com/credito-pessoal-vale-a-pena-mudar-de-banco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 08:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito ao consumo]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[juro]]></category>
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<p style="text-align: justify;">A partir de Janeiro os bancos vão ter limites nas <strong>taxas</strong> que poderão cobrar no <strong>crédito ao consumo</strong>. Os consumidores que pagam <strong>taxas</strong> muito elevadas devem fazer contas para perceber se vale a pena mudar de <strong>empréstimo</strong>. Se tem um <strong>crédito</strong> com um <strong>juro</strong> próximo de 30%, o melhor é começar a analisar outras propostas.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<p style="text-align: justify;">A partir de Janeiro os bancos vão ter limites nas <strong>taxas</strong> que poderão cobrar no <strong>crédito ao consumo</strong>. Os consumidores que pagam <strong>taxas</strong> muito elevadas devem fazer contas para perceber se vale a pena mudar de <strong>empréstimo</strong>. Se tem um <strong>crédito</strong> com um <strong>juro</strong> próximo de 30%, o melhor é começar a analisar outras propostas.</p>
<p><span id="more-475"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Banco de Portugal divulgou, na semana passada, quais as taxas máximas que as instituições financeiras poderão cobrar nos empréstimos ao consumo a partir de 1 de Janeiro. E, no máximo, num crédito típico de consumo as entidades não poderão cobrar mais de 19,6%. Por isso faça as contas, mesmo que a prestação do tal crédito seja de &#8220;apenas&#8221; 25 euros. É que o erro está muitas vezes no facto de se olhar para o encargo mensal em vez de se ver qual os juros que estão a ser cobrados.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In JornaldeNegocios.pt</em></p>
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