Banco de Portugal reforça deveres da banca nos créditos à habitação
Abr 18, 2010 Notícias
O conjunto de informações que os bancos têm que fornecer aos clientes antes da contratação de um crédito à habitação ou outro conexo à compra da casa vai aumentar para a banca, de acordo com um aviso publicado hoje pelo Banco de Portugal. Mas só a partir de Novembro deste ano, data em que as novas exigências entram em vigor. Sempre que um cliente se dirija ao banco para efectuar uma simulação de crédito à habitação, o banco é obrigado a “entregar, logo no momento da simulação do crédito”, a Ficha de Informação Normalizada (FIN), esclarece o novo aviso e instrução do Banco de Portugal. A FIN, que já está em vigor, incorporar um vasto conjunto de informação sobre as condições aplicadas ao crédito à habitação e outros contratos conexos. Além disso, os bancos passam a ter que entregar uma nova FIN actualizada ao cliente “com as condições finais acordadas com a instituição...Tags: Banco de Portugal, crédito habitação, FIN, simulação
Exigências no acesso ao crédito vão manter-se
Jan 30, 2010 Notícias
Dados do Banco de Portugal revelam que, depois de em 2009 as instituições financeiras terem apertado os critérios na concessão de empréstimos a particulares, esta postura vai permanecer este ano, com os bancos a apresentarem as mesmas justificações.
O Banco de Portugal garante que as instituições bancárias vão continuar a apertar os critérios na concessão de crédito.
Como causas para esse aperto de crivos, os bancos apontam a deterioração de riscos detectados e o aumento no custo do capital.
Uma das entidades bancárias apontou também a previsível subida da taxa de desemprego, o que se traduz numa redução da taxa do valor do endividamento permitido.
As instituições bancárias inquiridas pelo Banco de Portugal deram conta de que os critérios de exigência na concessão de créditos à habitação são para continuar, pelo menos no primeiro trimestre deste ano, à semelhança do que aconteceu nos últimos
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Banca vai manter restrições elevadas na concessão de crédito
Jan 12, 2010 Notícias
As condições para aceder a empréstimos foram apertadas no ano passado, muito devido à crise financeira e à recessão económica. Este ano e no próximo, apesar de se prever uma expansão da economia, o desemprego vai continuar alto e o risco elevado. Por isso, a banca deverá manter as restrições ao crédito elevadas.
Esta é a perspectiva do Banco de Portugal, divulgada no Boletim de Inverno, que prevê uma “regularização das condições de financiamento”, mas uma manutenção das restrições.
“Apesar de se admitir uma progressiva regularização das condições de financiamento ao longo do horizonte de projecção, espera-se que as condições de concessão de crédito se mantenham em níveis mais exigentes do que os registados no período anterior à eclosão da crise financeira, nomeadamente devido à reavaliação do risco e à consequente utilização de critérios mais restritivos na concessão de crédito”, revela o supervisor.
E este
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Crédito Automóvel – Mudar ajuda a poupar
Dez 19, 2009 Notícias
Ter um automóvel significa na maior parte das vezes ter um financiamento ou crédito automóvel. Com as novas regras do crédito ao consumo que entram em vigor em Janeiro, significa também a possibilidade de ter acesso a juros mais atractivos e com isso ter poupanças consideráveis.
O Banco de Portugal definiu as taxas de juros máximas que poderão ser aplicadas nos empréstimos automóveis a partir de Janeiro. Estas taxas variam entre 8% e 16,10%, dependendo do tipo de contrato e de se é um veículo novo ou usado.
As taxas máximas que estarão em vigor em Janeiro disponíveis durante o primeiro trimestre:
- ALD carros novos: TAEG média 6%; TAEG máxima 8%
- ALD carros usados: TAEG média 7,70%; TAEG máxima 10,30%
- Crédito com reserva de propriedade carros novos: TAEG média 8,60%; TAEG máxima 11,50%
- Crédito com reserva de propriedade carros usados: TAEG média 12,10%; TAEG máxima 16,10%
Com
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Crédito Pessoal – Vale a pena mudar de banco
Dez 14, 2009 Notícias
A partir de Janeiro os bancos vão ter limites nas taxas que poderão cobrar no crédito ao consumo. Os consumidores que pagam taxas muito elevadas devem fazer contas para perceber se vale a pena mudar de empréstimo. Se tem um crédito com um juro próximo de 30%, o melhor é começar a analisar outras propostas.
O Banco de Portugal divulgou, na semana passada, quais as taxas máximas que as instituições financeiras poderão cobrar nos empréstimos ao consumo a partir de 1 de Janeiro. E, no máximo, num crédito típico de consumo as entidades não poderão cobrar mais de 19,6%. Por isso faça as contas, mesmo que a prestação do tal crédito seja de "apenas" 25 euros. É que o erro está muitas vezes no facto de se olhar para o encargo mensal em vez de se ver qual os juros que estão a ser cobrados.
In
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Crédito malparado diminuiu entre as famílias
Nov 20, 2009 Notícias
O crédito malparado das famílias diminuiu, em Setembro, período em que houve um acréscimo dos empréstimos, ao mesmo tempo que diminuíram os saldos dos incumprimentos. No total, os particulares têm por pagar em crédito malparado 3,64 mil milhões de euros à banca, o que corresponde a 2,69% do total dos empréstimos.
Segundo os dados do Banco de Portugal, o peso do crédito malparado entre as famílias recuou de 2,78%, em Agosto, para 2,69%, em Setembro. Ainda assim, o cenário não é animador, com os incobráveis a situar-se em níveis de, pelo menos, uma década.
A contribuir para esta evolução esteve o segmento de crédito ao consumo, que viu o peso do malparado diminuir para 6,53%, em Setembro, um redução que é justificada apenas pela redução dos incobráveis, uma vez que o saldo dos empréstimo diminuiu, no período em análise.
Já o segmento de crédito à
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