Microcrédito

O microcrédito é considerado um meio poderoso no combate à pobreza e à desigualdade social. O microcrédito é um pequeno empréstimo bancário destinado a pessoas que não reunem condições para acesso crédito tradicional, mas querem desenvolver uma actividade económica por conta própria. Para isso têm de reunir condições e capacidades pessoais, que antecipem o êxito da iniciativa que pretendem tomar. Para que se trate de um microcrédito, tem de se respeitar alguns pressupostos. Este tem a aparência de um pequeno crédito, que o é, mas é muito mais do que isso. Não basta ser pequeno para que o crédito seja microcrédito. ALGUNS PRESSUPOSTOS A RESPEITAR
  • Quanto aos destinatários: são pessoas, que não têm acesso ao crédito bancário normal e desejam realizar um pequeno investimento, tendente à criação de um negócio através do qual pretendem criar o seu próprio emprego;
  • A iniciativa de investimento a que se propõem tem virtualidades para se
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Encargos com o crédito à habitação caem 18% em Janeiro

PRESTAÇÕES CAEM PARA NÍVEIS DO VERÃO DE 2006

As taxas Euribor têm vindo a cair, desde Outubro, o que representa boas notícias para as famílias que têm empréstimos à habitação. Quem revir o seu crédito em Janeiro vai beneficiar de uma descida da prestação superior a 18%, o que para um empréstimo de 100 mil euros corresponde a menos 106 euros por mês. São os encargos mais baixos desde Agosto de 2006.

A Euribor a seis meses voltou a cair na última sessão do ano para os 2,971%, o que representa o valor mais baixo desde Abril de 2006. Mas os valores usados para os cálculos das prestações são as médias mensais. E no caso desta taxa, a média do mês de Dezembro (que serve de referência para as revisões de Janeiro) fixou-se nos 3,365%, o que corresponde ao nível mais baixo desde Julho de 2006.

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Aforristas recebem cada vez menos

CERTIFICADOS CAEM COM A EURIBOR

As taxas Euribor estão em queda há 55 dias consecutivos. A descida do principal indexante utilizado pelos bancos para o crédito à habitação é uma boa notícia para as famílias com um empréstimo bancário para pagar a casa mas também significa uma redução dos juros nos certificados de aforro, que caíram quase para metade em apenas três meses.

Vários produtos de poupança como os depósitos e os certificados de aforro utilizam como indexante o valor das taxas Euribor o que tem significado uma descida na rentabilidade, depois de máximos históricos atingidos pelas taxas em Outubro.

Segundo dados do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, os certificados de aforro proporcionavam juros recorde de 4,01%. Mantendo-se a tendência de queda das taxas, no primeiro mês de Janeiro, segundo os cálculos do ‘Jornal de Negócios’, a redução será de 158

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Portugueses gastaram menos 56 milhões este Natal

Os sinais da crise chegam de todo o lado. E as compras de Natal com recurso aos cartões de crédito e débito confirmam que os portugueses têm menos dinheiro disponível para gastar. Nas primeiras três semanas de Dezembro foram levantados nas caixas multibanco de todo o País 1.668 milhões de euros. Menos 1% - ou 17,6 milhões de euros - do que no mesmo período de 2007, altura em que esse valor ultrapassou 1.685 milhões de euros.

De acordo com as estatísticas da SIBS - Sociedade Interbancária de Serviços, entre os dias 1 e 21 de Dezembro também o montante das compras efectuadas através de terminais de pagamento automático caiu 2%. O valor destas operações diminuiu de 1.903 milhões de euros, há um ano, para 1.864 milhões, agora, correspondendo a uma redução de 39 milhões de euros.

Desta forma, no total, os portugueses compraram e levantaram

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Empresas e particulares têm mais dificuldades em pagar

MALPARADO SOBE 39,8 POR CENTO

O crédito de cobrança duvidosa das famílias e das empresas atingiu o valor recorde de 5,46 mil milhões de euros no passado mês de Outubro. Uma subida de 39,8 por cento face a igual período do ano anterior que mostra como famílias e empresas têm cada vez mais dificuldade em pagar as dívidas.

Em Outubro último o crédito malparado das famílias ascendia aos 2,93 mil milhões de euros – o valor mais alto de sempre – o que representa um aumento de 31 por cento face a igual mês do ano anterior, de acordo com os dados constantes no Boletim Estatístico do Banco de Portugal ontem divulgado. O malparado das famílias tem agora um peso de 2,2 por cento no total de empréstimos concedidos. Do lado das empresas, a subida na cobrança duvidosa foi de 50 por cento, ou 845 milhões

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Crédito à habitação: clientes pagam mudança

Numa investigação a 19 bancos, a DECO PROTESTE contabilizou aumentos até 39% nas comissões de abertura e avaliação, entre 2006 e 2008.

Para compensar a perda de receitas com as alterações na lei dos últimos 2 anos, a maioria das instituições subiu as comissões do crédito à habitação, em especial, no início do contrato. Em 10 casos, o aumento foi superior à inflação.

Dos 19 bancos, 10 aplicam uma comissão, mensal ou anual, durante o contrato. Chamada de processamento, envio ou gestão, tem um valor médio mensal é de 1,18 euros. Num empréstimo a 30 anos, o consumidor paga € 424,80 ao banco, no final. Para a DECO esta comissão é questionável, dado que os juros do empréstimo já deviam incluir todos os custos.

Após liquidar a última prestação, é preciso cancelar a hipoteca. Este acto custa € 72 na Conservatória do Registo Predial. Alguns

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