Crédito malparado diminuiu entre as famílias

O crédito malparado das famílias diminuiu, em Setembro, período em que houve um acréscimo dos empréstimos, ao mesmo tempo que diminuíram os saldos dos incumprimentos. No total, os particulares têm por pagar em crédito malparado 3,64 mil milhões de euros à banca, o que corresponde a 2,69% do total dos empréstimos.

Segundo os dados do Banco de Portugal, o peso do crédito malparado entre as famílias recuou de 2,78%, em Agosto, para 2,69%, em Setembro. Ainda assim, o cenário não é animador, com os incobráveis a situar-se em níveis de, pelo menos, uma década.

A contribuir para esta evolução esteve o segmento de crédito ao consumo, que viu o peso do malparado diminuir para 6,53%, em Setembro, um redução que é justificada apenas pela redução dos incobráveis, uma vez que o saldo dos empréstimo diminuiu, no período em análise.

Já o segmento de crédito à

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Empréstimos caem 18% no terceiro trimestre

Os empréstimos concedidos pelas instituições financeiras caíram 18% no terceiro trimestre, totalizando 1,12 mil milhões de euros, de acordo com os dados hoje divulgados pela Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), que agrega 31 instituições.

Segundo os dados hoje divulgados, foram concedidos 1,12 mil milhões de euros em crédito às famílias e às empresas.

A quebra dos empréstimos foi transversal aos vários segmentos, com os consumidores a registarem uma descida de 22,7% nos créditos e nas empresas os financiamentos diminuíram em 17,3%, segundo os dados da ASFAC.

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Euribor a seis meses atinge novo mínimo histórico

As taxas Euribor continuam a cair, à excepção da taxa a três meses, que hoje ficou inalterada face à sessão de ontem. A tendência de queda mantém-se assim nos restantes prazos, com os indexantes mais usados em Portugal no crédito à habitação a renovarem mínimos históricos. A Euribor a três meses permaneceu nos 0,714%, enquanto a taxa a seis meses desceu para 0,989% e a Euribor a 12 meses recuou para 1,224%. continuar a...

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Quem tem medo da subida dos juros?

A incerteza sobre como a economia vai reagir à retirada dos estímulos por parte dos governos e à inversão da política monetária pelos bancos centrais trouxe a ansiedade de volta às bolsas. Saiba o que esperam os analistas e qual o impacto que o regresso da subida dos juros pode ter nas acções, obrigações, depósitos e no crédito.

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Governo avança com compensação fiscal e redução de prazos no reembolso no IVA

O Ministro das Finanças disse hoje que o Governo vai avançar com medidas fiscais já anunciadas, como a compensação entre débitos e créditos fiscais e a redução dos prazos de reembolso no IVA.

No debate do programa do Governo, depois de questionado pelos deputados, Teixeira dos Santos garantiu que o Executivo vai apresentar medidas de compensação fiscal, esclarecendo contudo que estas excluem a Segurança Social.

Ou seja, serão apenas alvo de compensação os créditos e os débitos dos contribuintes com o fisco. A criação de mecanismos de compensação fiscal entre os diversos impostos é uma das medidas que consta no Programado Governo.

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Bancos podem bloquear cartões de crédito por risco de incumprimento

Os bancos vão passar a poder bloquear o cartão de crédito de um cliente sempre que considerem que houve um aumento significativo do risco de este não cumprir com as suas responsabilidades de pagamento.

A medida consta de uma directiva comunitária transposta para a legislação portuguesa que regula os serviços de pagamento na Zona Euro e que entrou ontem em vigor. Na prática, as instituições financeiras não podem ainda, contudo, começar a aplicá-la.

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