Crédito Automóvel – Mudar ajuda a poupar

Ter um automóvel significa na maior parte das vezes ter um financiamento ou crédito automóvel. Com as novas regras do crédito ao consumo que entram em vigor em Janeiro, significa também a possibilidade de ter acesso a juros mais atractivos e com isso ter poupanças consideráveis.

O Banco de Portugal definiu as taxas de juros máximas que poderão ser aplicadas nos empréstimos automóveis a partir de Janeiro. Estas taxas variam entre 8% e 16,10%, dependendo do tipo de contrato e de se é um veículo novo ou usado.

As taxas máximas que estarão em vigor em Janeiro disponíveis durante o primeiro trimestre:

  • ALD carros novos: TAEG média 6%; TAEG máxima 8%
  • ALD carros usados: TAEG média 7,70%; TAEG máxima 10,30%
  • Crédito com reserva de propriedade carros novos: TAEG média 8,60%; TAEG máxima 11,50%
  • Crédito com reserva de propriedade carros usados: TAEG média 12,10%; TAEG máxima 16,10%

Com

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Euribor a 3 meses desce para novo mínimo histórico

As taxas Euribor desceram hoje em todos os prazos, sendo que o indexante a três meses, um dos mais utilizados no crédito à habitação em Portugal, atingiu mesmo um novo mínimo histórico. O leilão do BCE explica a tendência.

A Euribor a 3 meses registou a primeira queda da semana, mas atingiu o valor mais baixo de sempre nos 0,712%. No prazo de seis meses a Euribor caiu 0,1 pontos base para 0,997%, depois de ontem ter ficado estável em 0,998%.

A Euribor a 1 mês recuou 0,4 pontos base para 0,483% e no prazo mais longo, de 12 meses, a taxa desceu também 0,4 pontos base, para 1,242%.

A queda das taxas em todos os prazos ocorreu depois de ontem o BCE ter realizado o último leilão a 12 meses junto dos bancos da Zona Euro.

A autoridade monetária da Zona Euro vai

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Crédito Pessoal – Vale a pena mudar de banco

A partir de Janeiro os bancos vão ter limites nas taxas que poderão cobrar no crédito ao consumo. Os consumidores que pagam taxas muito elevadas devem fazer contas para perceber se vale a pena mudar de empréstimo. Se tem um crédito com um juro próximo de 30%, o melhor é começar a analisar outras propostas.

O Banco de Portugal divulgou, na semana passada, quais as taxas máximas que as instituições financeiras poderão cobrar nos empréstimos ao consumo a partir de 1 de Janeiro. E, no máximo, num crédito típico de consumo as entidades não poderão cobrar mais de 19,6%. Por isso faça as contas, mesmo que a prestação do tal crédito seja de "apenas" 25 euros. É que o erro está muitas vezes no facto de se olhar para o encargo mensal em vez de se ver qual os juros que estão a ser cobrados.

In

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CGD não aumentou “spreads” às empresas pois o crédito “é a primeira prioridade”

O presidente da CGD, Fernando Faria de Oliveira, garantiu hoje que, neste momento, o crédito a empresas, designadamente às pequenas médias empresas (PME), “é a primeira prioridade da Caixa”, sendo por isso que, nos últimos meses, decidiu não aumentar os “spreads” neste segmento.

Foi por isso mesmo que, nos últimos meses, o banco público optou por não aumentar os “spreads”, mesmo que isso implicasse prescindir de uma fatia de receitas de margem financeira.

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Governo cria linha de crédito para sector agrícola e pecuário no valor de 50 milhões

O Conselho de Ministros aprovou hoje um decreto-lei que cria a linha de crédito para as empresas do sector agrícola e pecuário, no montante de 50 milhões de euros e que reforça a linha de crédito disponível para os sectores florestal e das agro-indústrias para 125 milhões de euros.

O comunicado emitido pelo Conselho de Ministros revela que este Decreto-Lei “permite o acesso das empresas do sector agrícola e pecuário, em condições mais favoráveis, a uma nova linha de crédito de 50 milhões de euros criada com juros bonificados”.

O diploma “destina-se especificamente ao sector agrícola e pecuário, de forma a facilitar o financiamento de operações de investimento, o reforço do fundo de maneio, a liquidação de dívidas ou reestruturação de créditos junto de instituições de crédito ou de fornecedores”, acrescenta a mesma fonte.

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Taxas de juro implícitas nos créditos à habitação caem para novos mínimos

As taxas de juro implícitas nos contratos de crédito à habitação voltaram a cair, em Outubro, atingindo novos mínimos históricos. A descida destas taxas está a reflectir a queda das taxas Euribor, os indexantes mais usados no crédito à habitação em Portugal.

“Em Outubro de 2009, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação situou-se em 2,211%, inferior em 0,149 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior e menos 3,765 p.p. que no início do ano, correspondendo ao 10º mês consecutivo de redução”, realça o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A tendência de queda foi registada no conjunto dos prazos. Os contratos celebrados nos últimos três meses registaram uma descida de 0,094 p.p., para 2,277%, os celebrados nos últimos seis meses reduziram a taxa em 0,120 p.p. para 2,195% e os realizados nos últimos 12 meses viram os juros recuar

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